<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0" xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd">
  <channel>
    <title>Museu</title>
    <description>MA - Museu Antropológico</description>
    <itunes:summary>MA - Museu Antropológico</itunes:summary>
    <link>https://museu.ufg.br/news</link>
    <item>
      <title>Ingressantes de Pedagogia da UFG realizam visita ao Museu Antropológico</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Visita FE sexta" title="Visita FE sexta" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/visita_FE_sexta.jpg?1778527479" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Atividade integrou conteúdos da disciplina de Sociologia da Educação&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;" data-start="127" data-end="559"&gt;&lt;em&gt;Texto: João Lúcio&lt;br /&gt;Foto: Adelino Carvalho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/visita_FE_sexta.jpg" alt="Visita FE sexta" width="400" height="240" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Ingressantes de Pedagogia (UFG)&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="127" data-end="559"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na manhã da última sexta-feira, 08 de maio de 2026, estudantes ingressantes do curso de Pedagogia da &lt;span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"&gt;&lt;span class="whitespace-normal"&gt;Universidade Federal de Goiás&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; participaram de uma visita acadêmica ao &lt;span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"&gt;&lt;span class="whitespace-normal"&gt;Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;. A atividade integrou o conteúdo programático da disciplina Sociologia da Educação, ministrada pelo professor Dr. &lt;span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"&gt;&lt;span class="whitespace-normal"&gt;José Paulo Pietrafesa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE/UFG).&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="561" data-end="846"&gt;Os estudantes foram recebidos pelo vice-diretor do Museu Antropológico, &lt;span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"&gt;&lt;span class="whitespace-normal"&gt;Adelino Carvalho&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, que realizou uma apresentação histórica e institucional do espaço, contextualizando o papel do museu na preservação da memória, da cultura e da diversidade social brasileira.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="848" data-end="1226"&gt;Durante o percurso, os acadêmicos conheceram a exposição de longa duração Lavras e Louvores, relacionada às culturas indígenas e às manifestações sociais e transformações sociais do Centro-Oeste do país. A atividade teve como objetivo ampliar os debates desenvolvidos em sala de aula, promovendo uma aproximação entre teoria e prática no processo formativo dos futuros educadores.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1228" data-end="1373"&gt;Ao avaliar a experiência, o professor José Paulo Pietrafesa destacou a relevância da acolhida e da mediação realizada pelo vice-diretor do museu.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1375" data-end="1745"&gt;“Adelino, a turma gostou muito. Mesmo tendo vários estudantes que já passaram pelo museu, seu trabalho de introdução histórica do espaço foi muito relevante, pois estes estudantes perceberam como a organização de um espaço de visitação vai muito além da exposição aberta. Os estudantes que estiveram aí pela primeira vez falaram que a experiência foi marcante”, afirmou.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1747" data-end="1871"&gt;O docente também ressaltou a importância pedagógica da atividade para a compreensão dos conteúdos trabalhados na disciplina.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1873" data-end="2135"&gt;“De minha parte, também gostei muito. A visita me ajuda a demonstrar que os estudos dos teóricos têm muita relação com a realidade concreta. Visualizar situações do mundo real potencializa as reflexões abstratas apresentadas pelos autores”, destacou o professor.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="2137" data-end="2371" data-is-last-node="" data-is-only-node=""&gt;A iniciativa também possibilitou maior integração acadêmica entre os ingressantes e os espaços de produção de conhecimento da universidade, reforçando o papel do Museu Antropológico como ambiente de ensino, pesquisa e extensão da UFG.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 11 May 2026 16:25:16 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/200884-ingressantes-de-pedagogia-da-ufg-realizam-visita-ao-museu-antropologico</link>
      <guid>https://museu.ufg.br/n/200884-ingressantes-de-pedagogia-da-ufg-realizam-visita-ao-museu-antropologico</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Homenagem na Câmara Municipal celebra a presença e a resistência dos povos indígenas em Goiânia</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="OPIG Câmara Municipal Goiânia Notícia" title="OPIG Câmara Municipal Goiânia Notícia" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1687/o/museu_brincante_-_capa_de_not%C3%ADcia_%286%29.jpg?1778175671" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Cerimônia valorizou instituições e lideranças que atuam na defesa dos povos indígenas&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Texto: Epitácio Santos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1687/o/OPIG_C%C3%A2mara_Municipal.jpeg" alt="OPIG Câmara Municipal" width="400" height="456" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Manoel Ferreira, Rosani Leitão, Pedro Wilson e José Machado&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Goiânia – Sob o tema “A cidade também é nosso território — a resposta somos nós”, a Câmara Municipal de Goiânia sediou, na noite da última segunda-feira (05/05), uma solenidade em homenagem aos povos indígenas. Realizado no Auditório Carlos Eurico, o evento reuniu lideranças, autoridades e representantes da sociedade civil para um momento de reconhecimento das trajetórias de luta e da presença indígena no contexto urbano.