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    <title>Museu</title>
    <description>MA - Museu Antropológico</description>
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    <item>
      <title>Museu Antropológico da UFG promove I Seminário "Viver em Cena"</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Seminário Viver em Cena 10" title="Seminário Viver em Cena 10" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/Galeria_de_Vidro.jpg?1785869083" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;O evento traz como tema a invisibilidade da mulher idosa brasileira&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Texto: João Lúcio&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/4.jpg" alt="Seminário Viver em Cena 01" width="400" height="500" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos dias &lt;strong data-start="123" data-end="152"&gt;13 e 14 de agosto de 2026&lt;/strong&gt;, o &lt;strong data-start="156" data-end="221"&gt;Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás (MA/UFG)&lt;/strong&gt; realiza o &lt;strong data-start="232" data-end="333"&gt;I Seminário Viver em Cena – Invisibilidade da Mulher Idosa Brasileira, Memória e Direitos Humanos&lt;/strong&gt;, no miniauditório do museu. A iniciativa integra o projeto de extensão universitária &lt;strong data-start="419" data-end="438"&gt;"Viver em Cena"&lt;/strong&gt;, desenvolvido pelo MA/UFG e coordenado por &lt;strong data-start="482" data-end="502"&gt;Adelino Carvalho&lt;/strong&gt;, em parceria com o psicólogo e pesquisador &lt;strong data-start="560" data-end="587"&gt;Me. Wadson Arantes Gama&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O evento reunirá pesquisadoras(es), representantes de instituições públicas, artistas, ativistas e integrantes da sociedade civil para discutir os desafios enfrentados pelas mulheres idosas no Brasil, abordando temas como memória, cidadania, cultura e direitos humanos. A proposta é ampliar o debate sobre os processos de invisibilização desse grupo social, valorizando suas trajetórias, seus direitos e seu protagonismo na construção da sociedade.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Segundo a organização, o seminário busca promover reflexões sobre a invisibilidade da mulher idosa brasileira e fortalecer práticas de inclusão social, reconhecendo histórias frequentemente silenciadas e reafirmando o papel da universidade pública na produção de conhecimento comprometido com a transformação social.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A programação tem início na noite de &lt;strong data-start="1509" data-end="1525"&gt;13 de agosto&lt;/strong&gt;, às 18h30, com mesa de abertura que contará com a participação da reitora da UFG, &lt;strong data-start="1608" data-end="1636"&gt;Sandramara Matias Chaves&lt;/strong&gt;; da secretária de Arte e Cultura da UFG, &lt;strong data-start="1678" data-end="1703"&gt;Flávia Maria Cruvinel&lt;/strong&gt;; e da diretora do Museu Antropológico, &lt;strong data-start="1874" data-end="1899"&gt;Rosani Moreira Leitão&lt;/strong&gt;. Na sequência, será apresentado o espetáculo &lt;strong data-start="1945" data-end="1965"&gt;"Invisibilidade"&lt;/strong&gt;, encerrando a noite com um coquetel de confraternização.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/5.jpg" alt="Seminário Viver em Cena 02" width="400" height="500" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;No dia &lt;strong data-start="2069" data-end="2085"&gt;14 de agosto&lt;/strong&gt;, as atividades começam com credenciamento e café da manhã, seguidos da conferência de abertura ministrada pela professora &lt;strong data-start="2208" data-end="2244"&gt;Maria Izabel de Melo (PPGDH/UFG)&lt;/strong&gt;, com o tema &lt;strong data-start="2257" data-end="2351"&gt;"Viver em cena – Invisibilidade de Mulheres Idosas: Cidadania, Memória e Direitos Humanos"&lt;/strong&gt;. Ainda pela manhã, uma mesa-redonda reunirá especialistas, pesquisadoras e representantes da sociedade civil para discutir invisibilidade, memória, cidadania e direitos humanos, além de uma apresentação cultural da &lt;strong data-start="2567" data-end="2605"&gt;Cia. de Teatro Senhoras do Cerrado&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/6.jpg" alt="Seminário Viver em Cena 04" width="400" height="500" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Durante a tarde, o público poderá participar da oficina &lt;strong data-start="2702" data-end="2766"&gt;"Fora de Cena: iluminando histórias e direitos das mulheres"&lt;/strong&gt;, conduzida pelo psicólogo &lt;strong data-start="2793" data-end="2820"&gt;Me. Wadson Arantes Gama&lt;/strong&gt;, doutorando do Programa de Pós-Graduação em Direitos Humanos da UFG. O encerramento será marcado pela conferência da professora &lt;strong data-start="2949" data-end="2990"&gt;Camila A. de Moraes Wichers (MAE/USP)&lt;/strong&gt;, que apresentará a palestra &lt;strong data-start="3019" data-end="3121"&gt;"Viver em cena, Existir na sombra: Uma etnografia sobre Gênero e a Invisibilidade da Mulher Idosa"&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/Semin%C3%A1rio_Viver_em_Cena_03.jpg" alt="Seminário Viver em Cena 03" width="400" height="500" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ao promover o diálogo entre universidade, pesquisa, arte e sociedade, o &lt;strong data-start="3234" data-end="3263"&gt;I Seminário Viver em Cena&lt;/strong&gt; reafirma o compromisso do Museu Antropológico da UFG com ações extensionistas que articulam conhecimento acadêmico, cultura e direitos humanos, contribuindo para o enfrentamento do idadismo e das desigualdades de gênero que atravessam a experiência das mulheres idosas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScoKyxHXlpnR-mTVIR2fErge4Ky7S4DcBimIgkny2jaQsMvQA/viewform"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;strong&gt;Inscrições pelo formulário.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3 class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-section-id="16ob2mt" data-start="3535" data-end="3546"&gt;Serviço&lt;span aria-hidden="true" class="PDq2pG_selectionAnchor"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p data-start="3548" data-end="3649"&gt;&lt;strong data-start="3548" data-end="3649"&gt;I Seminário Viver em Cena – Invisibilidade da Mulher Idosa Brasileira, Memória e Direitos Humanos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="3651" data-end="4007" data-is-last-node="" data-is-only-node=""&gt;&lt;strong data-start="3651" data-end="3660"&gt;Data:&lt;/strong&gt; 13 e 14 de agosto de 2026&lt;br data-start="3686" data-end="3689" /&gt;&lt;strong data-start="3689" data-end="3699"&gt;Local:&lt;/strong&gt; Miniauditório do Museu Antropológico da UFG&lt;br data-start="3743" data-end="3746" /&gt;&lt;strong data-start="3746" data-end="3761"&gt;Realização:&lt;/strong&gt; Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás (MA/UFG)&lt;br data-start="3823" data-end="3826" /&gt;&lt;strong data-start="3826" data-end="3850"&gt;Projeto de extensão:&lt;/strong&gt; &lt;em data-start="3851" data-end="3866"&gt;Viver em Cena&lt;/em&gt;&lt;br data-start="3866" data-end="3869" /&gt;&lt;strong data-start="3869" data-end="3896"&gt;Coordenação do projeto:&lt;/strong&gt; Adelino Carvalho e Me. Wadson Arantes Gama&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 04 Aug 2026 10:00:04 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/203214-museu-antropologico-da-ufg-promove-i-seminario-viver-em-cena</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Exposição Assentamentos - Arte Sacra em Terreiros de Goiânia e Entorno</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Assentamentos 1" title="Assentamentos 1" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/9102.jpg?1785844494" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;A mostra apresenta mais de 40 peças do acervo de 16 terreiros de religiões de matriz africana e indígena&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Texto: Assessoria de Imprensa da Exposição Assentamentos&lt;br /&gt;Fotos: &lt;span&gt;Marcelo Ramalho&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/ASSENTAMENTOS__Divulgac%CC%A7a%CC%83o__A2_1.png" alt="Assentamentos 2" width="600" height="849" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir da próxima quinta-feira, o Museu Antropológico da UFG recebe peças sagradas que propõem uma reflexão sensível sobre contribuições africana e indígena na formação estética, simbólica e espiritual na cultura goiana &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Pela primeira vez, uma coleção de arte sacra afro-brasileira chega a Goiânia. A partir desta quinta-feira, &lt;strong&gt;06 de agosto&lt;/strong&gt;, às 19 horas, no &lt;strong&gt;Museu Antropológico da UFG&lt;/strong&gt;, a Exposição “&lt;strong&gt;Assentamentos - Arte Sacra em Terreiros de Goiânia e Entorno&lt;/strong&gt;”, de caráter histórico-cultural, reúne mais de 40 peças do acervo religioso, entre elementos culturais e sagrados, de 16 terreiros de religiões de matriz africana e indígena - como ifá, candomblé, umbanda, omolocô, terecô e jurema - da capital goiana e região metropolitana. A mostra, que segue até dia &lt;strong&gt;9 de outubr&lt;/strong&gt;o, propõe uma reflexão sensível sobre as contribuições africanas e indígenas na formação estética, simbólica e espiritual na cultura goiana. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A produção sacra e religiosa afro-brasileira em Goiânia é resultado de um levantamento realizado ao longo de dois anos. Os bens materiais e imateriais que compõem a exposição, constituem patrimônio de valor artístico, cultural e histórico. Estão classificados em: os objetos sagrados (ferramentas, utensílios, imagens sacras, indumentárias); cerimônias culturais (ritos, celebrações, cantos, músicas, orações); espaços (edificações, altares, ambientes internos e externos, jardins, vegetação, mobiliário); e documentos (atas de fundação, alvarás de funcionamento, livros de cadastro, fotografias antigas e outros).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/9104.jpg" alt="Assentamentos 3" width="600" height="400" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Além dos elementos culturais e sagrados, a exposição traz ainda duas coleções de fotografias históricas, pertencentes ao Museu Antropológico, da década de 70, que retratam manifestações religiosas na região metropolitana. Uma delas é a “Procissão dos Pretos-Velhos de Goiânia”. O registro histórico, entre os anos de 1972 e 1977, representa a resistência cultural e da ocupação sacra em espaço público, durante a ditadura militar, período de intensa perseguição aos religiosos. A concentração do cortejo ocorria na região da Pecuária, no Bairro Vila Nova, mobilizava centenas de fiéis, simpatizantes, curimbas e dezenas de terreiros locais. A caminhada seguia de forma imponente até o coração da capital, ocupando vias centrais como a Avenida Goiás. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/9106.jpg" alt="Assentamentos 4" width="600" height="400" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A segunda coleção, "Terreiro de Candomblé Rei Congo Inhumas-GO, 1972”, documenta as práticas religiosas desenvolvidas no Centro de Candomblé Rei Congo, localizado na cidade de Inhumas. As imagens capturadas, em 1972, registram uma comunidade religiosa em pleno exercício de sua fé, preservando aspectos da organização do espaço ritual, das vestimentas, dos instrumentos musicais, das práticas litúrgicas e da participação coletiva dos fiéis. Ao mesmo tempo, revelam o interesse crescente da universidade em documentar manifestações da cultura popular e do patrimônio imaterial goiano, em um período em que tais expressões ainda eram pouco reconhecidas como objeto de pesquisa acadêmica.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/7939.jpg" alt="Assentamentos 5" width="600" height="400" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;De acordo com o idealizador do projeto, o arquiteto Ricardo Braudes, Goiânia possui um campo religioso afro e indígena bastante rico e diversificado, desde 1950, com a Umbanda, e nos anos de 1970, com o Candomblé. Segundo dados da Federação de Umbanda e Candomblé do Estado de Goiás (FUCEG), existem cerca de 18 mil espaços em funcionamento em Goiás, sendo 4 mil em atividade na capital.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Para Ricardo, que também foi o curador da mostra, este é um projeto inédito no estado de Goiás, que evidencia a contribuição artística, cultural e histórica dos terreiros. A exposição traz para o público um vasto campo religioso que constitui um valioso patrimônio material e imaterial para a sociedade goiana. Ele também enfatiza que, ao trazer maior visibilidade à cultura afro-brasileira, existente em Goiás, a exibição contribui para o combate à intolerância religiosa, ao preconceito que existe sobre as religiões, muitas vezes consideradas como seitas. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;“Ao lançar luz às peças, objetivamos trazer a público a sua real função e simbolismo agregados, no sentido de propor uma valorização dos cultos afro-brasileiros perante a sociedade goianiense, além de consolidar uma nova referência de pesquisa sobre o patrimônio estudado, contribuindo para o resgate da história goiana no cenário religioso, e para o ensino de história afrodescendente no Brasil, conforme a Lei 10.639/2003”, destaca. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A exposição percorre um arco temporal de obras produzidas a partir da década de 50, com trabalhos de santeiros anônimos, bem como peças que atravessaram o Atlântico, trazidas com povos escravizados. O público poderá ver peças em diferentes materiais, como, ferro, bronze, madeira, argila, cerâmica, ossos, chifres e cocares de pena, revelando como a religiosidade afro-brasileira está ligada à organização política e cultural do estado.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/9137.jpg" alt="Assentamentos 6" width="600" height="400" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Para além da exposição&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Como forma de contrapartida social, o projeto prevê três ações educativas e de comunicação do acervo com a sociedade como: atividades de educação patrimonial, que orientará sobre a importância de reconhecimento, recuperação, salvaguarda e preservação de seu patrimônio; palestra pública dirigida às comunidades envolvidas, às comunidades científica, acadêmica, cultural e estudantes universitários; e visitas guiadas com a participação de integrantes dos terreiros e dos coordenadores do projeto, para atuarem como mediadores durante a exibição da exposição. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os visitantes ainda receberão um catálogo com o acervo selecionado exibido na exposição, com o intuito de consolidar uma nova referência para a pesquisa, contribuindo para o resgate da história goiana no cenário religioso, e para o ensino de história afrodescendente no Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Vale ressaltar que todos os envolvidos em “Assentamentos – Exposição de Arte Sacra de Religiões de Matriz Africana em Goiânia-GO” são praticantes de religiões de matriz africana e frequentadores de terreiros existentes na cidade de Goiânia. A união de esforços foi fundamental para a elaboração da exposição, sua estruturação e possibilidade de execução, pois as comunidades são, algumas vezes, um tanto fechadas e restritas, devido ao histórico de exploração, preconceito e depredações pelo qual já passaram. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;“Este projeto é realizado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc, operacionalizado pelo Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Cultura”.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/9107.jpg" alt="Assentamentos 7" width="600" height="400" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Serviço:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Exposição: “Assentamentos – Arte Sacra em Terreiros de Goiânia e Entorno”&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Abertura: quinta-feira, 06/08/2026, das 19h às 22h&lt;br /&gt;Local: Museu Antropológico da UFG&lt;br /&gt;Endereço:  Av. Universitária, 1166 - Setor Leste Universitário, na Praça Universitária&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Período de visitação: de 06 de agosto a 09 de outubro&lt;br /&gt;Horários: De terça a sexta-feira, das 9h às 17h&lt;br /&gt;Entrada: livre e gratuita&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Para Informações de Acessibilidade, LIBRAS e agendamento de grupos escolares:&lt;br /&gt;Assessoria de Comunicação: Márcia Fabiana (62) 99939-2982 / Jordana Barbosa (19) 98140-3610&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 04 Aug 2026 09:12:04 -0300</pubDate>
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      <title>Grandes aldeias do Cerrado pré-colonial eram sustentadas pela policultura baseada no milho</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="LABARQ Science" title="LABARQ Science" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/Captura_de_tela_2026-07-16_160914.png?1784229027" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Novo estudo ajuda a resolver um dos debates mais longevos da arqueologia sul‐americana: o papel do milho nas sociedades pré‐coloniais do Brasil&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Texto: Adaptado de Museu de Arqueologia e Etnologia da USP e Instituto Max Planck de Geoantropologia&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Fotos: Laboratório de Arqueologia (LabArq) do Museu Antropológico da UFG&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo, 15 de Julho de 2026 - Durante décadas, pesquisadores debateram as estratégias de subsistência das sociedades pré-coloniais do Cerrado brasileiro: teriam sido caçadoras-coletoras ou agricultoras intensivas de milho e, em qualquer um dos casos, como se organizavam e como interagiam com a paisagem que habitavam?&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Nesta semana, um estudo publicado na revista &lt;em&gt;Science Advances&lt;/em&gt;, financiado pela FAPESP e pelo Instituto Max Planck, apresenta as primeiras evidências diretas em larga escala capazes de responder a essas perguntas. Os resultados mostram que, enquanto algumas populações dependiam de uma ampla diversidade de plantas, o cultivo do milho desempenhou papel central para outras. Em vez de praticarem uma monocultura intensiva, essas comunidades desen volveram sistemas diversificados de policultura baseados no milho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Por muitos anos, o debate sobre o Cerrado se concentrou em dois extremos: forrageamento altamente móvel ou agricultura sedentária intensiva”, afirma Eliane Chim, primeira autora do estudo e pesquisadora do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Para a autora, algumas sociedades dependiam fortemente do milho, cultivado dentro de sistemas agrícolas diversificados capazes de sustentar grandes aldeias de até 2.000 habitantes. Isso muda de forma fundamental nossa compreensão da produção de alimentos e do padrão de assentamento indígena no Brasil central.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os pesquisadores analisaram isótopos estáveis de carbono, nitrogênio e oxigênio em dentes e ossos de mais de 100 indivíduos recuperados em 37 sítios arqueológicos dos biomas Cerrado, Caatinga e Mata Atlântica. Combinadas a novas datações radiocarbônicas obtidas de colágeno ósseo humano, a linhas de base isotópicas da fauna, a evidências arqueobotânicas e a registros paleoecológicos, essas análises permitem reconstruir as dietas da região ao longo do Holoceno tardio com precisão cronológica.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;As evidências isotópicas mostram que as pessoas associadas às aldeias a céu aberto obtinham uma parcela substancial de sua dieta a partir do milho, ao passo que populações contemporâneas que viviam em abrigos rochosos próximos consumiam alimentos muito mais diversificados e apresentavam menor consumo de milho. Como esses grupos ocupavam ambientes semelhantes, as diferenças não podem ser explicadas apenas pela ecologia. Elas revelam, antes, a coexistência de tradições culturais e estratégias econômicas distintas na região.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/Captura_de_tela_2026-07-16_161311.png" alt="LabArq Science III" width="300" height="431" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;“Esses resultados desafiam ideias mais amplas sobre como a agricultura se desenvolveu na América do Sul tropical”, diz o Prof. Patrick Roberts, diretor do Departamento de Coevolução do Uso da Terra e Urbanização do Instituto Max Planck de Geoantropologia. “Nossos achados mostram que o milho fazia parte de sistemas resilientes de produção de alimentos em policultura, que combinavam cultivos domesticados, plantas silvestres e conhecimento ecológico local.”&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-07-16_at_12.37.54.jpeg" alt="Labarq Science IV" width="400" height="300" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Cerâmica de Tradição Aratu - Nova América (GO)&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os valores isotópicos dos indivíduos das aldeias Aratu indicam um consumo de milho comparável ao de sociedades urbanas amazônicas que praticavam agricultura intensiva com irrigação e obras de terra, como as do Ucayali e dos Llanos de Mojos. É a primeira vez que o consumo intensivo de milho é documentado de forma direta em populações pré-coloniais do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os achados também colocam o Cerrado ao lado da Amazônia como um centro fundamental para a compreensão das inovações biotecnológicas das sociedades indígenas pré-coloniais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-07-16_at_12.38.03.jpeg" alt="Labarq Science V" width="400" height="300" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Remontagem inicial da urna&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O Cerrado tem sido frequentemente ofuscado pela Amazônia nas discussões sobre o uso da terra no período pré-colonial. Nossos resultados demonstram que ele também foi um centro de inovação, no qual diferentes sociedades desenvolveram formas distintas de interagir com uma das paisagens tropicais mais biodiversas do mundo", afirma o Prof. André Strauss, Coordenador do projeto/Museu de Arqueologia e Etnologia da USP.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-07-16_at_12.37.56.jpeg" alt="Labarq Science VI" width="400" height="300" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Triagem, organização e documentação dos vestígios&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para além da arqueologia, a pesquisa contribui para a compreensão da longa história da influência humana sobre uma das savanas tropicais mais ricas do planeta, evidenciando estratégias sustentáveis de uso da terra que ajudaram a moldar as paisagens do Cerrado ao longo de séculos. Esses resultados contribuem não apenas para refinar nossa compreensão da produção de alimentos no passado, mas também para os debates contemporâneos sobre conservação da biodiversidade, conhecimento indígena e manejo de longo prazo dos ecossistemas tropicais.