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    <title>Museu</title>
    <description>MA - Museu Antropológico</description>
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      <title>Povos indígenas no estado de Goiás: de terras, territórios, trânsitos e itinerâncias</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Abril indígena" title="Abril indígena" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/abril__indigena.jpg?1776457569" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Neste abril indígena, o Museu reforça a pluralidade indígena no Estado&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Texto por Rosani Moreira Leitão,&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Diretora do Museu Antropológico (UFG)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Goiânia, 17 de abril de 2026 - No mês dedicado aos povos indígenas, o Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás (MA/UFG) convida o público a refletir sobre a diversidade e a presença contínua dos povos indígenas no estado de Goiás. Muito além de números reduzidos ou visões estereotipadas, Goiás é território indígena marcado por histórias de resistência, mobilidade e reinvenção cultural.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Embora o estado conte com menos de mil indígenas vivendo em terras oficialmente demarcadas - pertencentes aos povos Avá-Canoeiro (em Minaçu), Iny Karajá (em Aruanã) e Tapuia do Carretão (em Rubiataba e Nova América) - os dados mais recentes do Censo apontam para uma realidade mais ampla: mais de 19 mil pessoas se autodeclaram indígenas em Goiás. A maioria vive fora das terras demarcadas, distribuída por cidades e diferentes municípios goianos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Essa presença revela um aspecto fundamental da realidade indígena contemporânea: os povos indígenas não estão restritos às aldeias. Eles transitam entre territórios, cidades e instituições, em busca de melhores condições de vida, acesso à educação, saúde e trabalho, assim como qualquer outro cidadão brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2022, foi instituído o “Dia dos Povos Indígenas” proposto pela deputada Joênia Wapichana e, em abril de 2023, este dia foi comemorado pela primeira vez. A mudança de nome teve como objetivo romper com a visão folclórica e generalizadora do antigo “Dia do Índio”. Nesse mesmo contexto, a Fundação Nacional do Índio passa a se chamar Fundação Nacional dos Povos Indígenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste abril de 2026, o Museu Antropológico chama a atenção para a diversidade cultural indígena do Brasil, a partir das histórias de lutas e de resistência dos povos indígenas que vivem no estado de Goiás: Goiás é território indígena. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Tapuia do Carretão: identidade e resistência&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1687/o/Tapuia_aula.jpeg" alt="Tapuia Registro 04" width="400" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Professores/as da escola Tapuia e equipe da saúde bucal. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Aldeia Carretão. Foto: Eunice Pirkodi Tapuia, 2016.&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os Tapuia do Carretão não são os “típicos indígenas” idealizados por muitos que desconhecem a realidade indígena brasileira. Não são falantes de uma língua indígena específica. Falam uma variedade tapuia do português, ou o português tapuia, conforme estudos linguísticos realizados por Eunice Pirkodi Tapuia (2023). Se originaram de relações interétnicas entre vários povos Macro-Jê/Jê do Brasil Central (Xavante, Karajá, Xerente, Kayapó, entre outros) e das políticas que visavam liberar os seus territórios para a exploração colonial, que os reuniram, às vezes de forma forçada, em aldeamentos sob a administração de missionários na antiga província de Goyás. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Tapuia atuais são descendentes dos poucos que resistiram e permaneceram na região, após a inativação dos aldeamentos. Desde então, lutam por reconhecimento e pelo direito a permanecerem neste território, pela valorização dos seus saberes como conhecedores da agricultura familiar e da medicina tradicional e contra diversas formas de preconceitos e de discriminação que muitas vezes colocam em cheque a legitimidade de suas reivindicações como povo específico diferente da população regional.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Avá-Canoeiro: sobrevivência e retomada&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1687/o/Ava_Foto_3.JPG" alt="Ãwa Registro 01" width="400" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Tuia, Matxa e Nakwatxa – mulheres Avá-Canoeiro. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Foto: Alan Kublin, 1983. Acervo IGPA/PUC Goiás.&lt;br /&gt;Créditos: OPIG/MA/UFG.&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O povo Avá-Canoeiro de Goiás é constituído de apenas uma família formada por oito pessoas, sendo quatro adultos/as e quatro crianças, de 2 a 12 anos. As crianças são filhas de Niwathima Avá-Canoeiro, a mulher adulta mais jovem e de seu esposo Parazin Tapirapé. Os Avá-Canoeiro são falantes da língua Avá-Canoeiro, da família linguística Tupi-Guarani, do tronco Tupi. Mas, principalmente os mais jovens também falam o Tapirapé e o Português. Tradicionalmente habitantes da região Araguaia-Tocantins, eles foram vítimas de muitas perseguições e massacres, chegando a serem considerados extintos até o final da década de 1960. Estiveram por muito tempo em processos de fuga. Foram perseguidos pela política colonial da antiga província de Goyás e pelos agentes das frentes agrícolas do norte de Goiás e atual estado do Tocantins nas primeiras décadas do século XX. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após sofrerem massacres, por anos se esconderam em matas e serras da região. São dois pequenos grupos. Um deles reside atualmente no estado de Goiás e, desde o início da década de 1980, habita a Terra indígena Avá-Canoeiro, no município de Minaçu (GO). Os integrantes do outro grupo, se autodenominam “Ãwa” e vivem na região do rio Araguaia, numa aldeia Iny Javaé, na Ilha do Bananal. Atualmente estão em um movimento de retomada de seu território, de onde foram deslocados de forma forçada, no início da década de 1970. Depois de um longo processo de perseguições, deslocamentos territoriais, tutelas institucionais, essas comunidades lutam por autonomia, conquista de direitos e ampliação de sua cidadania. A língua Avá-Canoeiro é considerada em alto risco de extinção devido ao pequeno número de falantes e dos casamentos com outros povos. Ambas as comunidades possuem suas próprias escolas e iniciam a construção de projetos educativos próprios.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Iny Karajá: cultura viva às margens da cidade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1687/o/1000377946.jpg_Foto_da_Telma_Camargo_Silva_Foto_02.jpg" alt="Verbete Iny-Karajá - Foto 02" width="400" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Modo de fazer Kaw-Kaw. Fase: pintura. Artista: Ximanaki. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Foto-autoria: Telma Camargo. Acervo: Iphan.&lt;br /&gt;Créditos: MA-UFG/IPHAN.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os Iny Karajá do Estado de Goiás se dividem em duas comunidades e residem em Terras Indígenas, localizadas em áreas urbanas ou nas proximidades da cidade de Aruanã (GO). Juntamente com os Iny Javaé e Iny Xambioá formam o povo Iny, habitante do Vale do rio Araguaia e Ilha do Bananal em aldeias que se distribuem em todo o eixo do rio, nos estados de Goiás, Tocantins, Mato Grosso e Pará. Os Iny Karajá, como os demais povos Iny, são falantes do Inyribè classificado como pertencente à família linguística karajá do tronco macro-jê, que é falada na maioria das aldeias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora façam parte desse grupo maior que conta com grandes aldeias com muita vitalidade cultural, os Iny Karajá de Goiás, como outros povos indígenas brasileiros que vivem em áreas urbanas ou próximas a elas, sofreram muitas perdas culturais e linguísticas, principalmente pelo surgimento e pressão da cidade de Aruanã, que implicou também em perdas de parte do território e da autonomia, que vêm sendo recuperados graças a um trabalho de retomada cultural, linguística e territorial desenvolvido pelas comunidades com apoio de instituições e pessoas aliadas aos projetos de educação entre outros.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Trânsitos e itinerâncias entre cidades, territórios e terras indígenas &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;No que se refere aos indígenas urbanos, a situação do estado de Goiás não é diferente da de outros estados brasileiros. Grupos familiares e pessoas pertencentes a diferentes povos e etnias, às vezes, classificados como itinerantes estão em todas as regiões do Brasil e em Goiás, também. Por diferentes motivações, como ocorre com outras famílias e cidadãos brasileiros que migram definitivamente ou temporariamente em busca de melhores condições de vida, tratamentos médicos, e melhores oportunidades de trabalho e de estudos. Das aproximadamente 300 pessoas que formam a comunidade Tapuia do Carretão, 100 vivem em diferentes cidades, situação semelhante ocorre com os Iny Karajá de Aruanã. Existem atualmente centenas de jovens indígenas matriculados em em escolas de educação básica e em diferentes cursos universitários em instituições de ensino superior de cidades goianas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Universidade Federal de Goiás, os estudantes ingressam em cursos regulares por concorrência geral, ou por meio de cotas pelo programa UFGInclui, ou ainda pelo processo seletivo específico da licenciatura intercultural voltada para a formação de professores, que conta atualmente com aproximadamente 300 estudantes indígenas, de mais de 30 etnias diferentes e vindos/as de vários estados brasileiros, No caso específico do curso de Licenciatura em Educação Intercultural, um curso de formação de professores orientado pela pedagogia da alternância, os estudantes transitam entre Goiânia e seus território cumprindo, no período de cinco anos, em etapas de estudos que se alternam entre a UFG e as Terras Indígenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, a compreensão da presença de povos indígenas em território goiano não deve ser simplificada e reduzida aos três povos com terras indígenas demarcadas neste estado. É um equívoco pensar ou afirmar que a população indígena de Goiás ou de qualquer outro estado do Brasil vive ou devia viver em aldeias.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 17 Apr 2026 17:26:20 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/200293-povos-indigenas-no-estado-de-goias-de-terras-territorios-transitos-e-itinerancias</link>