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A iniciativa, promovida pelo gabinete do vereador Fabrício Rosa, teve como objetivo central valorizar aqueles que contribuem de forma concreta para a garantia dos direitos e a preservação da memória desses povos. Durante a cerimônia, destacou-se que a ocupação dos espaços institucionais e o desenvolvimento de ações afirmativas são extensões fundamentais da resistência que ocorre nos territórios originários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1687/o/WhatsApp_Image_2026-05-06_at_13.19.33.jpeg" alt="OPIG Câmara Municipal Goiânia" width="400" height="559" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Rosani Leitão, Rosa Kambeba e Fabrício Rosa&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos pontos altos da solenidade foi o reconhecimento público de instituições que atuam diretamente na causa. Membros do Observatório dos Povos Indígenas em Goiás (OPIG) e do Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás (UFG) foram homenageados pelas ações positivas desenvolvidas junto às comunidades indígenas. O trabalho dessas entidades foi citado como essencial para o fortalecimento do respeito, da memória e da luta por direitos em todo o estado.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O encontro foi marcado por relatos de resistência e pela reafirmação de compromissos com a causa. Para os organizadores, a homenagem não apenas celebrou o passado, mas serviu como um chamado para o fortalecimento de redes de apoio que combatam a invisibilidade dos povos originários, especialmente no ambiente acadêmico e institucional.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Com o auditório ocupado por apoiadores e representantes de diversas etnias, a noite encerrou-se como um marco de diálogo entre o poder público, a universidade e as comunidades, reafirmando que o reconhecimento de trajetórias concretas é um passo fundamental para que esses povos sigam sendo respeitados em seus direitos e territórios.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 07 May 2026 12:03:37 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/200783-homenagem-na-camara-municipal-celebra-a-presenca-e-a-resistencia-dos-povos-indigenas-em-goiania</link>
      <guid>https://museu.ufg.br/n/200783-homenagem-na-camara-municipal-celebra-a-presenca-e-a-resistencia-dos-povos-indigenas-em-goiania</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Museu Antropológico da UFG recebe doação de obra sobre história Apinajé</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="livro doação" title="livro doação" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-04-30_at_16.53.08.jpeg?1777578966" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Obra passa a integrar o acervo da Biblioteca Seccional Edna Luísa de Melo Taveira&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;" data-start="148" data-end="478"&gt;&lt;em&gt;Texto e foto: João Lúcio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-04-30_at_16.53.08.jpeg" alt="livro doação" width="400" height="533" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Biblioteca Seccional do Museu Antropológico (BSMA) da Universidade Federal de Goiás (UFG), batizada com o nome da professora Edna Luísa de Melo Taveira,  recebeu a doação do livro &lt;em data-start="262" data-end="346"&gt;“Fragmentos de uma História Panhi: História e Território Apinajé na Longa Duração”&lt;/em&gt;, de autoria do professor &lt;span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"&gt;&lt;span class="whitespace-normal"&gt;Marcelo Gonzalez Fagundes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, da &lt;span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"&gt;&lt;span class="whitespace-normal"&gt;Universidade Federal do Tocantins&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, Campus de Porto Nacional.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="480" data-end="708"&gt;Docente do curso de História e vinculado à pós-graduação em História das Populações Amazônicas, o autor destinou a obra à biblioteca do museu com o objetivo de ampliar a circulação e a visibilidade da pesquisa acadêmica na área.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="710" data-end="1125"&gt;Publicado pela editora Cancioneiro, o livro é resultado de sua tese de doutorado defendida na &lt;span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"&gt;&lt;span class="whitespace-normal"&gt;Universidade Federal de Santa Catarina&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, junto ao programa de pós-graduação em História. O trabalho recebeu menção honrosa no Prêmio CAPES de Tese 2023, concedido pela &lt;span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"&gt;&lt;span class="whitespace-normal"&gt;CAPES&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, e a obra foi semifinalista do &lt;span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"&gt;&lt;span class="whitespace-normal"&gt;Prêmio Jabuti Acadêmico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;. A publicação contou com financiamento da CAPES.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1127" data-end="1287"&gt;Segundo o autor, “a doação ao museu se deve à importância da instituição como centro de referência em pesquisas arqueológicas e etnográficas no Brasil Central”.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1289" data-end="1525"&gt;A iniciativa reforça o papel da BSMA como espaço de preservação, difusão e acesso ao conhecimento científico, especialmente nas áreas de arqueologia e antropologia.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 30 Apr 2026 16:57:08 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/200604-museu-antropologico-da-ufg-recebe-doacao-de-obra-sobre-historia-apinaje</link>
      <guid>https://museu.ufg.br/n/200604-museu-antropologico-da-ufg-recebe-doacao-de-obra-sobre-historia-apinaje</guid>
    </item>
    <item>
      <title>IBRAM realiza oficina e vistoria no Museu Antropológico da UFG</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Oficina IBRAM 2" title="Oficina IBRAM 2" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5841.jpg?1777413769" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Atividades entre IBRAM/MinC, SESU/MEC e MA/UFG ampliam abordagem educativa, com foco em gestão de riscos&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Texto e Fotos: João Lúcio&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5841.jpg" alt="Oficina IBRAM 2" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Equipe IBRAM/MinC e SESU/MEC&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1186" data-end="1564"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O Museu Antropológico (MA) da Universidade Federal de Goiás sediou, nesta terça-feira (28), uma oficina promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM) voltada à qualificação das práticas de gestão e fiscalização em instituições museológicas. A atividade integra o Plano Anual de Fiscalização de 2026 e terá continuidade nesta quarta-feira (29), com a realização de uma vistoria técnica presencial, aberta à participação de outros espaços museológicos da UFG.