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    <title>Museu</title>
    <description>MA - Museu Antropológico</description>
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      <title>Museu Antropológico da UFG integra ação de cidadania no território Tapuia do Carretão</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Visita Tapuia" title="Visita Tapuia" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-07-09_at_15.26.50.jpeg?1783693084" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Iniciativa reuniu lideranças indígenas para promover acesso à justiça e retificação de documentos&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Texto: João Lúcio&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Fotos: Adelino Carvalho e Rudnney Silva&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-07-09_at_15.26.50.jpeg" alt="Visita Tapuia" width="600" height="338" /&gt;
&lt;figcaption&gt; Representantes das entidades envolvidas no projeto&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;No dia 06 de julho de 2026, o Museu Antropológico (MA) da Universidade Federal de Goiás (UFG) participou da 3ª Edição do projeto Defensorias no Araguaia, realizada na Aldeia Carretão, no município de Nova América (GO). O vice-diretor da unidade, Adelino Carvalho, representou a Direção do Museu atendendo ao convite oficial do Defensor Público-Geral do Estado de Goiás, Tiago Gregório Fernandes. O evento contou com a presença de lideranças fundamentais da comunidade, como o Cacique Dorvalino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-07-09_at_15.26.52.jpeg" alt="Cacique Dorvalino" width="600" height="1067" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Cacique Dorvalino e o motorista da UFG Rudnney Silva&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O projeto é uma articulação conjunta entre as Defensorias Públicas de Goiás, Tocantins e Mato Grosso, contando com a colaboração de órgãos como a Defensoria Pública da União (DPU), INSS, Receita Federal, Funai e prefeituras locais. O objetivo central da ação é garantir a defesa dos direitos humanos e ampliar o acesso à justiça para populações indígenas em situação de vulnerabilidade.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Para o Museu Antropológico, a participação visou a consolidação de redes de cooperação com instituições estaduais e a apresentação da nova gestão da UFG e do MA junto aos atores locais. Durante o evento, foi realizada uma roda de conversa com o povo Tapuia do Carretão. Segundo Adelino Carvalho, “Para além da efetivação de direitos humanos e do exercício da cidadania junto ao povo Tapuia, a ação configurou-se como um espaço de escuta qualificada das demandas comunitárias, tanto imediatas quanto estruturais".&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-07-09_at_15.26.51.jpeg" alt="Adelino Carvalho" width="600" height="338" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Representantes das Defensorias Públicas do Estado, MA e prefeitura de Nova América&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Entre os serviços prestados à comunidade, destacaram-se o atendimento jurídico integral, orientações previdenciárias e de saúde, além da emissão de documentos. Um dos resultados de maior impacto foi a retificação de registros civis para a inclusão do nome da etnia “Tapuia” nos documentos oficiais, medida que atua como "marcador de identidade, legitimando a continuidade histórica e o sentimento de pertencimento territorial e ancestral dos sujeitos", afirma Adelino Carvalho.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A presença institucional da UFG na Aldeia Carretão reafirma o compromisso da universidade com a promoção da cidadania e o fortalecimento do diálogo com os povos originários.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 10 Jul 2026 11:18:34 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/202685-museu-antropologico-da-ufg-integra-acao-de-cidadania-no-territorio-tapuia-do-carretao</link>
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      <title>SEACULT/UFG visita Museu Antropológico e reforça defesa do patrimônio cultural</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="SEACULT 1" title="SEACULT 1" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_4949.JPG?1783612831" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Flávia Cruvinel e Rosani Leitão abriram o diálogo voltado ao fortalecimento das políticas culturais na UFG&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Texto e Fotos: João Lúcio&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na tarde da última quarta-feira, 8 de julho, o Museu Antropológico (MA) da Universidade Federal de Goiás (UFG) recebeu a visita de Flávia Cruvinel, Secretária de Arte e Cultura (SEACULT) da UFG, para um encontro com a equipe da unidade. A reunião foi realizada no miniauditório do Museu e marcou um momento de aproximação institucional entre a SEACULT e o MA, com foco na construção de ações conjuntas voltadas à valorização da cultura e à preservação do patrimônio cultural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_4949.JPG" alt="SEACULT 1" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Rosani Leitão e Flávia Cruvinel&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A sessão foi presidida pela diretora do Museu Antropológico, Rosani Moreira Leitão, que deu as boas-vindas à secretária Flávia Cruvinel e destacou a importância da criação da SEACULT para o fortalecimento das políticas culturais no âmbito da Universidade. Em sua fala, Rosani agradeceu a presença da equipe do Museu e manifestou o desejo de que a nova secretaria mantenha um diálogo permanente com as unidades culturais da UFG, contribuindo para a construção de ações e políticas voltadas à defesa da pesquisa e do patrimônio cultural goiano.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Durante o encontro, Flávia Cruvinel apresentou dois integrantes da equipe da SEACULT: Marcus Pantaleão e a professora Karine Ramaldes, que passam a compor a estrutura da secretaria e atuarão na articulação de iniciativas culturais junto às unidades da Universidade.