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      <title>Visita de Telma Camargo ao Museu Antropológico fortalece ações de preservação de acervos</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="notícia visita Telma Camargo" title="notícia visita Telma Camargo" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/not%C3%ADcia_visita_Telma_Camargo.jpg?1776359903" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;em class="_aupe copyable-text xkrh14z x1k4tb9n"&gt;Professora e pesquisadora desenvolveu projetos parceiros à instituição ao longo de sua carreira&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Texto: João Lúcio e Rosani Leitão&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/not%C3%ADcia_visita_Telma_Camargo.jpg" alt="notícia visita Telma Camargo" width="400" height="240" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Da esquerda para a direita: Silvânia, Rosani e Telma&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O Museu Antropológico (MA) da Universidade Federal de Goiás (UFG) registrou, no dia 11 de março de 2026, a visita da professora aposentada, antropóloga e pesquisadora Telma Camargo, cuja trajetória acadêmica é marcada por contribuições relevantes nos campos dos estudos de gênero, cultura popular, antropologia da saúde e patrimônio cultural indígena.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Parceira de longa data do MA, Telma Camargo participou do desenvolvimento de diversos projetos junto à instituição ao longo de sua carreira. Destaca-se também sua atuação na criação do Centro de Estudos da Cultura Popular (CECUP), responsável pela formação de um importante acervo sobre o tema, atualmente salvaguardado pelo Museu. A pesquisadora integrou ainda o Núcleo de Estudos em Antropologia e Patrimônio (NEAP), onde exerceu a função de coordenadora por determinado período.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Durante a visita, Telma Camargo foi recebida pela diretora do MA, Rosani Moreira Leitão, pelo vice-diretor Adelino Carvalho e pela bibliotecária Silvânia Batista de Amorim. Na ocasião, esteve acompanhada por Géorgia Cynara Coelho de Souza, coordenadora do Laboratório Universitário de Memória Audiovisual (LIMINAVI), da UEG, e professora do curso de Cinema da instituição.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Na oportunidade, a pesquisadora manifestou o desejo de doar ao Museu Antropológico seu acervo bibliográfico pessoal, composto por aproximadamente mil títulos na área de antropologia. Além disso, foi acordada a futura doação de um acervo fotográfico resultante de trabalho de campo etnográfico realizado junto ao povo Krahô.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;As iniciativas reforçam o papel do Museu Antropológico como espaço de preservação, pesquisa e difusão de acervos relevantes para a antropologia, contribuindo para o fortalecimento da memória e do patrimônio cultural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/telma_camargo.jpg" alt="notícia visita Telma Camargo 2" width="400" height="240" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Adelino, Silvânia, Rosani, Telma e Geórgia.&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1094" data-end="1480"&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 16 Apr 2026 14:22:10 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/200239-visita-de-telma-camargo-ao-museu-antropologico-fortalece-acoes-de-preservacao-de-acervos</link>
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    <item>
      <title>Bolsista do OPIG/MA/UFG participa do ATL 2026 </title>
      <description>&lt;img width="200" alt="ATL 2026" title="ATL 2026" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-04-12_at_13.39.27_%282%29.jpeg?1776086103" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Acampamento Terra Livre é considerado a maior assembleia indígena do Brasil&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;" data-start="98" data-end="440"&gt;&lt;em&gt;Texto: João Lúcio e Glauber Iesoru Masion Karajá (Yebis Karajá)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Fotografias: Cleiton Itxeó Karajá, Hadori Karajá e Cleiton Itxeó Karajá&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bolsista Glauber Iesoru Masion Karajá (Yebis Karajá), do projeto Observatório dos Povos Indígenas de Goiás: Direitos Humanos, Saberes do Cerrado e Inclusão Social, do &lt;span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"&gt;&lt;span class="whitespace-normal"&gt;Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, participou do &lt;span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"&gt;&lt;span class="whitespace-normal"&gt;Acampamento Terra Livre 2026&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, realizado em Brasília, considerado a maior assembleia indígena do Brasil. O encontro reuniu povos originários de diversas regiões do país em torno da defesa de direitos constitucionais e da preservação de seus territórios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-04-12_at_19.44.39.jpeg" alt="Yabis Karajá ATL 2026" width="400" height="533" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Glauber Iesoru Masion Karajá (Yebis Karajá). &lt;br /&gt;Fotógrafo: Cleiton Itxeó