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5916.jpg" alt="Oficina IBRAM 7" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Apresentação&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="802" data-end="1184"&gt;A iniciativa reuniu profissionais de diferentes unidades da universidade, como o Centro Cultural UFG, o Planetário, o Museu de Ciências e o Museu dos Solos, além de representantes da Secretaria de Arte e Cultura (Seacult). O encontro buscou ampliar o conhecimento sobre a legislação museal, incentivar ações preventivas e fortalecer a articulação entre museus e coleções acadêmicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5913.jpg" alt="Oficina IBRAM 8" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Público&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="802" data-end="1184"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1186" data-end="1564"&gt;Vinculado ao Ministério da Cultura (MinC), o IBRAM é responsável pela implementação da Política Nacional de Museus e pela fiscalização dos museus públicos federais, conforme previsto na legislação vigente. Nesse contexto, os museus universitários são considerados estratégicos, recebendo atenção especial para prevenção de riscos, identificação de irregularidades e orientação técnica.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1566" data-end="1975"&gt;A programação foi dividida em dois momentos. No primeiro dia, a oficina abordou temas como base legal da fiscalização museal, infrações administrativas, gestão de riscos e o Inventário Nacional de Bens Culturais Musealizados (INBCM), além de promover a troca de experiências entre os participantes. Já no segundo dia, será realizada a vistoria técnica no Museu Antropológico, marcando a etapa prática da ação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_6007.jpeg" alt="Oficina IBRAM 9" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Oficineiros(as)&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1566" data-end="1975"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1977" data-end="2614"&gt;Participaram da atividade os fiscais do IBRAM Suelen Garcia Soares, Leonardo Neves Balista e Ricardo Alfredo Carvalho Rosa, além de Damiane dos Santos, representante da Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação (SESU/MEC). Segundo Damiane, a iniciativa reforça a importância da atuação integrada entre os órgãos: “Acreditamos que uma atuação conjunta e coordenada pode potencializar a eficácia da fiscalização, com um caráter mais educativo e adaptado às realidades institucionais, ao mesmo tempo que fortalece a gestão e a preservação do patrimônio museológico sob a guarda das instituições federais de ensino superior”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela também destacou que a parceria entre o IBRAM/MinC e a SESU/MEC se fundamenta em fatores estratégicos, legais e operacionais, que evidenciam a necessidade de uma abordagem colaborativa e especializada na fiscalização dos museus vinculados ao MEC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5846.jpg" alt="Oficina IBRAM 1" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Equipe IBRAM e SESU/MEC&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="2616" data-end="2871"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="2873" data-end="3472"&gt;Representantes do IBRAM ressaltaram o caráter formativo da ação: “Essa atividade educativa de caráter híbrido (oficina + fiscalização) tem como finalidade difundir conhecimento sobre a legislação que fundamenta a Fiscalização Museal, disseminar informações sobre elementos de Gestão de Riscos para Museus e criar condições para que os próprios museus participantes avaliem suas práticas de gestão e preservação, incentivando a implementação de medidas preventivas pelo setor museal da Universidade. Simultaneamente, objetiva reforçar a articulação entre o IBRAM, o MEC e a rede de Museus da UFG”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5909.jpg" alt="Oficina IBRAM 4" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Ana Santoro&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="2873" data-end="3472"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="3474" data-end="3835"&gt;Durante a programação, a restauradora-conservadora Ana Santoro apresentou a trajetória institucional do Museu Antropológico, enquanto a museóloga Mayara Monteiro detalhou as reservas técnicas e laboratórios da unidade. A diretora do museu, Rosani Moreira Leitão, participou da abertura e destacou a relevância da iniciativa para o fortalecimento institucional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5862.jpg" alt="Oficina IBRAM 5" width="400" height="600" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Mayara Monteiro&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="3474" data-end="3835"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="3837" data-end="4054"&gt;A mesa contou ainda com a presença da pró-reitora adjunta de Pesquisa e Inovação da UFG, Natália Aredes, representando a reitoria. A condução cerimonial ficou a cargo de Tatyana Beltrão, integrante da equipe do museu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5881.jpg" alt="Oficina IBRAM 6" width="400" height="600" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Tatyana Beltrão&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="3837" data-end="4054"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="4056" data-end="4321" data-is-last-node="" data-is-only-node=""&gt;A ação reforça o caráter educativo e preventivo da fiscalização museal, ao promover a qualificação técnica e o alinhamento das instituições às diretrizes do Estatuto de Museus, além de fortalecer a cooperação entre órgãos federais e a rede de museus universitários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5872.jpg" alt="Oficina IBRAM 3" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Natália Aredes e Rosani Leitão&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="4056" data-end="4321" data-is-last-node="" data-is-only-node=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira os registros fotográficos completos em: &lt;a href="/a/oficina-do-ibram-minc-e-acompanhamento-do-sesu-mec"&gt;Museu&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 28 Apr 2026 19:11:33 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/200546-ibram-realiza-oficina-e-vistoria-no-museu-antropologico-da-ufg</link>