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_4970.JPG" alt="SEACULT 2" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Marcus Pantaleão e Karine Ramaldes&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A secretária ressaltou a importância de estabelecer uma relação próxima com os espaços culturais da UFG, conhecendo suas demandas, especificidades, potencialidades e projetos, de modo a fortalecer a atuação institucional da SEACULT e ampliar as possibilidades de cooperação entre as diferentes áreas da cultura universitária.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A reunião também proporcionou um espaço de diálogo entre os servidores do Museu Antropológico e a equipe da SEACULT, permitindo a apresentação das pessoas da unidade e a abertura de diálogo sobre perspectivas para futuras parcerias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-07-09_at_13.04.19_%282%29.jpeg" alt="SEACULT 3" width="700" height="525" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Equipes Museu e SEACULT&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O encontro reafirma o compromisso do Museu Antropológico com a construção coletiva de ações e políticas públicas para a cultura, especialmente aquelas relacionadas à preservação, pesquisa, difusão e valorização do patrimônio cultural de Goiás e do Brasil.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 09 Jul 2026 13:10:38 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/202667-seacult-ufg-visita-museu-antropologico-e-reforca-defesa-do-patrimonio-cultural</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Senhoras do Cerrado levam arte e cidadania à Conferência de Saúde</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Cia Teatro Senhoras do Cerrado - Conferência" title="Cia Teatro Senhoras do Cerrado - Conferência" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-07-02_at_14.50.59_%281%29.jpeg?1783080976" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Projeto "Viver em Cena" do MA/UFG promove saúde emocional e combate o idadismo por meio do teatro&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Fotos: Adelino Carvalho&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Texto: João Lúcio e Wadson Gama&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Na tarde do dia 02 de julho de 2026, o Auditório da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás (UFG), em Goiânia, foi palco de uma intervenção que uniu arte e políticas públicas. Como parte da programação oficial da 13ª Conferência Municipal de Saúde de Goiânia, a Companhia de Teatro Senhoras do Cerrado apresentou fragmentos do espetáculo "Invisibilidade", sensibilizando e provocando reflexões em delegados, trabalhadores da saúde, gestores e prestadores de serviço do SUS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No palco, mulheres idosas que integram a companhia deram voz e corpo a uma performance que denuncia o apagamento social (idadismo). As imagens da apresentação revelam momentos de expressividade, alternando entre figurinos em tons de cinza que sugerem a neutralização do ser e trajes vibrantes e coloridos, que celebram a vitalidade e a cultura popular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-07-02_at_14.50.59_%281%29.jpeg" alt="Cia Teatro Senhoras do Cerrado - Conferência" width="600" height="338" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Cia de Teatro Senhoras do Cerrado na Conferência Municipal de Saúde&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Teatro como Ferramenta de Promoção à Saúde&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A apresentação cênica é fruto do projeto de extensão universitária "Viver em Cena", uma iniciativa do Museu Antropológico (MA/UFG). O projeto utiliza as artes cênicas e a psicologia comunitária como instrumentos fundamentais para a promoção da saúde mental, a inclusão social e o resgate da cidadania da pessoa idosa. A coordenação técnica e antropológica está sob a responsabilidade do Dr. Adelino Carvalho, com a orientação e condução do psicólogo Me. Wadson Arantes Gama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo de levar o espetáculo "Invisibilidade", recentemente apresentado no Teatro Goiânia, para o ambiente deliberativo da conferência foi realizar uma intervenção poética capaz de impactar quem formula as políticas públicas. Ao colocar o envelhecimento em debate direto com o controle social, o projeto demonstra que o acesso à cultura e a convivência comunitária são estratégias eficazes na prevenção do adoecimento psicológico e na promoção da qualidade de vida.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-07-02_at_14.51.06.jpeg" alt="Cia Teatro Senhoras do Cerrado - Conferência 2" width="600" height="338" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Cena da apresentação de fragmentos do espetáculo "Invisibilidade"&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Protagonismo de mulheres idosas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Para o psicólogo e mestre Wadson Arantes Gama, a presença das "Senhoras do Cerrado" no evento reafirma um conceito ampliado de saúde. Segundo ele: "A inserção da Companhia de Teatro Senhoras do Cerrado na programação cultural da Conferência Municipal de Saúde reafirma que a saúde não é apenas a ausência de doença, mas o pleno bem-estar social e mental. Ao apresentar os fragmentos de 'Invisibilidade' para os delegados e trabalhadores da saúde, o projeto de extensão 'Viver em Cena' cumpre um papel fundamental: transforma a arte em uma ferramenta de controle social e humanização, tirando as pessoas idosas 60+ da margem e colocando-as como protagonistas do debate público".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para uma das atrizes da Cia de Teatro, Irma Liria Queiroz, de 72 anos: "as Senhoras do Cerrado transformam a arte em alegria, harmonia, simplicidade, amor. A arte cura e transforma senhoras mulheres, transformando e curando através da arte, do momento legítimo, da essência divina que Deus nos deu: a arte", conclui Irma.