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-07-16_at_12.38.03_%281%29.jpeg" alt="Labarq Science VII" width="400" height="300" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Ajuste e remontagem&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um marco para a arqueologia brasileira. Este é o primeiro estudo de arqueologia brasileira publicado em uma revista de alto impacto com primeira e última autoria integralmente brasileiras. A pesquisa reuniu 31 pesquisadores de 10 universidades brasileiras, entre elas o Laboratório de Arqueologia (LabArq) do Museu Antropológico da UFG, em colaboração com o Instituto Max Planck (Alemanha) e com instituições de Portugal, da Polônia e dos Estados Unidos.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 16 Jul 2026 16:02:46 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/202879-grandes-aldeias-do-cerrado-pre-colonial-eram-sustentadas-pela-policultura-baseada-no-milho</link>
      <guid>https://museu.ufg.br/n/202879-grandes-aldeias-do-cerrado-pre-colonial-eram-sustentadas-pela-policultura-baseada-no-milho</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Museu Antropológico da UFG integra ação de cidadania no território Tapuia do Carretão</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Visita Tapuia" title="Visita Tapuia" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-07-09_at_15.26.50.jpeg?1783693084" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Iniciativa reuniu lideranças indígenas para promover acesso à justiça e retificação de documentos&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Texto: João Lúcio&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Fotos: Adelino Carvalho e Rudnney Silva&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-07-09_at_15.26.50.jpeg" alt="Visita Tapuia" width="600" height="338" /&gt;
&lt;figcaption&gt; Representantes das entidades envolvidas no projeto&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;No dia 06 de julho de 2026, o Museu Antropológico (MA) da Universidade Federal de Goiás (UFG) participou da 3ª Edição do projeto Defensorias no Araguaia, realizada na Aldeia Carretão, no município de Nova América (GO). O vice-diretor da unidade, Adelino Carvalho, representou a Direção do Museu atendendo ao convite oficial do Defensor Público-Geral do Estado de Goiás, Tiago Gregório Fernandes. O evento contou com a presença de lideranças fundamentais da comunidade, como o Cacique Dorvalino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-07-09_at_15.26.52.jpeg" alt="Cacique Dorvalino" width="600" height="1067" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Cacique Dorvalino e o motorista da UFG Rudnney Silva&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O projeto é uma articulação conjunta entre as Defensorias Públicas de Goiás, Tocantins e Mato Grosso, contando com a colaboração de órgãos como a Defensoria Pública da União (DPU), INSS, Receita Federal, Funai e prefeituras locais. O objetivo central da ação é garantir a defesa dos direitos humanos e ampliar o acesso à justiça para populações indígenas em situação de vulnerabilidade.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Para o Museu Antropológico, a participação visou a consolidação de redes de cooperação com instituições estaduais e a apresentação da nova gestão da UFG e do MA junto aos atores locais. Durante o evento, foi realizada uma roda de conversa com o povo Tapuia do Carretão. Segundo Adelino Carvalho, “Para além da efetivação de direitos humanos e do exercício da cidadania junto ao povo Tapuia, a ação configurou-se como um espaço de escuta qualificada das demandas comunitárias, tanto imediatas quanto estruturais".&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-07-09_at_15.26.51.jpeg" alt="Adelino Carvalho" width="600" height="338" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Representantes das Defensorias Públicas do Estado, MA e prefeitura de Nova América&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Entre os serviços prestados à comunidade, destacaram-se o atendimento jurídico integral, orientações previdenciárias e de saúde, além da emissão de documentos. Um dos resultados de maior impacto foi a retificação de registros civis para a inclusão do nome da etnia “Tapuia” nos documentos oficiais, medida que atua como "marcador de identidade, legitimando a continuidade histórica e o sentimento de pertencimento territorial e ancestral dos sujeitos", afirma Adelino Carvalho.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A presença institucional da UFG na Aldeia Carretão reafirma o compromisso da universidade com a promoção da cidadania e o fortalecimento do diálogo com os povos originários.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 10 Jul 2026 11:18:34 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/202685-museu-antropologico-da-ufg-integra-acao-de-cidadania-no-territorio-tapuia-do-carretao</link>
      <guid>https://museu.ufg.br/n/202685-museu-antropologico-da-ufg-integra-acao-de-cidadania-no-territorio-tapuia-do-carretao</guid>
    </item>
    <item>
      <title>SEACULT/UFG visita Museu Antropológico e reforça defesa do patrimônio cultural</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="SEACULT 1" title="SEACULT 1" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_4949.JPG?1783612831" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Flávia Cruvinel e Rosani Leitão abriram o diálogo voltado ao fortalecimento das políticas culturais na UFG&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Texto e Fotos: João Lúcio&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na tarde da última quarta-feira, 8 de julho, o Museu Antropológico (MA) da Universidade Federal de Goiás (UFG) recebeu a visita de Flávia Cruvinel, Secretária de Arte e Cultura (SEACULT) da UFG, para um encontro com a equipe da unidade. A reunião foi realizada no miniauditório do Museu e marcou um momento de aproximação institucional entre a SEACULT e o MA, com foco na construção de ações conjuntas voltadas à valorização da cultura e à preservação do patrimônio cultural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_4949.JPG" alt="SEACULT 1" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Rosani Leitão e Flávia Cruvinel&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A sessão foi presidida pela diretora do Museu Antropológico, Rosani Moreira Leitão, que deu as boas-vindas à secretária Flávia Cruvinel e destacou a importância da criação da SEACULT para o fortalecimento das políticas culturais no âmbito da Universidade. Em sua fala, Rosani agradeceu a presença da equipe do Museu e manifestou o desejo de que a nova secretaria mantenha um diálogo permanente com as unidades culturais da UFG, contribuindo para a construção de ações e políticas voltadas à defesa da pesquisa e do patrimônio cultural goiano.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Durante o encontro, Flávia Cruvinel apresentou dois integrantes da equipe da SEACULT: Marcus Pantaleão e a professora Karine Ramaldes, que passam a compor a estrutura da secretaria e atuarão na articulação de iniciativas culturais junto às unidades da Universidade.