      <guid>https://museu.ufg.br/n/200546-ibram-realiza-oficina-e-vistoria-no-museu-antropologico-da-ufg</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Museu Antropológico leva arqueologia e cultura indígena a escolas municipais</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Atividade Labarq Maleta Arqueologica" title="Atividade Labarq Maleta Arqueologica" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-04-23_at_16.31.35.jpeg?1777055140" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Atividades promovidas utilizam objetos didáticos e contação de histórias para estimular o aprendizado intercultural entre crianças de 4 a 7 anos&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;" data-start="119" data-end="493"&gt;&lt;em&gt;Texto: João Lúcio&lt;br /&gt;Fotografias: Nicole Erika Paula de Oliveira, Juliana Gomes da Silva e Márcia de Fátima Ferreira Balieiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-04-23_at_16.31.35.jpeg" alt="Atividade Labarq Maleta Arqueologica" width="400" height="300" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Tatyana Beltrão ao centro com estudantes&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="119" data-end="493"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"&gt;&lt;span class="whitespace-normal"&gt;Museu Antropológico da UFG&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; realizou, nos dias 23 e 24 de abril, atividades educativas voltadas à valorização da arqueologia e dos saberes dos povos indígenas. A iniciativa aconteceu em duas unidades da rede municipal de ensino de &lt;span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"&gt;&lt;span class="whitespace-normal"&gt;Goiânia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;: a Escola Municipal Manoel José de Oliveira e a Escola Municipal Jesuína de Abreu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-04-23_at_16.31.36_%281%29.jpeg" alt="Atividade Labarq Maleta Arqueologica 2" width="400" height="300" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Diego Mendes ao centro com estudantes&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="119" data-end="493"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="495" data-end="888"&gt;Com o tema “Arqueologia e olhares aos povos indígenas”, a ação foi direcionada a crianças da educação infantil e dos primeiros anos do ensino fundamental, com idades entre 4 e 7 anos. A proposta central foi promover uma experiência educativa baseada na interculturalidade, aproximando os estudantes do patrimônio arqueológico e das tradições indígenas por meio de atividades lúdicas e interativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-04-23_at_16.31.37.jpeg" alt="Atividade Labarq Maleta Arquologica 4" width="400" height="533" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Objeto arqueológico&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="495" data-end="888"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="890" data-end="1208"&gt;Um dos destaques da programação foi o uso da chamada “Maleta Arqueológica”, um recurso didático que reúne réplicas de artefatos e peças do acervo arqueológico e etnográfico do museu. Durante as rodas de conversa, as crianças têm a oportunidade de manusear os objetos, estimulando a curiosidade e o aprendizado sensorial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-04-27_at_12.03.23.jpeg" alt="Atividade Labar Maleta Arquologica 6" width="400" height="300" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Escola Municipal Jesuína de Abreu.&lt;br /&gt;Fotografia: Márcia de Fátima Ferreira Balieiro.&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="890" data-end="1208"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1210" data-end="1601"&gt;As atividades incluem contação de histórias, como a narrativa sobre a origem do fogo, além de momentos de escuta de cantigas indígenas, como a música tradicional da comunidade São Pedro, no Rio Negro. A ambientação dos espaços escolares foi adaptada com elementos visuais para favorecer a imersão das crianças, que participaram organizadas em grupos com duração média de 40 minutos cada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-04-23_at_16.31.35_%281%29.jpeg" alt="Atividade Labarq Maleta Arquologica 3" width="400" height="300" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Elementos visuais&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1603" data-end="1910"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1603" data-end="1910"&gt;Na Escola Municipal Manoel José de Oliveira, as turmas foram divididas em grupos de aproximadamente 60 crianças, enquanto na Escola Municipal Jesuína de Abreu os grupos tiveram cerca de 38 participantes. A programação contemplou atividades nos turnos matutino e vespertino, distribuídas ao longo dos dois dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-04-27_at_12.01.28.jpeg" alt="Atividade Labar Maleta Arquologica 7" width="400" height="300" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Escola Municipal Jesuína de Abreu.&lt;br /&gt;Fotografia: Márcia de Fátima Ferreira Balieiro.&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1603" data-end="1910"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1603" data-end="1910"&gt;Para a professora Nicole Erika Paula de Oliveira, da Escola Municipal Manoel de Oliveira, "A visita do Museu Antropológico da UFG trouxe uma manhã cheia de descobertas e encantamentos à nossa escola, onde as crianças tiveram a oportunidade de conhecer de perto a riqueza da cultura indígena, aprendendo sobre a relação profunda dos povos originários com a natureza. Foi uma experiência sensorial e educativa através da observação e da contação de histórias que valorizam nossa herança cultural. Um momento especial para respeitar, aprender e celebrar a diversidade do Brasil", descatou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-04-23_at_16.31.37_%282%29.jpeg" alt="Atividade Labar Maleta Arquologica 5" width="400" height="445" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Equipe da Escola Municipal Manoel José de Oliveira com equipe do museu&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1603" data-end="1910"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1912" data-end="2194"&gt;Tatyana Beltrão, do Museu Antropológico, explica que a ação educativa "integra o projeto 'Pesquisa, Salvaguarda e Comunicação Museal dos Acervos Arqueológicos do Museu Antropológico/UFG' com objetivo de ampliar a acessibilidade aos públicos escolar e ampliar os diálogos quanto a educação para as relações étnico-raciais".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-04-27_at_12.04.03.jpeg" alt="Maleta arqueologica 7" width="400" height="563" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Atividade realizada pelos estudantes.&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1912" data-end="2194"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="2196" data-end="2381"&gt;O museu destaca ainda que a participação ativa de professores e educadores das escolas foi essencial para o bom andamento das atividades. A ação integrou os esforços do &lt;span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"&gt;&lt;span class="whitespace-normal"&gt;Laboratório de Arqueologia da UFG&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; em aproximar o conhecimento acadêmico da comunidade escolar, contribuindo para uma educação mais inclusiva e conectada à diversidade cultural brasileira.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 24 Apr 2026 15:31:22 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/200422-museu-antropologico-leva-arqueologia-e-cultura-indigena-a-escolas-municipais</link>