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A participação da Companhia reforça o papel da universidade pública em conectar a extensão universitária com a arte e as necessidades reais da comunidade, transformando vivências em expressões terapêuticas e atos de resistência política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-07-02_at_15.45.06.jpeg" alt="Cia Teatro Senhoras do Cerrado - Conferência 3" width="600" height="1067" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Atriz da Cia de Teatro Senhoras do Cerrado mostra seu crachá da Conferência&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 03 Jul 2026 09:21:44 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/202475-senhoras-do-cerrado-levam-arte-e-cidadania-a-conferencia-de-saude</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Estudantes da Escola  Municipal D’Alka Leles visitam o Museu Antropológico</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Dalka Visita 5" title="Dalka Visita 5" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_9388.jpg?1782934764" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;Visita integrou a programação da 15ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos com sessões de filmes e imersão no patrimônio cultural de Goiás&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Foto e texto: João Lúcio&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_9627.jpg" alt="Dalka Visita 7" width="600" height="400" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Estudantes da Escola Municipal Professora D'Alka Leles&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em um marco para o Museu Antropológico da UFG (MA/UFG), os estudantes da Escola Municipal Professora D'Alka Leles foram os primeiros a utilizar o novo miniauditório do espaço após sete anos de reforma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_9517.jpg" alt="Dalka Visita 2" width="600" height="400" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Estudantes sendo recebidos por Yebis Karajá e Leandro Guimarães no miniauditório&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A visita, ocorrida nos dias 24 e 25 de junho, integrou a programação da 15ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos (MCDH), que este ano debateu o tema “Direitos humanos e emergência climática: rumo a um futuro sustentável”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_9503.jpg" alt="Dalka Visita 3" width="600" height="400" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Filme da 15ª MCDH&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A recepção dos alunos foi dividida em dois momentos. No dia 24, &lt;span&gt;as turmas foram acolhidas pelo vice-diretor do MA/UFG, Adelino Carvalho, e pelo produtor cultural João Lúcio.&lt;/span&gt; Já no dia 25, a comitiva escolar foi recebida pelo historiador e servidor do museu, Leandro Guimarães, acompanhado pelo estagiário Yebis Karajá e também com o apoio de João Lúcio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_9235.jpg" alt="Dalka Visita 4" width="600" height="400" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Adelino Carvalho faz mediação com estudantes&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cinema e Reflexão&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Como parte da "Sessão com Escolas", os estudantes assistiram a dois documentários que compõem a grade da mostra: Eu sou Raiz (7min – 2022 – PE), obra que aborda raízes culturais e identidade. Cerrado, Coração das Águas: Conexão Caatinga (16min – 2025), uma produção de Goiás, Tocantins, Distrito Federal e Mato Grosso, que trata diretamente do tema de emergência climática da edição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após as exibições, o aprendizado continuou com uma visita mediada à exposição de longa-duração "Lavras e Louvores", que apresenta o patrimônio cultural do Estado de Goiás, proporcionando uma imersão na história e nas tradições regionais; e à exposição de curta-duração "Manchetes do Invisível: O Césio-137 sob o olhar da imprensa de Goiânia em 1987", que dialoga sobre um marco histórico e social profundamente enraizado na história de Goiânia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_9388.jpg" alt="Dalka Visita 5" width="600" height="400" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Estudantes visitam a exposição Lavras e Louvores&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Educação e Patrimônio&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A reabertura do miniauditório, que passou por uma reforma completa, foi celebrada pela comunidade acadêmica e escolar. Para a professora Ana Carolina Andalécio, da Escola Municipal Professora D'Alka Leles, a experiência reforça o papel social dessas instituições. “Inauguramos com excelência o auditório do Museu Antropológico. Pois acreditamos na confluência entre Escola e Museu para um construto efetivo do conhecimento”, afirmou a docente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_9597.jpg" alt="Dalka Visita 6" width="600" height="400" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Professora Ana Carolina Andalécio&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A 15ª MCDH é uma realização do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania e do Ministério da Cultura, contando com a parceria local da Secretaria de Arte e Cultura da UFG (SEACULT), e com a colaboração do Cineclube Cuca Maluca, do Coletivo Desencuca, do coletivo Magnífica Mundi de educomunicação da UFG, do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Direitos Humanos, do Núcleo de Direitos Humanos da UFG, da Associação Brasileira de Geógrafos - seção Goiânia (AGB), do Grupo de Pesquisa Dona Alzira (IESA/UFG) e da Associação de Migrantes, Refugiados e Apátridas de Goiás - AMIRA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Confira os registros fotográficos completos das duas visita da Escola Municipal Professora D'Alka Leles ao MA/UFG:&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Dia 24: &lt;a href="/a/15-mostra-de-cinema-e-direitos-humanos-23-e-24-de-junho"&gt;Museu&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Dia 25: &lt;a href="/a/15-mostra-de-cinema-e-direitos-humanos-25-de-junho"&gt;Museu&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;📷 créditos: @joaoluciomc&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jul 2026 16:42:36 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/202424-estudantes-da-escola-municipal-d-alka-leles-visitam-o-museu-antropologico</link>