Karajá&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="98" data-end="440"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="442" data-end="875"&gt;Com o tema &lt;strong data-start="453" data-end="510"&gt;“Nosso futuro não está à venda: A resposta somos nós”&lt;/strong&gt;, a edição deste ano destacou o enfrentamento às pressões sobre terras indígenas, especialmente diante da atuação de grandes empresas e projetos econômicos que avançam sobre áreas preservadas sem consulta às comunidades. A mobilização também trouxe à tona críticas a iniciativas que, segundo lideranças indígenas, ameaçam a soberania dos povos e seus modos de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-04-12_at_13.39.26_%283%29.jpeg" alt="Povo INY ATL 2026" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Iny Mahadu. &lt;br /&gt;Fotografia: Hadori Karajá &lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="442" data-end="875"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="877" data-end="1171"&gt;Durante o evento, foram debatidas pautas centrais como a demarcação de territórios, a proteção ambiental, o combate às violências, além do fortalecimento das políticas de saúde e educação indígena. A defesa da autonomia dos povos originários também esteve entre os principais pontos discutidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-04-12_at_13.39.28.jpeg" alt="Passeata ATL 2026" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Passeata. &lt;br /&gt;Fotografia: Hadori Karajá&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="877" data-end="1171"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1173" data-end="1564"&gt;As marchas realizadas ao longo da programação reuniram milhares de participantes nas ruas da capital federal, evidenciando a articulação e a união entre diferentes povos indígenas. Os atos expressaram a mobilização coletiva em defesa da vida, dos territórios e das futuras gerações, além de reforçarem o protagonismo indígena nas decisões políticas que impactam diretamente suas comunidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-04-12_at_13.39.26_%284%29.jpeg" alt="Passeata ATL 2026 2" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Passeata. &lt;br /&gt;Fotografia: Hadori Karajá&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1173" data-end="1564"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1566" data-end="1875"&gt;Para Glauber Iesoru Masion Karaja (Yebis Karajá), o ATL 2026 consolida-se como um espaço estratégico de resistência e incidência política. Segundo ele, o encontro reafirma a continuidade da luta dos povos indígenas frente às ameaças contemporâneas, mantendo viva a articulação nacional em defesa de seus direitos e da preservação ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-04-12_at_13.39.26_%281%29.jpeg" alt="Passeata ATL 2026 3" width="400" height="600" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Glauber Iesoru Masion Karaja (Yebis Karajá).&lt;br /&gt;Fotografia: Hadori Karajá&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1566" data-end="1875"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1877" data-end="2178"&gt;A edição deste ano também enfatizou denúncias sobre impactos de grandes empreendimentos, como desmatamento, exploração mineral e expansão de monoculturas, além de alertas sobre novas formas de ameaça, incluindo o uso de tecnologias que podem afetar a comunicação e a representação dos povos indígenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-04-12_at_13.39.27_%282%29.jpeg" alt="ATL 2026" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Passeata. &lt;br /&gt;Fotografia: Hadori Karajá &lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1877" data-end="2178"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Glauber Iesoru Masion Karaja (Yebis Karajá) integrou a mobilização acompanhando o ônibus da Secretaria de Inclusão (SIN) da Universidade Federal de Goiás, contribuindo no deslocamento e na articulação dos participantes até a capital federal, onde ocorreram as atividades do acampamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-04-12_at_21.02.51.jpeg" alt="Passeata ATL 2026 4" width="400" height="225" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Delegação do ônibus da SIN. &lt;br /&gt;Fotografia: Teytxiwa Karajá&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1877" data-end="2178"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="2180" data-end="2454" data-is-last-node="" data-is-only-node=""&gt;Considerado um marco anual de mobilização, o Acampamento Terra Livre segue como um dos principais espaços de articulação política indígena no país, reunindo lideranças, organizações e apoiadores na construção de estratégias coletivas para a defesa de direitos e territórios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-04-12_at_13.35.58.jpeg" alt="ATL 2026 - fotografia" width="400" height="225" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Passeata. Fotografia: Cleiton Itxeó Karajá &lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="2180" data-end="2454" data-is-last-node="" data-is-only-node=""&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 13 Apr 2026 10:39:14 -0300</pubDate>
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    </item>