      <guid>https://museu.ufg.br/n/200422-museu-antropologico-leva-arqueologia-e-cultura-indigena-a-escolas-municipais</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Aplicativo para aproximar público de espaços culturais está sendo desenvolvido por estudantes da FAV</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Visita FAV design" title="Visita FAV design" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5820.JPG?1776970864" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Projeto foi apresentado durante visita ao Museu Antropológico da UFG e busca ampliar a visitação por meio de interface digital e estratégias interativas&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Texto e fotografia: João Lúcio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5820.JPG" alt="Visita FAV design" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Estudantes são recebidas por Adelino Carvalho&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Três estudantes do curso de Design Gráfico da Faculdade de Artes Visuais (FAV/UFG) realizaram, na tarde desta quinta-feira (23), uma visita ao Museu Antropológico (MA) da Universidade Federal de Goiás (UFG). A atividade integra o desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) das alunas, que propõem a criação de uma interface para aplicativo voltado à promoção dos espaços culturais da instituição.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;As estudantes Lara Nunes, Eduarda Correa e Alline Borges, orientadas pelo professor Flávio de Lima, foram recebidas pelo vice-diretor do museu, Adelino Carvalho, pela diretora Rosani Leitão e pelo produtor cultural João Lúcio.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Durante a visita, as alunas apresentaram a proposta do projeto, que consiste no desenvolvimento de uma interface digital capaz de aproximar estudantes de graduação dos equipamentos culturais e museológicos da universidade. Segundo elas, a iniciativa busca estimular o interesse e ampliar o fluxo de visitantes nesses espaços.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;“O objetivo é aproximar os alunos da UFG dos prédios culturais da universidade e agir para que haja um aumento das visitações”, destacaram as estudantes.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Além do desenvolvimento da interface gráfica, o grupo informou que pretende incorporar estratégias de gamificação ao aplicativo, utilizando elementos interativos e dinâmicas lúdicas para engajar os usuários e incentivar a exploração dos espaços culturais.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;As alunas também buscam estabelecer parcerias na área de tecnologia da informação, com o intuito de viabilizar tecnicamente o aplicativo e garantir sua acessibilidade ao público acadêmico.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A visita ao Museu Antropológico também permitiu às estudantes conhecerem mais sobre o funcionamento interno do espaço, contribuindo para o alinhamento do projeto às demandas reais da instituição e de seus usuários.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 23 Apr 2026 16:02:17 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/200383-aplicativo-para-aproximar-publico-de-espacos-culturais-esta-sendo-desenvolvido-por-estudantes-da-fav</link>
      <guid>https://museu.ufg.br/n/200383-aplicativo-para-aproximar-publico-de-espacos-culturais-esta-sendo-desenvolvido-por-estudantes-da-fav</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Estudantes de Senador Canedo visitam Museu Antropológico da UFG em aula de campo</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Visita Abdom 1" title="Visita Abdom 1" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5815.JPG?1776950144" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Ação educativa apresentou a exposição &lt;em data-start="156" data-end="175"&gt;Lavras e Louvores&lt;/em&gt; e proporcionou a muitos alunos o primeiro contato com um museu&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Texto e Fotografias: João Lúcio&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Escola Municipal Abdon Ferreira de Carvalho, de Senador Canedo, realizou na manhã desta quinta-feira (23) uma visita ao Museu Antropológico (MA) da Universidade Federal de Goiás (UFG), em Goiânia, proporcionando aos estudantes uma experiência educativa fora da sala de aula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5726.JPG" alt="Visita Abdom 2" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Historiador Leandro Guimarães&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A recepção do grupo foi conduzida pelo historiador Leandro Guimarães, integrante da equipe do museu, que mediou tanto uma ação educativa inicial na sala de aula quanto a visita à exposição de longa duração Lavras e Louvores. A mostra aborda temas como identidade, memória, trabalho e religiosidade no contexto do cerrado goiano, promovendo reflexões sobre a cultura regional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5776.JPG" alt="Visita Abdom 3" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Estudantes da Escola Municipal Abdon Ferreira de Carvalho&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;De acordo com os professores Ícaro Silva e Ana Maria da Silva, a atividade teve um papel importante na formação dos alunos. “Alguns estudantes estão visitando um museu pela primeira vez. A aula-campo no museu, além de ser uma possibilidade de ver na prática conteúdos e temas que trabalhamos em sala, também permite introduzir a garotada aos espaços de cultura, arte e história”, destacaram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5778.JPG" alt="Visita Abdom 4" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Professores Ana Maria da Silva e Ícaro Silva &lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Durante a visita, os alunos demonstraram interesse e engajamento nas atividades propostas. O historiador Leandro Guimarães elogiou o grupo, ressaltando a curiosidade, a participação ativa e o bom comportamento dos estudantes ao longo da programação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5798.JPG" alt="Visita Abdom 5" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Estudantes&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A iniciativa reforça a importância das atividades extracurriculares como complemento ao ensino, ampliando o acesso dos jovens a espaços culturais e contribuindo para uma formação mais ampla e crítica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira os registros fotográficos completos em: &lt;a href="/a/visita-esc-mun-abdon-ferreira-de-carvalho"&gt;Museu&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 23 Apr 2026 10:20:45 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/200370-estudantes-de-senador-canedo-visitam-museu-antropologico-da-ufg-em-aula-de-campo</link>