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    <item>
      <title>Museu sedia a 15ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos no mês de Junho</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Mostra Direitos Humanos" title="Mostra Direitos Humanos" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/Mostra_Direitos_Humanos.jpg?1781875023" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;A mostra será realizada entre 23 e 26 de junho no miniauditório do MA/UFG&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Texto: João Lúcio&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os dias 23 e 26 de junho, o Museu Antropológico da UFG sedia a 15ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos (MCDH), um evento que busca democratizar o acesso ao cinema brasileiro e fomentar debates sobre questões sociais. As exibições acontecem no Miniauditório do Museu, espaço que será oficialmente reinaugurado durante a mostra após passar por reformas estruturais.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/Mostra_de_Direitos_Humanos_1.jpg" alt="Mostra de Direitos Humanos 1" width="400" height="500" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Cartaz&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Nesta edição, o tema central é “Direitos humanos e emergência climática: rumo a um futuro sustentável”, reunindo obras de realizadores indígenas, quilombolas e ribeirinhos que convidam o público a refletir sobre a preservação do meio ambiente, patrimônio e a diversidade cultural. A iniciativa é uma realização do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania em parceria com o Ministério da Cultura, alcançando mais de 660 municípios em todo o país como parte da Mostra Difusão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Programação Diversificada e Inclusiva&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A programação foi pensada para atender a diferentes públicos, desde estudantes até o público em geral, com todas as sessões gratuitas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/Mostra_de_Direitos_Humanos_2.jpg" alt="Mostra de Direitos Humanos 2" width="400" height="500" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Programação Terça&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sessão de Abertura e Curtas Temáticos&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;A mostra começa oficialmente na terça-feira (23/06), às 19h, com a exibição do documentário Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá, uma produção mineira de 2024 com 90 minutos de duração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/Mostra_de_Direitos_Humanos_3.jpg" alt=" Mostra de Direitos Humanos 3" width="400" height="500" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Programação Quarta&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Na quarta-feira (24/06), às 14h, a "Sessão Nego Bispo (Terra)" apresenta o documentário paraense Pau D’Arco, de 2025, que aborda a luta pela terra e justiça social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/DIA_26062026_%284320_x_1350_px%29.svg" alt=" Mostra de Direitos Humanos 4" width="1000" height="313" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Programação Quinta&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Programação para o público escolar&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;A educação é um pilar central desta edição. De quarta a sexta-feira, sempre às 09h, ocorrem as "Sessões com Escolas", exibindo os filmes Eu sou Raiz e Cerrado, Coração das Águas: Conexão Caatinga, este último uma produção de 2025 que envolve os biomas de Goiás, Tocantins, Distrito Federal e Mato Grosso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/Mostra_de_Direitos_Humanos_12.jpg" alt=" Mostra de Direitos Humanos 6" width="400" height="500" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Programação Sessão nas Escolas&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Programação para o público infantil&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Na quinta-feira (25/06), às 14h, a "Sessão Infantil" traz quatro animações que utilizam a linguagem lúdica para discutir temas como ancestralidade e ecologia:&lt;br /&gt;Ga vī: a voz do barro (PR).&lt;br /&gt;Òsányìn: O segredo das folhas (AL/BA/RJ).&lt;br /&gt;No início do Mundo (CE).&lt;br /&gt;Amazônia sem garimpo (RJ).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/DIA_26062026_%284320_x_1350_px%29_%281%29.jpg" alt=" Mostra de Direitos Humanos 5" width="1000" height="313" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Programação Sexta&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Encerramento e Crise Climática&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;O último dia da mostra, sexta-feira (26/06), conta com duas sessões temáticas a partir das 14h. A "Sessão de Raoni (Floresta)" exibe o documentário Grão. Logo após, a "Sessão Antônia Melo (Água)" apresenta os curtas Kutala e Volta Grande, reforçando a urgência da proteção dos nossos recursos hídricos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Interseccionalidade e Parcerias Locais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A realização da mostra no Museu Antropológico da UFG não ocorre de forma isolada. O evento integra a programação simultânea da 2ª Semana de Migrantes, Refugiados e Apátridas de Goiás, organizada pela AMIRA, que acontece no mesmo local entre 25 e 28 de junho, oferecendo serviços de cidadania.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/Mostra_de_Direitos_Humanos_13.jpg" alt=" Mostra de Direitos Humanos 7" width="400" height="500" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Realização e Parcerias&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Localmente, a mostra é coordenada pela Secretaria de Arte e Cultura da UFG (SEACULT) e conta com o apoio de diversos coletivos e núcleos de pesquisa, incluindo o Cineclube Cuca Maluca, o Coletivo Magnífica Mundi de educomunicação, o Núcleo de Direitos Humanos da UFG (NDH), o Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Direitos Humanos (PPGIDH), a Associação Brasileira de Geógrafos (AGB-Goiânia), o &lt;span&gt;Grupo de Pesquisa Dona Alzira (IESA/UFG) e a Associação de Migrantes, Refugiados e Apátridas de Goiás - AMIRA.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 19 Jun 2026 10:48:24 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/202009-museu-sedia-a-15-mostra-de-cinema-e-direitos-humanos-no-mes-de-junho</link>