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      <title>Nota de Pesar - Professor Roberto Luiz Franco Bucci</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Nota de pesar" title="Nota de pesar" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/nota_de_pesar_%28400_x_240_px%29.jpg?1775160211" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;O Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás manifesta, com profundo pesar, o falecimento do Geógrafo oriundo do IQG/UFG&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Geógrafo, oriundo do IQG/UFG, o Prof. Bucci manteve uma relação significativa com o Museu, contribuindo, de maneira generosa, para o desenvolvimento de ações, reflexões e projetos, sobretudo no campo da Arqueologia. Sua colaboração com o Museu Antropológico foi marcada pelo compromisso com a produção e a difusão do saber, deixando marcas importantes em nossas práticas e em nossa memória institucional. Sua marca ficou registrada no Laboratório de Arqueologia e nos muitos escritos deixados por ele.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Expressamos nossa solidariedade aos familiares, amigos, colegas e a todos aqueles que tiveram o privilégio de conviver com o professor, cuja presença e legado permanecerão vivos entre nós.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 02 Apr 2026 17:03:39 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/199907-nota-de-pesar-professor-roberto-luiz-franco-bucci</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Visita técnica fortalece cooperação intercultural na América Latina</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Bío Bío no museu" title="Bío Bío no museu" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/museu_brincante_-_capa_de_not%C3%ADcia_%284%29.svg?1774964883" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Professor de universidade chilena esteve no Brasil em busca de diálogo latino-americano na área de educação intercultural&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Texto: João Lúcio&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 11 de março de 2026, o Museu Antropológico (MA) da Universidade Federal de Goiás recebeu a visita técnica do professor Héctor Torres Darío Cuevas, docente e pesquisador da Universidad del Bío Bío (Chile).&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Com sólida trajetória acadêmica, o pesquisador é doutor em Antropologia pela Universidade Laval, mestre em Educação e licenciado em Educação Intercultural pela Universidade Católica de Temuco. Sua atuação concentra-se em temas como educação e interculturalidade, antropologia da educação em contextos interculturais, políticas educacionais e povos indígenas. Além disso, integra a Rede de Formadores em Educação e Interculturalidade na América Latina (RedFEIAL).&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Durante sua passagem pelo Brasil, o professor também realizou atividades na Universidade de Brasília e no Instituto Takinahaky (UFG), ampliando o intercâmbio acadêmico na área.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;No Museu Antropológico da UFG, o pesquisador foi recebido pela diretora Rosani Moreira Leitão, pelo vice-diretor Adelino Carvalho e pela Tatyana Beltrão, integrante da equipe de Arqueologia do MA. Na ocasião, também esteve acompanhado pelo professor Cristhian Teófilo da Silva, Antropólogo, professor do &lt;span&gt;Departamento de Estudos Latino-Americanos (ELA)&lt;/span&gt; da Universidade de Brasília (UnB).&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A visita teve como principal objetivo fortalecer o diálogo e as interlocuções acadêmicas voltadas à formação intercultural na América Latina, promovendo a troca de experiências e o desenvolvimento de parcerias institucionais.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A iniciativa reforça o compromisso das instituições envolvidas com a valorização da diversidade cultural e o avanço de práticas educacionais inclusivas no contexto latino-americano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/museu_brincante_-_capa_de_not%C3%ADcia_%284%29.svg" alt="Bío Bío no museu" width="700" height="420" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 31 Mar 2026 10:48:37 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/199818-visita-tecnica-fortalece-cooperacao-intercultural-na-america-latina</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Estudantes de Pedagogia da UFG realizam visita técnica ao Museu Antropológico</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="v" title="v" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5627.JPG?1774533262" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Atividade da disciplina Sociologia da Educação I aproxima teoria, cultura e representações sociais por meio da exposição “Lavras e Louvores”&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;em&gt;Fotografias e texto: João Lúcio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5627.JPG" alt="v" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Ao centro, Leandro Guimarães conduz a mediação na exposição Lavras e Louvores&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na manhã desta quinta-feira, 26 de março de 2026, estudantes do curso de Pedagogia da Faculdade de Educação (FE) da Universidade Federal de Goiás (UFG) participaram de uma visita técnica ao Museu Antropológico da instituição. A atividade integrou a disciplina Sociologia da Educação I, ministrada pela professora Elismênnia