      <guid>https://museu.ufg.br/n/200370-estudantes-de-senador-canedo-visitam-museu-antropologico-da-ufg-em-aula-de-campo</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Povos indígenas no estado de Goiás: de terras, territórios, trânsitos e itinerâncias</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Abril indígena" title="Abril indígena" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/abril__indigena.jpg?1776457569" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Neste abril indígena, o Museu reforça a pluralidade indígena no Estado&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Texto por Rosani Moreira Leitão,&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Diretora do Museu Antropológico (UFG)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Goiânia, 17 de abril de 2026 - No mês dedicado aos povos indígenas, o Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás (MA/UFG) convida o público a refletir sobre a diversidade e a presença contínua dos povos indígenas no estado de Goiás. Muito além de números reduzidos ou visões estereotipadas, Goiás é território indígena marcado por histórias de resistência, mobilidade e reinvenção cultural.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Embora o estado conte com menos de mil indígenas vivendo em terras oficialmente demarcadas - pertencentes aos povos Avá-Canoeiro (em Minaçu), Iny Karajá (em Aruanã) e Tapuia do Carretão (em Rubiataba e Nova América) - os dados mais recentes do Censo apontam para uma realidade mais ampla: mais de 19 mil pessoas se autodeclaram indígenas em Goiás. A maioria vive fora das terras demarcadas, distribuída por cidades e diferentes municípios goianos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Essa presença revela um aspecto fundamental da realidade indígena contemporânea: os povos indígenas não estão restritos às aldeias. Eles transitam entre territórios, cidades e instituições, em busca de melhores condições de vida, acesso à educação, saúde e trabalho, assim como qualquer outro cidadão brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2022, foi instituído o “Dia dos Povos Indígenas” proposto pela deputada Joênia Wapichana e, em abril de 2023, este dia foi comemorado pela primeira vez. A mudança de nome teve como objetivo romper com a visão folclórica e generalizadora do antigo “Dia do Índio”. Nesse mesmo contexto, a Fundação Nacional do Índio passa a se chamar Fundação Nacional dos Povos Indígenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste abril de 2026, o Museu Antropológico chama a atenção para a diversidade cultural indígena do Brasil, a partir das histórias de lutas e de resistência dos povos indígenas que vivem no estado de Goiás: Goiás é território indígena. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Tapuia do Carretão: identidade e resistência&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1687/o/Tapuia_aula.jpeg" alt="Tapuia Registro 04" width="400" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Professores/as da escola Tapuia e equipe da saúde bucal. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Aldeia Carretão. Foto: Eunice Pirkodi Tapuia, 2016.&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os Tapuia do Carretão não são os “típicos indígenas” idealizados por muitos que desconhecem a realidade indígena brasileira. Não são falantes de uma língua indígena específica. Falam uma variedade tapuia do português, ou o português tapuia, conforme estudos linguísticos realizados por Eunice Pirkodi Tapuia (2023). Se originaram de relações interétnicas entre vários povos Macro-Jê/Jê do Brasil Central (Xavante, Karajá, Xerente, Kayapó, entre outros) e das políticas que visavam liberar os seus territórios para a exploração colonial, que os reuniram, às vezes de forma forçada, em aldeamentos sob a administração de missionários na antiga província de Goyás. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Tapuia atuais são descendentes dos poucos que resistiram e permaneceram na região, após a inativação dos aldeamentos. Desde então, lutam por reconhecimento e pelo direito a permanecerem neste território, pela valorização dos seus saberes como conhecedores da agricultura familiar e da medicina tradicional e contra diversas formas de preconceitos e de discriminação que muitas vezes colocam em cheque a legitimidade de suas reivindicações como povo específico diferente da população regional.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Avá-Canoeiro: sobrevivência e retomada&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1687/o/Ava_Foto_3.JPG" alt="Ãwa Registro 01" width="400" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Tuia, Matxa e Nakwatxa – mulheres Avá-Canoeiro. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Foto: Alan Kublin, 1983. Acervo IGPA/PUC Goiás.&lt;br /&gt;Créditos: OPIG/MA/UFG.&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O povo Avá-Canoeiro de Goiás é constituído de apenas uma família formada por oito pessoas, sendo quatro adultos/as e quatro crianças, de 2 a 12 anos. As crianças são filhas de Niwathima Avá-Canoeiro, a mulher adulta mais jovem e de seu esposo Parazin Tapirapé. Os Avá-Canoeiro são falantes da língua Avá-Canoeiro, da família linguística Tupi-Guarani, do tronco Tupi. Mas, principalmente os mais jovens também falam o Tapirapé e o Português. Tradicionalmente habitantes da região Araguaia-Tocantins, eles foram vítimas de muitas perseguições e massacres, chegando a serem considerados extintos até o final da década de 1960. Estiveram por muito tempo em processos de fuga. Foram perseguidos pela política colonial da antiga província de Goyás e pelos agentes das frentes agrícolas do norte de Goiás e atual estado do Tocantins nas primeiras décadas do século XX. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após sofrerem massacres, por anos se esconderam em matas e serras da região. São dois pequenos grupos. Um deles reside atualmente no estado de Goiás e, desde o início da década de 1980, habita a Terra indígena Avá-Canoeiro, no município de Minaçu (GO). Os integrantes do outro grupo, se autodenominam “Ãwa” e vivem na região do rio Araguaia, numa aldeia Iny Javaé, na Ilha do Bananal. Atualmente estão em um movimento de retomada de seu território, de onde foram deslocados de forma forçada, no início da década de 1970. Depois de um longo processo de perseguições, deslocamentos territoriais, tutelas institucionais, essas comunidades lutam por autonomia, conquista de direitos e ampliação de sua cidadania. A língua Avá-Canoeiro é considerada em alto risco de extinção devido ao pequeno número de falantes e dos casamentos com outros povos. Ambas as comunidades possuem suas próprias escolas e iniciam a construção de projetos educativos próprios.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Iny Karajá: cultura viva às margens da cidade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1687/o/1000377946.jpg_Foto_da_Telma_Camargo_Silva_Foto_02.jpg" alt="Verbete Iny-Karajá - Foto 02" width="400" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Modo de fazer Kaw-Kaw. Fase: pintura. Artista: Ximanaki. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Foto-autoria: Telma Camargo. Acervo: Iphan.&lt;br /&gt;Créditos: MA-UFG/IPHAN.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os Iny Karajá do Estado de Goiás se dividem em duas comunidades e residem em Terras Indígenas, localizadas em áreas urbanas ou nas proximidades da cidade de Aruanã (GO). Juntamente com os Iny Javaé e Iny Xambioá formam o povo Iny, habitante do Vale do rio Araguaia e Ilha do Bananal em aldeias que se distribuem em todo o eixo do rio, nos estados de Goiás, Tocantins, Mato Grosso e Pará. Os Iny Karajá, como os demais povos Iny, são falantes do Inyribè classificado como pertencente à família linguística karajá do tronco macro-jê, que é falada na maioria das aldeias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora façam parte desse grupo maior que conta com grandes aldeias com muita vitalidade cultural, os Iny Karajá de Goiás, como outros povos indígenas brasileiros que vivem em áreas urbanas ou próximas a elas, sofreram muitas perdas culturais e linguísticas, principalmente pelo surgimento e pressão da cidade de Aruanã, que implicou também em perdas de parte do território e da autonomia, que vêm sendo recuperados graças a um trabalho de retomada cultural, linguística e territorial desenvolvido pelas comunidades com apoio de instituições e pessoas aliadas aos projetos de educação entre outros.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Trânsitos e itinerâncias entre cidades, territórios e terras indígenas &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;No que se refere aos indígenas urbanos, a situação do estado de Goiás não é diferente da de outros estados brasileiros. Grupos familiares e pessoas pertencentes a diferentes povos e etnias, às vezes, classificados como itinerantes estão em todas as regiões do Brasil e em Goiás, também. Por diferentes motivações, como ocorre com outras famílias e cidadãos brasileiros que migram definitivamente ou temporariamente em busca de melhores condições de vida, tratamentos médicos, e melhores oportunidades de trabalho e de estudos. Das aproximadamente 300 pessoas que formam a comunidade Tapuia do Carretão, 100 vivem em diferentes cidades, situação semelhante ocorre com os Iny Karajá de Aruanã. Existem atualmente centenas de jovens indígenas matriculados em em escolas de educação básica e em diferentes cursos universitários em instituições de ensino superior de cidades goianas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Universidade Federal de Goiás, os estudantes ingressam em cursos regulares por concorrência geral, ou por meio de cotas pelo programa UFGInclui, ou ainda pelo processo seletivo específico da licenciatura intercultural voltada para a formação de professores, que conta atualmente com aproximadamente 300 estudantes indígenas, de mais de 30 etnias diferentes e vindos/as de vários estados brasileiros, No caso específico do curso de Licenciatura em Educação Intercultural, um curso de formação de professores orientado pela pedagogia da alternância, os estudantes transitam entre Goiânia e seus território cumprindo, no período de cinco anos, em etapas de estudos que se alternam entre a UFG e as Terras Indígenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, a compreensão da presença de povos indígenas em território goiano não deve ser simplificada e reduzida aos três povos com terras indígenas demarcadas neste estado. É um equívoco pensar ou afirmar que a população indígena de Goiás ou de qualquer outro estado do Brasil vive ou devia viver em aldeias.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 17 Apr 2026 17:26:20 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/200293-povos-indigenas-no-estado-de-goias-de-terras-territorios-transitos-e-itinerancias</link>
      <guid>https://museu.ufg.br/n/200293-povos-indigenas-no-estado-de-goias-de-terras-territorios-transitos-e-itinerancias</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Visita de Telma Camargo ao Museu Antropológico fortalece ações de preservação de acervos</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="notícia visita Telma Camargo" title="notícia visita Telma Camargo" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/not%C3%ADcia_visita_Telma_Camargo.jpg?1776359903" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;em class="_aupe copyable-text xkrh14z x1k4tb9n"&gt;Professora e pesquisadora desenvolveu projetos parceiros à instituição ao longo de sua carreira&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Texto: João Lúcio e Rosani Leitão&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/not%C3%ADcia_visita_Telma_Camargo.jpg" alt="notícia visita Telma Camargo" width="400" height="240" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Da esquerda para a direita: Silvânia, Rosani e Telma&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O Museu Antropológico (MA) da Universidade Federal de Goiás (UFG) registrou, no dia 11 de março de 2026, a visita da professora aposentada, antropóloga e pesquisadora Telma Camargo, cuja trajetória acadêmica é marcada por contribuições relevantes nos campos dos estudos de gênero, cultura popular, antropologia da saúde e patrimônio cultural indígena.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Parceira de longa data do MA, Telma Camargo participou do desenvolvimento de diversos projetos junto à instituição ao longo de sua carreira. Destaca-se também sua atuação na criação do Centro de Estudos da Cultura Popular (CECUP), responsável pela formação de um importante acervo sobre o tema, atualmente salvaguardado pelo Museu. A pesquisadora integrou ainda o Núcleo de Estudos em Antropologia e Patrimônio (NEAP), onde exerceu a função de coordenadora por determinado período.