      <guid>https://museu.ufg.br/n/202009-museu-sedia-a-15-mostra-de-cinema-e-direitos-humanos-no-mes-de-junho</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Espetáculo "Invisibilidade" ocupa o Teatro Goiânia com narrativas de mulheres idosas</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Senhoras do Cerrado 10" title="Senhoras do Cerrado 10" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/nota_de_pesar_%28400_x_240_px%29_%285%29.jpg?1781728300" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Montagem de projeto de extensão do Museu se apresenta em sessões gratuitas nos dias 18 e 19 de junho&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;Texto e fotos: João Lúcio&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;Nos dias 18 e 19 de junho, o Teatro Goiânia recebe o espetáculo &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span&gt;Invisibilidade&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span&gt;, produção da Companhia de Teatro Senhoras do Cerrado que transforma em linguagem cênica as memórias, experiências e trajetórias de mulheres idosas. As apresentações acontecem no dia 18, às 18h, e no dia 19, às 19h, com entrada gratuita.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/Invisibilidade_2.jpg" alt="Invisibilidade 2" width="400" height="500" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Cartaz&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;A montagem integra o Projeto de Extensão Viver em Cena, desenvolvido pelo Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás (UFG) e coordenado por Adelino Carvalho. O trabalho foi concebido em alusão ao mês de conscientização e combate à violência contra a pessoa idosa e reafirma o papel da arte como instrumento de reflexão, cidadania e valorização da memória social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-06-15_at_11.32.43_%282%29.jpeg" alt="Senhoras do Cerrado 1 " width="400" height="500" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Cia de Teatro Senhoras do Cerrado&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;Inspirado em relatos de mulheres residentes em Instituições de Longa Permanência, o espetáculo reúne histórias marcadas por afetos, desafios, conquistas e resistência. Em cena, personagens simbólicos conduzem o público por diferentes tempos e experiências, evidenciando a riqueza de vidas que frequentemente permanecem à margem da narrativa social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5544.JPG" alt="FE no museu 3" width="400" height="600" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Adelino Carvalho&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;Com direção geral e roteiro de Wadson Gama, &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span&gt;Invisibilidade&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span&gt; apresenta um conjunto de personagens que representam distintas vivências do envelhecimento feminino. Entre elas estão Aurora, que aos 97 anos transforma sua própria história em celebração da vida; Inácia, que carrega a força de quem enfrentou barreiras impostas pelo racismo e pela desigualdade; além de figuras como Alícia Corelli e Quitéria das Dores, cujas trajetórias refletem questões relacionadas ao pertencimento, reconhecimento e dignidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/senhoras_7.jpg" alt="Wadson Gama" width="400" height="266" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Professor Wadson Arantes Gama&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;A encenação articula teatro, música e movimento em uma construção estética marcada por sete coreografias que acompanham o percurso dramático da obra. A proposta valoriza a memória como patrimônio coletivo e reconhece as mulheres idosas como protagonistas de histórias fundamentais para a compreensão da sociedade contemporânea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-06-15_at_11.32.42_%282%29.jpeg" alt="Senhoras do Cerrado 2" width="400" height="500" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Ensaio&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;Para Adelino Carvalho, coordenador do projeto, a iniciativa reforça a aproximação entre universidade, cultura e comunidade. Já para Wadson Gama, a montagem representa um espaço de escuta e valorização de experiências que merecem visibilidade e reconhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-06-15_at_11.32.43_%281%29.jpeg" alt="Senhoras do Cerrado 3" width="400" height="500" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Senhoras de 60 a 97 anos&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;Realizado pela Companhia de Teatro Senhoras do Cerrado e pelo Projeto de Extensão Viver em Cena, do Museu Antropológico da UFG, o espetáculo conta com apoio do Teatro Goiânia, da Secretaria de Estado da Cultura de Goiás (Secult Goiás) e do Governo de Goiás.