Aparecida Oliveira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5542.JPG" alt="FE no museu 2" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Professora Elis&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;A proposta da visita foi proporcionar aos alunos uma reflexão prática sobre o conceito de representações coletivas e individuais, desenvolvido pelo sociólogo Émile Durkheim. Segundo a docente responsável, a iniciativa busca aproximar os conteúdos teóricos discutidos em sala de aula das manifestações culturais presentes na sociedade, permitindo aos estudantes observar como tais representações se materializam em diferentes contextos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5544.JPG" alt="FE no museu 3" width="700" height="1050" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Adelino de Carvalho&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;Durante a visita, os alunos foram acompanhados por Adelino de Carvalho, vice-diretor do Museu Antropológico, e por Leandro Guimarães, integrante da equipe da instituição. Os mediadores conduziram o grupo pela exposição de longa duração “Lavras e Louvores”, que aborda o patrimônio material e imaterial e a memória cultural do Estado de Goiás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5639.JPG" alt="FE no museu 4" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Espaço ecumênico da exposição de longa duração Lavras e Louvores&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;Ao longo do percurso, foram apresentados elementos históricos, simbólicos e culturais que evidenciam a construção da identidade goiana, estimulando o diálogo entre os estudantes e os mediadores. A atividade também permitiu a troca de experiências e a ampliação do olhar crítico dos participantes sobre as relações entre educação, cultura e sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5655.JPG" alt="FE no museu 5" width="700" height="1050" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Fitinhas de memórias&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;Ao final da visita, os estudantes puderam levar consigo, além dos registros guardados na retina e nos celulares, uma lembrança simbólica do museu: as chamadas “fitinhas de memórias”. Com mensagens de desejos positivos, as fitas ficam amarradas no corrimão da escadaria do espaço e podem ser retiradas pelos visitantes, reforçando a experiência afetiva e cultural proporcionada pela atividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5625.JPG" alt="FE no museu 6" width="700" height="1050" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;A visita reforça a importância de práticas pedagógicas que ultrapassam o espaço da sala de aula, promovendo a formação de professores mais atentos às dimensões sociais e culturais que influenciam o processo educativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira &lt;a href="/a/visita-turma-de-pedagogia-fe-ufg"&gt;aqui todos os registros fotográficos&lt;/a&gt; da visita.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 26 Mar 2026 11:01:59 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/199671-estudantes-de-pedagogia-da-ufg-realizam-visita-tecnica-ao-museu-antropologico</link>
      <guid>https://museu.ufg.br/n/199671-estudantes-de-pedagogia-da-ufg-realizam-visita-tecnica-ao-museu-antropologico</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Visita técnica do curso de Relações Públicas ao Museu Antropológico da UFG</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Visita RP ao museu 3" title="Visita RP ao museu 3" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5402.JPG?1774465498" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Ingressantes da disciplina de Teoria da Imagem recebem mediação na exposição Lavras e Louvores&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5380.JPG" alt="Visita RP museu " width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Turma de Teorias de Imagem do curso de Relações Públicas (FIC/UFG)&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ingressantes do curso de Relações Públicas da Faculdade de Informação e Comunicação da Universidade Federal de Goiás (RP/FIC/UFG) participaram de uma visita mediada ao Museu Antropológico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como atividade da disciplina de Teoria da Imagem, a experiência proporcionou reflexões importantes sobre cultura, representação e imagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A recepção foi conduzida por Adelino de Carvalho, vice-diretor do museu, por Leandro Guimarães, da equipe do museu, e por Yebis Karajá, estudante bolsista indígena Iny-Karajá, que compartilharam informações e experiências sobre a exposição de longa duração Lavras e Louvores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A atividade foi proposta pelas professoras Lutiana Casaroli e Flávia Martins, da FIC/UFG, reforçando a importância de articular teoria e prática na formação em Relações Públicas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aprender para além da sala de aula, conectando imagem, cultura e sociedade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Confira os registros fotográficos completos: &lt;a href="/a/visita-turma-de-teoria-da-imagem-rp-fic"&gt;https://museu.ufg.br/a/visita-turma-de-teoria-da-imagem-rp-fic&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5422.JPG" alt="Yebis Karajá" width="500" height="750" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Yebi Karajá&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5491.JPG" alt="Lutiana e Flavia" width="700" height="1050" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Flávia Martins e Lutiana Casaroli&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 25 Mar 2026 16:06:54 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/199647-visita-tecnica-do-curso-de-relacoes-publicas-ao-museu-antropologico-da-ufg</link>