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_4970.JPG" alt="SEACULT 2" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Marcus Pantaleão e Karine Ramaldes&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A secretária ressaltou a importância de estabelecer uma relação próxima com os espaços culturais da UFG, conhecendo suas demandas, especificidades, potencialidades e projetos, de modo a fortalecer a atuação institucional da SEACULT e ampliar as possibilidades de cooperação entre as diferentes áreas da cultura universitária.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A reunião também proporcionou um espaço de diálogo entre os servidores do Museu Antropológico e a equipe da SEACULT, permitindo a apresentação das pessoas da unidade e a abertura de diálogo sobre perspectivas para futuras parcerias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-07-09_at_13.04.19_%282%29.jpeg" alt="SEACULT 3" width="700" height="525" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Equipes Museu e SEACULT&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O encontro reafirma o compromisso do Museu Antropológico com a construção coletiva de ações e políticas públicas para a cultura, especialmente aquelas relacionadas à preservação, pesquisa, difusão e valorização do patrimônio cultural de Goiás e do Brasil.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 09 Jul 2026 13:10:38 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/202667-seacult-ufg-visita-museu-antropologico-e-reforca-defesa-do-patrimonio-cultural</link>
      <guid>https://museu.ufg.br/n/202667-seacult-ufg-visita-museu-antropologico-e-reforca-defesa-do-patrimonio-cultural</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Secom orienta sobre período do defeso eleitoral</title>
      <description>&lt;img width="200" alt=" CARD_NOTÍCIAS_defesoeleitorial.png" title=" CARD_NOTÍCIAS_defesoeleitorial.png" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/CARD_NOT%C3%8DCIAS_defesoeleitorial.png?1783110069" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Medidas devem ser adotadas para zelar pela imparcialidade na administração pública nas eleições&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Texto: Caroline Pires&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Secretaria de Comunicação da Universidade Federal de Goiás (Secom-UFG) informa que se inicia no dia 4 de julho, e se estende até o fim do processo eleitoral, o período do defeso eleitoral. Durante esse intervalo devem ser observadas as restrições estabelecidas na legislação eleitoral por todos os agentes públicos da UFG (servidores docentes e técnicos-administrativos, gestores, bolsistas, estagiários e trabalhadores terceirizados). &lt;a href="https://drive.google.com/drive/folders/1om4VYnObarQcGaHbx5alZ5JS08r35bDT?usp=drive_link" target="_blank" rel="noopener"&gt;Acesse o material gráfico para divulgação sobre o Defeso Eleitoral na UFG&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Considerando que é proibida a publicidade institucional de atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos na circunscrição do pleito, a Secom recomenda a retirada ou ocultação, nos sítios eletrônicos e nos perfis institucionais da UFG nas redes sociais, de toda publicidade que envolva o Governo Federal e/ou o Governo Estadual. Durante esse período, apenas a bandeira do Brasil e o brasão do Estado de Goiás devem ser utilizadas para identificação dos respectivos governos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os conteúdos de caráter jornalístico ou informativo, sem fins promocionais, poderão continuar a ser divulgados. Desta forma, permanecem autorizadas as comunicações relativas a atos oficiais e administrativos de interesse coletivo, às atividades de ensino, pesquisa e extensão e aos resultados acadêmicos, sem emissão de juízo de valor ou tom de exaltação. O foco deve ser jornalístico, técnico e neutro, sem menção a parlamentares ou autoridades que busquem promoção política por meio da entrega de recursos, obras ou ações governamentais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Redes Sociais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Secom recomenda a &lt;strong&gt;desativação dos comentários em todos os perfis institucionais&lt;/strong&gt; e fixação de card nas redes sociais com a informação sobre essa medida e o convite para que o público utilize o direct como canal de interação. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa medida está em consonância com a orientação da Procuradoria Federal junto à UFG. Recomenda-se, igualmente, o bloqueio de marcação e menção aos perfis institucionais durante o período do defeso. Ressalta-se ainda a orientação permanente de que perfis institucionais não podem fazer postagem em colaboração com perfis pessoais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Também há recomendações relacionadas aos perfis pessoais, quando houver identificação com o cargo ocupado na Instituição. Nesse caso, não será permitido interagir com conteúdos de candidatos, inclusive por meio de curtidas, comentários ou compartilhamentos. O apoio a candidatos é permitido, mas apenas fora do local e do horário de expediente e sem vinculação ao cargo público ocupado. Também é vedada a utilização de veículos oficiais, computadores, rede Wi-Fi institucional, impressoras ou quaisquer outros recursos da UFG para produzir ou divulgar material de campanha eleitoral.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como ficam os eventos institucionais?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A legislação não proíbe a realização de eventos durante o período do defeso, mas exige especial cautela. A Advocacia-Geral da União recomenda a realização de eventos com foco técnico, já incorporados ao calendário institucional, que utilizem linguagem neutra e possuam caráter educativo, informativo ou de orientação social. É fundamental, em qualquer caso, evitar a promoção pessoal de agentes públicos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Caso um candidato(a) ou  liderança partidária compareça a evento público na UFG durante o período do defeso, sua imagem não poderá constar de fotografias divulgadas pela Universidade, nem seu nome poderá ser mencionado nas publicações institucionais. Também é proibida a participação de candidatos em inaugurações realizadas nesse período. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vale lembrar que o descumprimento das normas eleitorais poderá acarretar aplicação de multas, suspensão de conteúdos e responsabilização administrativa, civil ou eleitoral dos agentes envolvidos. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que é defeso eleitoral?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante os meses que antecedem o primeiro turno das Eleições 2026 no Brasil, os agentes públicos devem atender a uma série de normas que devem ser cumpridas para garantir a igualdade de oportunidade e zelar pelo equilíbrio de disputas durante o período. Para cumprir essas normativas, a Secom participou de reuniões com servidores do Ministério da Educação e da Advocacia-Geral da União, realizou apresentações para a equipe da gestão central e para os diretores de unidades acadêmicas, além de enviar ofício orientando a comunidade acadêmica. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para acessar o PDF com as orientações da Secretaria de Comunicação, os cards para redes sociais sobre o defeso, o manual sobre a assinatura do governo federal durante o período e o brasão do Estado de Goiás, clique neste &lt;a href="https://drive.google.com/drive/folders/1om4VYnObarQcGaHbx5alZ5JS08r35bDT?usp=drive_link"&gt;link&lt;/a&gt;. Em caso de dúvidas, a Secom está à disposição pelo endereço eletrônico &lt;strong&gt;politicadecomunicacao.secom@ufg.br&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 03 Jul 2026 17:26:25 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/202523-secom-orienta-sobre-periodo-do-defeso-eleitoral</link>