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 17 Jun 2026 13:54:22 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/201935-espetaculo-invisibilidade-ocupa-o-teatro-goiania-com-narrativas-de-mulheres-idosas</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Memória do Césio-137 é tema de exposição do curso de Museologia da UFG</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Cesio 137 4" title="Cesio 137 4" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/Cesio_137_5.jpg?1781209966" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;A mostra analisa como a imprensa de 1987 moldou a memória coletiva sobre o maior acidente radiológico do Brasil&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Texto: João Lúcio&lt;br /&gt;Artes: Museologia (FCS/UFG)&lt;br /&gt;Fotos: João Lúcio e Museologia (FCS/UFG)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/Cesio_137_5.jpg" alt="Cesio 137 4" width="500" height="625" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Cartaz da exposição&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás (MA/UFG) apresenta, a partir do dia &lt;strong&gt;12 de junho (sexta-feira)&lt;/strong&gt;, a exposição "&lt;strong&gt;Manchetes do Invisível: O Césio-137 sob o olhar da imprensa de Goiânia em 1987&lt;/strong&gt;".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A programação de abertura terá início às 19h, com a palestra "Reminiscências: anotações curatoriais sobre a exposição 'e o desastre radioativo de Goiânia se revela'", ministrada pela &lt;strong&gt;Profa. Dra. Telma Camargo da Silva&lt;/strong&gt; (Doutora em Antropologia pela &lt;em&gt;City University of New York&lt;/em&gt;). Às 20h, ocorrerá a inauguração oficial do espaço expográfico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/Telma_Camargo.png" alt="Telma Camargo" width="500" height="421" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Profa. Dra. Telma Camargo. Foto: estudantes do curso de Museologia (FCS)&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;A exposição é fruto do trabalho coletivo de estudantes do curso de &lt;strong&gt;Museologia&lt;/strong&gt;, vinculado à &lt;strong&gt;Faculdade de Ciências Sociais (FCS/UFG)&lt;/strong&gt;, desenvolvido dentro da disciplina &lt;strong&gt;Comunicação Patrimonial IV - Projeto e Montagem de Exposição&lt;/strong&gt;, sob a supervisão do &lt;strong&gt;Prof. Dr. Rubens Ramos&lt;/strong&gt;. A escolha do tema partiu do desejo genuíno de dialogar com a comunidade local sobre um marco histórico e social profundamente enraizado na história de Goiânia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_7675.jpg" alt="Cesio 137 3" width="500" height="333" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Projeto expográfico apresentado durante a 24ª Semana Nacional de Museus&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Diálogo com a Comunidade e Preservação da Memória&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Segundo o Prof. Rubens Ramos, a escolha do tema foi estratégica e social: “Escolhemos o Césio-137 por entender que o museu deve ser um espaço de diálogo com a sua própria comunidade, e o acidente é um marco histórico e social profundamente enraizado em Goiânia”. O docente ressalta que a iniciativa partiu de um “desejo genuíno de olhar para a nossa história local sob a ótica da preservação da memória".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_7608.jpg" alt="Cesio 137 1" width="500" height="334" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Prof. Dr. Rubens Ramos Ferreira&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;O Desafio de Expor o Sensível&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A curadoria enfrentou a complexa tarefa de lidar com o trauma histórico sem reproduzi-lo de forma vazia. O professor destaca que o maior desafio foi “encontrar o tom certo para expor um tema tão sensível, transformando dados e notícias da época em uma experiência sensível, ética e acessível, que gerasse reflexão e não apenas a reprodução do trauma”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em vez de focar em julgamentos históricos, a exposição analisa como a informação foi construída. A mostra explora a “linha tênue entre o direito de informar, a banalização e o sensacionalismo que, em momentos de crise e sem protocolos definidos, gerou estigmas profundos na sociedade goiana”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_7577.jpg" alt="Cesio 137 2" width="500" height="334" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Projeto expográfico apresentado durante a 24ª Semana Nacional de Museus&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Formação e Responsabilidade Social&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Para os futuros museólogos, a montagem foi o ponto de encontro entre a teoria e a prática. "Colocar uma exposição de pé nos mostrou, na pele, a responsabilidade social da nossa profissão", afirma o supervisor. O projeto demonstrou que gerenciar a memória envolve lidar com “dinâmicas humanas, afetos e o impacto que aquilo que expomos causa no presente de uma comunidade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Ao final da visita, a expectativa é que o público desenvolva um olhar mais crítico sobre a responsabilidade da informação. “Desejamos que o público compreenda o valor de preservarmos as nossas memórias sem os filtros do sensacionalismo”, conclui Rubens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/Cesio_137_8.jpg" alt="Cesio 137 9" width="500" height="625" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Ficha Técnica da Exposição&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;A equipe de curadoria e montagem é composta pelos discentes: Ademar Palhano de Oliveira Junior, Ana Luisa Xavier da Silva, Carmem Lucia Ribeiro da Costa Soares, Cauê de Santana Santos, Cristiano Barbosa de Lima, Erick Vasconcelos Mesquita, Evelyn Jenifer Pereira Alves de Melo, Gabrielly Dourado Souza Lima, Marianne Silva Araújo, Morgana da Silva Santos, Raí Santana, Talia Sousa Gomes e Thaynara Celina Alves Miranda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/Cesio_137_9.jpg" alt="Cesio 137 10" width="500" height="625" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Instituições realizadoras&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 17:28:10 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/201784-memoria-do-cesio-137-e-tema-de-exposicao-do-curso-de-museologia-da-ufg</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Oficina