      <guid>https://museu.ufg.br/n/199647-visita-tecnica-do-curso-de-relacoes-publicas-ao-museu-antropologico-da-ufg</guid>
    </item>
    <item>
      <title>MA UFG debate violência de gênero contra mulheres indígenas</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Roda-de-conversa-mulheres_indigenas" title="Roda-de-conversa-mulheres_indigenas" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/IMG_6642.JPG?1773859566" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Atividade integra calendário do programa institucional UFG pela Vida de Todas &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/IMG_6642.JPG" alt="Roda-de-conversa-mulheres_indigenas" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Roda de conversa abordou as realidades vividas por mulheres indígenas&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Texto: João Lúcio&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Fotos: Mayara Monteiro&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Museu Antropológico (MA) da Universidade Federal de Goiás (UFG) realizou na segunda-feira (16/3) a Roda de Conversa “Violência de gênero contra mulheres indígenas e suas ações de enfrentamento”, atividade que integra o projeto de extensão 8M no Museu. O evento faz parte da agenda oficial do programa institucional UFG pela Vida de Todas, que reuniu convidadas indígenas para compartilhar experiências e reflexões sobre o tema e teve o apoio da Fundação de Apoio à Pesquisa (Funape).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A iniciativa teve como eixo a referência a oito mulheres indígenas, com destaque para suas histórias, contribuições e formas de enfrentamento às violências de gênero. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Participaram da roda de conversa Eunice Tapuia, Jijuké Karajá e Evelin Tupinambá, que abordaram as realidades vividas por mulheres indígenas e as estratégias construídas em seus territórios para enfrentar a violência de gênero.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além do diálogo, o evento também contou com uma homenagem a quatro mulheres indígenas em reconhecimento de suas trajetórias e contribuições. Foram homenageadas Valdirene Karajá, liderança atuante, e as mulheres ancestralizadas Jijuké Karajá, Silma Tapuia e Nakwatxa Avá-Canoeiro, cujas histórias permanecem como referências de memória e resistência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O evento contou também com as presenças da vice-reitora da UFG, Camila Caixeta, da pró-reitora-adjunta de Pesquisa e Inovação, Natália Del'Angelo Aredes, do secretário-adjunto de Promoção da Segurança e Direitos Humanos da UFG (SDH), Rogério de Paula Vieira Marques Júnior, e da diretora do Museu Antropológico da UFG, Rosani Moreira Leitão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/IMG_6568.JPG" alt="Roda-de-conversa-mulheres_indigenas (2)" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Vice-reitora da UFG marca presença no evento do MA UFG&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 18 Mar 2026 13:53:59 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/199417-ma-ufg-debate-violencia-de-genero-contra-mulheres-indigenas</link>
      <guid>https://museu.ufg.br/n/199417-ma-ufg-debate-violencia-de-genero-contra-mulheres-indigenas</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Museu Antropológico da UFG promove roda de conversa sobre violência de gênero contra mulheres indígenas</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="8M no museu 2026" title="8M no museu 2026" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/8m_no_museu_-_noticia.svg?1773234457" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Atividade do 8M no Museu reúne quatro convidadas indígenas em roda de conversa e presta homenagem a outras quatro mulheres indígenas referências&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Arte e Texto: João Lúcio&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Museu Antropológico (MA) da Universidade Federal de Goiás (UFG) realiza, no dia 16 de março (segunda-feira), às 9h, a atividade 8M no Museu, com uma programação dedicada à reflexão, visibilidade e reconhecimento das trajetórias de oito mulheres indígenas. O evento será realizado presencialmente, na Sala de Aula 1 do MA.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A iniciativa tem como eixo a referência a oito mulheres indígenas, destacando suas histórias, contribuições e formas de enfrentamento às violências de gênero. A programação inclui a Roda de Conversa “Violência de gênero contra mulheres indígenas e suas ações de enfrentamento”, que reunirá quatro convidadas indígenas para compartilhar experiências e reflexões sobre o tema.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Participam da roda de conversa Eunice Tapuia, Jijuké Karajá, Adriana Beluá e Evelin Tupinambá, que abordarão as realidades vividas por mulheres indígenas e as estratégias construídas em seus territórios para enfrentar a violência de gênero.