      <guid>https://museu.ufg.br/n/202523-secom-orienta-sobre-periodo-do-defeso-eleitoral</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Senhoras do Cerrado levam arte e cidadania à Conferência de Saúde</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Cia Teatro Senhoras do Cerrado - Conferência" title="Cia Teatro Senhoras do Cerrado - Conferência" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-07-02_at_14.50.59_%281%29.jpeg?1783080976" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Projeto "Viver em Cena" do MA/UFG promove saúde emocional e combate o idadismo por meio do teatro&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Fotos: Adelino Carvalho&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Texto: João Lúcio e Wadson Gama&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Na tarde do dia 02 de julho de 2026, o Auditório da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás (UFG), em Goiânia, foi palco de uma intervenção que uniu arte e políticas públicas. Como parte da programação oficial da 13ª Conferência Municipal de Saúde de Goiânia, a Companhia de Teatro Senhoras do Cerrado apresentou fragmentos do espetáculo "Invisibilidade", sensibilizando e provocando reflexões em delegados, trabalhadores da saúde, gestores e prestadores de serviço do SUS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No palco, mulheres idosas que integram a companhia deram voz e corpo a uma performance que denuncia o apagamento social (idadismo). As imagens da apresentação revelam momentos de expressividade, alternando entre figurinos em tons de cinza que sugerem a neutralização do ser e trajes vibrantes e coloridos, que celebram a vitalidade e a cultura popular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-07-02_at_14.50.59_%281%29.jpeg" alt="Cia Teatro Senhoras do Cerrado - Conferência" width="600" height="338" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Cia de Teatro Senhoras do Cerrado na Conferência Municipal de Saúde&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Teatro como Ferramenta de Promoção à Saúde&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A apresentação cênica é fruto do projeto de extensão universitária "Viver em Cena", uma iniciativa do Museu Antropológico (MA/UFG). O projeto utiliza as artes cênicas e a psicologia comunitária como instrumentos fundamentais para a promoção da saúde mental, a inclusão social e o resgate da cidadania da pessoa idosa. A coordenação técnica e antropológica está sob a responsabilidade do Dr. Adelino Carvalho, com a orientação e condução do psicólogo Me. Wadson Arantes Gama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo de levar o espetáculo "Invisibilidade", recentemente apresentado no Teatro Goiânia, para o ambiente deliberativo da conferência foi realizar uma intervenção poética capaz de impactar quem formula as políticas públicas. Ao colocar o envelhecimento em debate direto com o controle social, o projeto demonstra que o acesso à cultura e a convivência comunitária são estratégias eficazes na prevenção do adoecimento psicológico e na promoção da qualidade de vida.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-07-02_at_14.51.06.jpeg" alt="Cia Teatro Senhoras do Cerrado - Conferência 2" width="600" height="338" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Cena da apresentação de fragmentos do espetáculo "Invisibilidade"&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Protagonismo de mulheres idosas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Para o psicólogo e mestre Wadson Arantes Gama, a presença das "Senhoras do Cerrado" no evento reafirma um conceito ampliado de saúde. Segundo ele: "A inserção da Companhia de Teatro Senhoras do Cerrado na programação cultural da Conferência Municipal de Saúde reafirma que a saúde não é apenas a ausência de doença, mas o pleno bem-estar social e mental. Ao apresentar os fragmentos de 'Invisibilidade' para os delegados e trabalhadores da saúde, o projeto de extensão 'Viver em Cena' cumpre um papel fundamental: transforma a arte em uma ferramenta de controle social e humanização, tirando as pessoas idosas 60+ da margem e colocando-as como protagonistas do debate público".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para uma das atrizes da Cia de Teatro, Irma Liria Queiroz, de 72 anos: "as Senhoras do Cerrado transformam a arte em alegria, harmonia, simplicidade, amor. A arte cura e transforma senhoras mulheres, transformando e curando através da arte, do momento legítimo, da essência divina que Deus nos deu: a arte", conclui Irma.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A participação da Companhia reforça o papel da universidade pública em conectar a extensão universitária com a arte e as necessidades reais da comunidade, transformando vivências em expressões terapêuticas e atos de resistência política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-07-02_at_15.45.06.jpeg" alt="Cia Teatro Senhoras do Cerrado - Conferência 3" width="600" height="1067" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Atriz da Cia de Teatro Senhoras do Cerrado mostra seu crachá da Conferência&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 03 Jul 2026 09:21:44 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/202475-senhoras-do-cerrado-levam-arte-e-cidadania-a-conferencia-de-saude</link>
      <guid>https://museu.ufg.br/n/202475-senhoras-do-cerrado-levam-arte-e-cidadania-a-conferencia-de-saude</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Estudantes da Escola  Municipal D’Alka Leles visitam o Museu Antropológico</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Dalka Visita 5" title="Dalka Visita 5" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_9388.jpg?1782934764" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;Visita integrou a programação da 15ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos com sessões de filmes e imersão no patrimônio cultural de Goiás&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Foto e texto: João Lúcio&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_9627.jpg" alt="Dalka Visita 7" width="600" height="400" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Estudantes da Escola Municipal Professora D'Alka Leles&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em um marco para o Museu Antropológico da UFG (MA/UFG), os estudantes da Escola Municipal Professora D'Alka Leles foram os primeiros a utilizar o novo miniauditório do espaço após sete anos de reforma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_9517.jpg" alt="Dalka Visita 2" width="600" height="400" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Estudantes sendo recebidos por Yebis Karajá e Leandro Guimarães no miniauditório&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A visita, ocorrida nos dias 24 e 25 de junho, integrou a programação da 15ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos (MCDH), que este ano debateu o tema “Direitos humanos e emergência climática: rumo a um futuro sustentável”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_9503.jpg" alt="Dalka Visita 3" width="600" height="400" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Filme da 15ª MCDH&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A recepção dos alunos foi dividida em dois momentos. No dia 24, &lt;span&gt;as turmas foram acolhidas pelo vice-diretor do MA/UFG, Adelino Carvalho, e pelo produtor cultural João Lúcio.