de Fanzine promove criatividade e expressão artística no Museu Antropológico da UFG</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Oficina de fanzine 01" title="Oficina de fanzine 01" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_7991.JPG?1780169887" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Atividade dos projetos de extensão Ateliê da Palavra e Flore-Ser foi mediada pela artista Ilda Santa Fé&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Texto e fotos: João Lúcio&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_7991.JPG" alt="Oficina de fanzine 01" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Público oficineiro&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na tarde deste sábado (30 de maio), o Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás (UFG) recebeu uma Oficina de Fanzine promovida pelos projetos de extensão Ateliê da Palavra e Flore-Ser, ambos vinculados à Faculdade de Ciências Sociais (FCS) da UFG. A atividade reuniu participantes interessadas em explorar formas de expressão artística e produção editorial independente.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_8040.JPG" alt="Oficina de fanzine 02" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Recorte para uso em fanzine&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O Ateliê da Palavra é coordenado pela professora Danielle Tega, da FCS, enquanto o projeto Flore-Ser é coordenado pela professora Elis Veloso, também pedagoga na Biblioteca Central da UFG. A oficina contou ainda com a presença de Lorena Flores, vice-coordenadora de ambos os projetos, reforçando a integração entre as iniciativas extensionistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_7988.JPG" alt="Oficina de fanzine 03" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Ilda Santa Fé e público oficineiro&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;As participantes foram recebidas pelo coordenador de Intercâmbio Cultural do Museu Antropológico, João Lúcio. A mediação da oficina ficou a cargo da artista Ilda Santa Fé, que apresentou a história, os conceitos e as múltiplas possibilidades de criação dos fanzines.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_7995.JPG" alt="Oficina de fanzine 04" width="700" height="1050" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Ilda Santa Fé&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Durante a atividade, Ilda explicou que o fanzine é uma publicação independente e artesanal que pode assumir diferentes formatos e conteúdos. “Um fanzine pode receber um livro de artista, um manual de como plantar suculentas ou até mesmo um manual de como fazer fanzines”, destacou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_8025.JPG" alt="Oficina de fanzine 05" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Coleção de fanzines da artista Ilda Santa Fé&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O termo “fanzine” resulta da junção das palavras inglesas fan e magazine e refere-se a publicações produzidas por admiradores de temas específicos, como música, cinema, literatura, quadrinhos e outras expressões culturais ou de movimentos sociais. Surgidos como uma forma alternativa de comunicação, os fanzines se consolidaram como espaços de liberdade criativa, permitindo que indivíduos e pequenos grupos compartilhassem ideias, experiências e produções artísticas sem as limitações dos meios editoriais convencionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_8016.JPG" alt="Oficina de fanzine 06" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Produção das fanzines&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Caracterizados pela produção artesanal, pelas pequenas tiragens e pela circulação independente, os fanzines historicamente funcionam como laboratórios de experimentação estética e literária. Em suas páginas, convivem poemas, contos, desenhos, colagens, quadrinhos, críticas culturais, manifestos e reflexões sobre temas diversos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_8021.JPG" alt="oficina de zine 7" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Produção de fanzines&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ao longo da oficina, as participantes tiveram contato com técnicas de composição visual, colagem, escrita criativa e diagramação manual. O encontro estimulou a produção autoral e o compartilhamento de experiências, valorizando a criatividade como ferramenta de expressão individual e coletiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_8037.JPG" alt="oficina de zine 8" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Oficineira&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Como culminância da atividade, as oficineiras apresentaram seus trabalhos ao grupo, compartilhando os processos de criação e os temas explorados em seus fanzines. As produções revelaram a diversidade de olhares e abordagens presentes no encontro, reafirmando o potencial do fanzine como instrumento de experimentação artística, comunicação e construção de narrativas próprias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira todos os registros fotográficos em: &lt;a href="/a/oficina-de-fanzine-30-de-maio-tarde"&gt;Museu&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 30 May 2026 16:33:46 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/201420-oficina-de-fanzine-promove-criatividade-e-expressao-artistica-no-museu-antropologico-da-ufg</link>