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Além do diálogo, o evento também contará com uma homenagem a quatro mulheres indígenas, reconhecendo suas trajetórias e contribuições. Serão homenageadas Valdirene Karajá, liderança atuante, e as mulheres ancestralizadas Jijuké Karajá, Silma Tapuia e Nakwatxa Avá-Canoeiro, cujas histórias permanecem como referências de memória e resistência.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A atividade integra a programação do 8M no Museu, iniciativa que busca marcar o mês de março com esta ação voltada à valorização das mulheres e ao fortalecimento de perspectivas plurais sobre gênero, cultura e direitos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O evento é uma realização do Museu Antropológico da UFG e conta com financiamento da Fundação de Apoio à Pesquisa (FUNAPE).&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Confira &lt;a href="https://www.instagram.com/p/DVvgOT9jeAG/?utm_source=ig_web_copy_link&amp;amp;igsh=NTc4MTIwNjQ2YQ=="&gt;a programação completa aqui.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 11 Mar 2026 10:07:59 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/199198-museu-antropologico-da-ufg-promove-roda-de-conversa-sobre-violencia-de-genero-contra-mulheres-indigenas</link>
      <guid>https://museu.ufg.br/n/199198-museu-antropologico-da-ufg-promove-roda-de-conversa-sobre-violencia-de-genero-contra-mulheres-indigenas</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Museu Brincante transforma MA/UFG em espaço de arte, brincadeira e educação patrimonial</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Museu Brincante 2026-1 notícia" title="Museu Brincante 2026-1 notícia" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/museu_brincante_-_capa_de_not%C3%ADcia.svg?1772793845" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Projeto recebe estudantes da rede pública e público espontâneo no dia 10 de março com oficinas, experiências sensoriais e atividades lúdicas&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Jornalista: Ênya Morais&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás (MA/UFG) realiza, no dia 10 de março, a segunda edição do Museu Brincante: Oficinas Lúdicas de Educação Patrimonial para Crianças, iniciativa que transforma o espaço museal em um território de brincadeira, imaginação e descoberta. O projeto recebe estudantes da Escola Municipal São Francisco de Assis, além de público espontâneo, para uma programação gratuita que aproxima as crianças do patrimônio cultural por meio da experiência, do corpo e da ludicidade.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Idealizado pela coordenadora administrativa do MA/UFG, Ênya Morais, e financiado pela Fundação de Apoio à Pesquisa (FUNAPE), o Museu Brincante propõe uma forma diferente de relação com o museu: menos contemplativa e mais participativa. As crianças são convidadas a explorar o espaço por meio de oficinas, jogos, arte e atividades sensoriais.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;A programação inclui pintura corporal indígena, conduzida pelo artista José Alecrim, e a oficina de escavação no Jardim das Descobertas, organizada pelo Laboratório de Arqueologia (Labarq) do MA/UFG. As crianças também participam da montagem de quebra-cabeças inspirados no acervo do Museu, com monitoria de Lucas Yabagata e Leandro Guimarães, além de atividades como pintura de plaquinhas para o jardim e oficina de fitinhas de memória. Outro destaque desta edição é a confecção de bonecas Abayomi, conduzida por Alessandra Soares.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Para tornar a experiência ainda mais acolhedora e festiva, o evento contará com lanche recreativo e um carrinho de pipoca e algodão doce, reforçando o clima de celebração e convivência no espaço museal. Para Ênya Morais, o projeto parte do entendimento de que o brincar é uma forma potente de aprendizagem e de construção de memória cultural. “Quando a criança brinca dentro do museu, ela cria vínculos afetivos com o patrimônio. O museu deixa de ser apenas um lugar de objetos e passa a ser um espaço de experiência viva”, afirma.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Durante o evento, os participantes também poderão visitar as exposições em cartaz no MA/UFG, como “Lavras e Louvores”, exposição permanente do Museu, “Iyá Agba - As Matriarcas” e “Entre Olhares, Raízes e Memória” promovidas pelo Orum Aiyê Quilombo Cultural que apresentam aspectos simbólicos e históricos de manifestações culturais brasileiras.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Com o Museu Brincante, o MA/UFG reafirma seu compromisso com a educação museal e com a democratização do acesso ao patrimônio cultural, abrindo suas portas para que as crianças vivenciem o museu como espaço de descoberta, imaginação e pertencimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira &lt;a href="https://www.instagram.com/p/DVL1qrEjeja/?img_index=1"&gt;aqui a programação completa&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 06 Mar 2026 07:52:20 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/199047-museu-brincante-transforma-ma-ufg-em-espaco-de-arte-brincadeira-e-educacao-patrimonial</link>
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