&lt;/span&gt; Já no dia 25, a comitiva escolar foi recebida pelo historiador e servidor do museu, Leandro Guimarães, acompanhado pelo estagiário Yebis Karajá e também com o apoio de João Lúcio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_9235.jpg" alt="Dalka Visita 4" width="600" height="400" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Adelino Carvalho faz mediação com estudantes&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cinema e Reflexão&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Como parte da "Sessão com Escolas", os estudantes assistiram a dois documentários que compõem a grade da mostra: Eu sou Raiz (7min – 2022 – PE), obra que aborda raízes culturais e identidade. Cerrado, Coração das Águas: Conexão Caatinga (16min – 2025), uma produção de Goiás, Tocantins, Distrito Federal e Mato Grosso, que trata diretamente do tema de emergência climática da edição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após as exibições, o aprendizado continuou com uma visita mediada à exposição de longa-duração "Lavras e Louvores", que apresenta o patrimônio cultural do Estado de Goiás, proporcionando uma imersão na história e nas tradições regionais; e à exposição de curta-duração "Manchetes do Invisível: O Césio-137 sob o olhar da imprensa de Goiânia em 1987", que dialoga sobre um marco histórico e social profundamente enraizado na história de Goiânia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_9388.jpg" alt="Dalka Visita 5" width="600" height="400" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Estudantes visitam a exposição Lavras e Louvores&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Educação e Patrimônio&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A reabertura do miniauditório, que passou por uma reforma completa, foi celebrada pela comunidade acadêmica e escolar. Para a professora Ana Carolina Andalécio, da Escola Municipal Professora D'Alka Leles, a experiência reforça o papel social dessas instituições. “Inauguramos com excelência o auditório do Museu Antropológico. Pois acreditamos na confluência entre Escola e Museu para um construto efetivo do conhecimento”, afirmou a docente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_9597.jpg" alt="Dalka Visita 6" width="600" height="400" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Professora Ana Carolina Andalécio&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A 15ª MCDH é uma realização do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania e do Ministério da Cultura, contando com a parceria local da Secretaria de Arte e Cultura da UFG (SEACULT), e com a colaboração do Cineclube Cuca Maluca, do Coletivo Desencuca, do coletivo Magnífica Mundi de educomunicação da UFG, do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Direitos Humanos, do Núcleo de Direitos Humanos da UFG, da Associação Brasileira de Geógrafos - seção Goiânia (AGB), do Grupo de Pesquisa Dona Alzira (IESA/UFG) e da Associação de Migrantes, Refugiados e Apátridas de Goiás - AMIRA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Confira os registros fotográficos completos das duas visita da Escola Municipal Professora D'Alka Leles ao MA/UFG:&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Dia 24: &lt;a href="/a/15-mostra-de-cinema-e-direitos-humanos-23-e-24-de-junho"&gt;Museu&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Dia 25: &lt;a href="/a/15-mostra-de-cinema-e-direitos-humanos-25-de-junho"&gt;Museu&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;📷 créditos: @joaoluciomc&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jul 2026 16:42:36 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/202424-estudantes-da-escola-municipal-d-alka-leles-visitam-o-museu-antropologico</link>
      <guid>https://museu.ufg.br/n/202424-estudantes-da-escola-municipal-d-alka-leles-visitam-o-museu-antropologico</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Museu sedia a 15ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos no mês de Junho</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Mostra Direitos Humanos" title="Mostra Direitos Humanos" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/Mostra_Direitos_Humanos.jpg?1781875023" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;A mostra será realizada entre 23 e 26 de junho no miniauditório do MA/UFG&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Texto: João Lúcio&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os dias 23 e 26 de junho, o Museu Antropológico da UFG sedia a 15ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos (MCDH), um evento que busca democratizar o acesso ao cinema brasileiro e fomentar debates sobre questões sociais. As exibições acontecem no Miniauditório do Museu, espaço que será oficialmente reinaugurado durante a mostra após passar por reformas estruturais.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/Mostra_de_Direitos_Humanos_1.jpg" alt="Mostra de Direitos Humanos 1" width="400" height="500" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Cartaz&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Nesta edição, o tema central é “Direitos humanos e emergência climática: rumo a um futuro sustentável”, reunindo obras de realizadores indígenas, quilombolas e ribeirinhos que convidam o público a refletir sobre a preservação do meio ambiente, patrimônio e a diversidade cultural. A iniciativa é uma realização do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania em parceria com o Ministério da Cultura, alcançando mais de 660 municípios em todo o país como parte da Mostra Difusão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Programação Diversificada e Inclusiva&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A programação foi pensada para atender a diferentes públicos, desde estudantes até o público em geral, com todas as sessões gratuitas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/Mostra_de_Direitos_Humanos_2.jpg" alt="Mostra de Direitos Humanos 2" width="400" height="500" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Programação Terça&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sessão de Abertura e Curtas Temáticos&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;A mostra começa oficialmente na terça-feira (23/06), às 19h, com a exibição do documentário Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá, uma produção mineira de 2024 com 90 minutos de duração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/Mostra_de_Direitos_Humanos_3.jpg" alt=" Mostra de Direitos Humanos 3" width="400" height="500" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Programação Quarta&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Na quarta-feira (24/06), às 14h, a "Sessão Nego Bispo (Terra)" apresenta o documentário paraense Pau D’Arco, de 2025, que aborda a luta pela terra e justiça social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/DIA_26062026_%284320_x_1350_px%29.svg" alt=" Mostra de Direitos Humanos 4" width="1000" height="313" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Programação Quinta&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Programação para o público escolar&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;A educação é um pilar central desta edição. De quarta a sexta-feira, sempre às 09h, ocorrem as "Sessões com Escolas", exibindo os filmes Eu sou Raiz e Cerrado, Coração das Águas: Conexão Caatinga, este último uma produção de 2025 que envolve os biomas de Goiás, Tocantins, Distrito Federal e Mato Grosso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/Mostra_de_Direitos_Humanos_12.jpg" alt=" Mostra de Direitos Humanos 6" width="400" height="500" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Programação Sessão nas Escolas&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Programação para o público infantil&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Na quinta-feira (25/06), às 14h, a "Sessão Infantil" traz quatro animações que utilizam a linguagem lúdica para discutir temas como ancestralidade e ecologia:&lt;br /&gt;Ga vī: a voz do barro (PR).