      <guid>https://museu.ufg.br/n/201420-oficina-de-fanzine-promove-criatividade-e-expressao-artistica-no-museu-antropologico-da-ufg</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Nota de pesar - Nilsa Caetano Tapuia</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Nota de pesar 2" title="Nota de pesar 2" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/nota_de_pesar_%28400_x_240_px%29_%283%29.jpg?1779996142" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;O Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás manifesta, com profundo pesar, o falecimento &lt;/span&gt;&lt;span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none"&gt;de Nilsa Caetano Tapuia, mãe de nossa querida colega, a professora Dra. Eunice Pirkodi Tapuia, na madrugada de hoje.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none"&gt;O velório está sendo realizado na residência da família e o sepultamento ocorrerá a partir das 17 horas no cemitério da aldeia Tapuia do Carretão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none"&gt;O Museu Antropológico expressa seus sentimentos e solidariedade à professora Pirkodi, à sua familia e à comunidade Tapuia do Carretão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/nota_de_pesar_%28400_x_240_px%29.svg" alt="Nota de pesar 3" width="800" height="480" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 28 May 2026 16:25:14 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/201371-nota-de-pesar-nilsa-caetano-tapuia</link>
      <guid>https://museu.ufg.br/n/201371-nota-de-pesar-nilsa-caetano-tapuia</guid>
    </item>
    <item>
      <title>CEPI Cultura e Cooperativismo visita Museu Antropológico da UFG durante a 24ª Semana Nacional de Museus</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Visita SNM 2026" title="Visita SNM 2026" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_7078.jpg?1779288486" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Visita mediada aproximou estudantes do patrimônio cultural e das reflexões sobre identidade e preservação da cultura&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Texto e Fotografias: João Lúcio&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na manhã desta quarta-feira, 20 de maio de 2026, estudantes do CEPI Cultura e Cooperativismo participaram de uma visita mediada ao Museu Antropológico (MA) da Universidade Federal de Goiás (UFG), em Goiânia. A atividade integrou a programação da 24ª Semana Nacional de Museus, que ocorre entre os dias 18 e 22 de maio, com o tema “Museus: unindo um mundo dividido”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_7078.jpg" alt="Visita SNM 2026" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Estudantes visitam a exposição Lavras e Louvores&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A visita foi conduzida pelo vice-diretor do Museu Antropológico, Adelino Carvalho, pelo historiador Leandro Guimarães e pelo estudante de Administração da UFG, Yebis Karajá, indígena do povo Iny-Karajá que realiza estágio no museu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_7025.jpg" alt="Visita SNM 2026 2" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Yebis Karajá e Adelino Carvalho&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O encontro teve início em um momento formativo em sala de aula, no qual os mediadores apresentaram informações sobre o Museu Antropológico e suas exposições. A atividade também proporcionou aos estudantes o contato e o manuseio de materiais educativos relacionados aos povos indígenas, como as Ritxòkò, e à cultura popular, ampliando o diálogo sobre memória, identidade e patrimônio cultural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_7129.jpg" alt="Visita SNM 2026 3" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Estudante e Leandro Guimarães&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em seguida, o grupo visitou a exposição de longa duração “Lavras e Louvores”. A mostra promove reflexões sobre a formação cultural regional e evidencia diferentes experiências e modos de vida presentes na história de Goiás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_7095.jpg" alt="Visita SNM 2026 4" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Estudantes com professora Rokcxana Ribeiro&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Para a professora Rokcxana Ribeiro, do CEPI Cultura e Cooperativismo, a experiência representou um importante momento de aprendizado e reflexão. “A importância da visita de hoje ao Museu Antropólogo da UFG provocou o debate e o entendimento das nossas raízes e a importância de preservarmos a nossa Cultura”, destacou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_7048.jpg" alt="Visita SNM 2026 6" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Estudantes manuseiam Ritxòkò&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O Museu Antropológico da UFG participa da 24ª Semana Nacional de Museus com uma programação gratuita e aberta ao público, em parceria com o IBRAM/Ministério da Cultura. A edição deste ano convida à reflexão sobre o papel dos museus na construção de uma sociedade mais justa, democrática e plural, reforçando esses espaços como territórios de diálogo, memória, diversidade e participação social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_7039.jpg" alt="Visita SNM 2026 7" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Ritxòkò&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ao longo da semana, o MA/UFG promove palestras, oficinas, visitas mediadas, rodas de conversa, cine-fórum, lançamento de livro e ações voltadas à saúde mental, culturas indígenas, patrimônio e memória, fortalecendo os vínculos entre museu e sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_7146.jpg" alt="Visita SNM 2026 8" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;CEPI Cultura e Cooperativismo&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A programação conta com financiamento do SINT-IFESGO e apoio do Grupo La Folie – Pesquisa em História da Loucura e do Coletivo Desencuca.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Confira os registros fotográficos da visita em: &lt;a href="/a/24-semana-nacional-de-museus-20-de-maio-manha"&gt;https://museu.ufg.br/a/24-semana-nacional-de-museus-20-de-maio-manha&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 20 May 2026 11:51:34 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/201124-cepi-cultura-e-cooperativismo-visita-museu-antropologico-da-ufg-durante-a-24-semana-nacional-de-museus</link>
      <guid>https://museu.ufg.br/n/201124-cepi-cultura-e-cooperativismo-visita-museu-antropologico-da-ufg-durante-a-24-semana-nacional-de-museus</guid>
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