&lt;br /&gt;Òsányìn: O segredo das folhas (AL/BA/RJ).&lt;br /&gt;No início do Mundo (CE).&lt;br /&gt;Amazônia sem garimpo (RJ).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/DIA_26062026_%284320_x_1350_px%29_%281%29.jpg" alt=" Mostra de Direitos Humanos 5" width="1000" height="313" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Programação Sexta&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Encerramento e Crise Climática&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;O último dia da mostra, sexta-feira (26/06), conta com duas sessões temáticas a partir das 14h. A "Sessão de Raoni (Floresta)" exibe o documentário Grão. Logo após, a "Sessão Antônia Melo (Água)" apresenta os curtas Kutala e Volta Grande, reforçando a urgência da proteção dos nossos recursos hídricos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Interseccionalidade e Parcerias Locais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A realização da mostra no Museu Antropológico da UFG não ocorre de forma isolada. O evento integra a programação simultânea da 2ª Semana de Migrantes, Refugiados e Apátridas de Goiás, organizada pela AMIRA, que acontece no mesmo local entre 25 e 28 de junho, oferecendo serviços de cidadania.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/Mostra_de_Direitos_Humanos_13.jpg" alt=" Mostra de Direitos Humanos 7" width="400" height="500" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Realização e Parcerias&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Localmente, a mostra é coordenada pela Secretaria de Arte e Cultura da UFG (SEACULT) e conta com o apoio de diversos coletivos e núcleos de pesquisa, incluindo o Cineclube Cuca Maluca, o Coletivo Magnífica Mundi de educomunicação, o Núcleo de Direitos Humanos da UFG (NDH), o Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Direitos Humanos (PPGIDH), a Associação Brasileira de Geógrafos (AGB-Goiânia), o &lt;span&gt;Grupo de Pesquisa Dona Alzira (IESA/UFG) e a Associação de Migrantes, Refugiados e Apátridas de Goiás - AMIRA.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 19 Jun 2026 10:48:24 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/202009-museu-sedia-a-15-mostra-de-cinema-e-direitos-humanos-no-mes-de-junho</link>
      <guid>https://museu.ufg.br/n/202009-museu-sedia-a-15-mostra-de-cinema-e-direitos-humanos-no-mes-de-junho</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Espetáculo "Invisibilidade" ocupa o Teatro Goiânia com narrativas de mulheres idosas</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Senhoras do Cerrado 10" title="Senhoras do Cerrado 10" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/nota_de_pesar_%28400_x_240_px%29_%285%29.jpg?1781728300" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Montagem de projeto de extensão do Museu se apresenta em sessões gratuitas nos dias 18 e 19 de junho&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;Texto e fotos: João Lúcio&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;Nos dias 18 e 19 de junho, o Teatro Goiânia recebe o espetáculo &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span&gt;Invisibilidade&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span&gt;, produção da Companhia de Teatro Senhoras do Cerrado que transforma em linguagem cênica as memórias, experiências e trajetórias de mulheres idosas. As apresentações acontecem no dia 18, às 18h, e no dia 19, às 19h, com entrada gratuita.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/Invisibilidade_2.jpg" alt="Invisibilidade 2" width="400" height="500" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Cartaz&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;A montagem integra o Projeto de Extensão Viver em Cena, desenvolvido pelo Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás (UFG) e coordenado por Adelino Carvalho. O trabalho foi concebido em alusão ao mês de conscientização e combate à violência contra a pessoa idosa e reafirma o papel da arte como instrumento de reflexão, cidadania e valorização da memória social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-06-15_at_11.32.43_%282%29.jpeg" alt="Senhoras do Cerrado 1 " width="400" height="500" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Cia de Teatro Senhoras do Cerrado&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;Inspirado em relatos de mulheres residentes em Instituições de Longa Permanência, o espetáculo reúne histórias marcadas por afetos, desafios, conquistas e resistência. Em cena, personagens simbólicos conduzem o público por diferentes tempos e experiências, evidenciando a riqueza de vidas que frequentemente permanecem à margem da narrativa social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5544.JPG" alt="FE no museu 3" width="400" height="600" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Adelino Carvalho&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;Com direção geral e roteiro de Wadson Gama, &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span&gt;Invisibilidade&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span&gt; apresenta um conjunto de personagens que representam distintas vivências do envelhecimento feminino. Entre elas estão Aurora, que aos 97 anos transforma sua própria história em celebração da vida; Inácia, que carrega a força de quem enfrentou barreiras impostas pelo racismo e pela desigualdade; além de figuras como Alícia Corelli e Quitéria das Dores, cujas trajetórias refletem questões relacionadas ao pertencimento, reconhecimento e dignidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/senhoras_7.jpg" alt="Wadson Gama" width="400" height="266" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Professor Wadson Arantes Gama&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;A encenação articula teatro, música e movimento em uma construção estética marcada por sete coreografias que acompanham o percurso dramático da obra. A proposta valoriza a memória como patrimônio coletivo e reconhece as mulheres idosas como protagonistas de histórias fundamentais para a compreensão da sociedade contemporânea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-06-15_at_11.32.42_%282%29.jpeg" alt="Senhoras do Cerrado 2" width="400" height="500" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Ensaio&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;Para Adelino Carvalho, coordenador do projeto, a iniciativa reforça a aproximação entre universidade, cultura e comunidade. Já para Wadson Gama, a montagem representa um espaço de escuta e valorização de experiências que merecem visibilidade e reconhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-06-15_at_11.32.43_%281%29.jpeg" alt="Senhoras do Cerrado 3" width="400" height="500" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Senhoras de 60 a 97 anos&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;Realizado pela Companhia de Teatro Senhoras do Cerrado e pelo Projeto de Extensão Viver em Cena, do Museu Antropológico da UFG, o espetáculo conta com apoio do Teatro Goiânia, da Secretaria de Estado da Cultura de Goiás (Secult Goiás) e do Governo de Goiás.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 17 Jun 2026 13:54:22 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/201935-espetaculo-invisibilidade-ocupa-o-teatro-goiania-com-narrativas-de-mulheres-idosas</link>
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