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Durante a visita, Telma Camargo foi recebida pela diretora do MA, Rosani Moreira Leitão, pelo vice-diretor Adelino Carvalho e pela bibliotecária Silvânia Batista de Amorim. Na ocasião, esteve acompanhada por Géorgia Cynara Coelho de Souza, coordenadora do Laboratório Universitário de Memória Audiovisual (LIMINAVI), da UEG, e professora do curso de Cinema da instituição.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Na oportunidade, a pesquisadora manifestou o desejo de doar ao Museu Antropológico seu acervo bibliográfico pessoal, composto por aproximadamente mil títulos na área de antropologia. Além disso, foi acordada a futura doação de um acervo fotográfico resultante de trabalho de campo etnográfico realizado junto ao povo Krahô.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;As iniciativas reforçam o papel do Museu Antropológico como espaço de preservação, pesquisa e difusão de acervos relevantes para a antropologia, contribuindo para o fortalecimento da memória e do patrimônio cultural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/telma_camargo.jpg" alt="notícia visita Telma Camargo 2" width="400" height="240" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Adelino, Silvânia, Rosani, Telma e Geórgia.&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1094" data-end="1480"&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 16 Apr 2026 14:22:10 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/200239-visita-de-telma-camargo-ao-museu-antropologico-fortalece-acoes-de-preservacao-de-acervos</link>
      <guid>https://museu.ufg.br/n/200239-visita-de-telma-camargo-ao-museu-antropologico-fortalece-acoes-de-preservacao-de-acervos</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Bolsista do OPIG/MA/UFG participa do ATL 2026 </title>
      <description>&lt;img width="200" alt="ATL 2026" title="ATL 2026" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-04-12_at_13.39.27_%282%29.jpeg?1776086103" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Acampamento Terra Livre é considerado a maior assembleia indígena do Brasil&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;" data-start="98" data-end="440"&gt;&lt;em&gt;Texto: João Lúcio e Glauber Iesoru Masion Karajá (Yebis Karajá)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Fotografias: Cleiton Itxeó Karajá, Hadori Karajá e Cleiton Itxeó Karajá&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bolsista Glauber Iesoru Masion Karajá (Yebis Karajá), do projeto Observatório dos Povos Indígenas de Goiás: Direitos Humanos, Saberes do Cerrado e Inclusão Social, do &lt;span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"&gt;&lt;span class="whitespace-normal"&gt;Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, participou do &lt;span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"&gt;&lt;span class="whitespace-normal"&gt;Acampamento Terra Livre 2026&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, realizado em Brasília, considerado a maior assembleia indígena do Brasil. O encontro reuniu povos originários de diversas regiões do país em torno da defesa de direitos constitucionais e da preservação de seus territórios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-04-12_at_19.44.39.jpeg" alt="Yabis Karajá ATL 2026" width="400" height="533" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Glauber Iesoru Masion Karajá (Yebis Karajá). &lt;br /&gt;Fotógrafo: Cleiton Itxeó Karajá&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="98" data-end="440"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="442" data-end="875"&gt;Com o tema &lt;strong data-start="453" data-end="510"&gt;“Nosso futuro não está à venda: A resposta somos nós”&lt;/strong&gt;, a edição deste ano destacou o enfrentamento às pressões sobre terras indígenas, especialmente diante da atuação de grandes empresas e projetos econômicos que avançam sobre áreas preservadas sem consulta às comunidades. A mobilização também trouxe à tona críticas a iniciativas que, segundo lideranças indígenas, ameaçam a soberania dos povos e seus modos de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-04-12_at_13.39.26_%283%29.jpeg" alt="Povo INY ATL 2026" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Iny Mahadu. &lt;br /&gt;Fotografia: Hadori Karajá &lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="442" data-end="875"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="877" data-end="1171"&gt;Durante o evento, foram debatidas pautas centrais como a demarcação de territórios, a proteção ambiental, o combate às violências, além do fortalecimento das políticas de saúde e educação indígena. A defesa da autonomia dos povos originários também esteve entre os principais pontos discutidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-04-12_at_13.39.28.jpeg" alt="Passeata ATL 2026" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Passeata. &lt;br /&gt;Fotografia: Hadori Karajá&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="877" data-end="1171"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1173" data-end="1564"&gt;As marchas realizadas ao longo da programação reuniram milhares de participantes nas ruas da capital federal, evidenciando a articulação e a união entre diferentes povos indígenas. Os atos expressaram a mobilização coletiva em defesa da vida, dos territórios e das futuras gerações, além de reforçarem o protagonismo indígena nas decisões políticas que impactam diretamente suas comunidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-04-12_at_13.39.26_%284%29.jpeg" alt="Passeata ATL 2026 2" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Passeata. &lt;br /&gt;Fotografia: Hadori Karajá&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1173" data-end="1564"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1566" data-end="1875"&gt;Para Glauber Iesoru Masion Karaja (Yebis Karajá), o ATL 2026 consolida-se como um espaço estratégico de resistência e incidência política. Segundo ele, o encontro reafirma a continuidade da luta dos povos indígenas frente às ameaças contemporâneas, mantendo viva a articulação nacional em defesa de seus direitos e da preservação ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-04-12_at_13.39.26_%281%29.jpeg" alt="Passeata ATL 2026 3" width="400" height="600" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Glauber Iesoru Masion Karaja (Yebis Karajá).&lt;br /&gt;Fotografia: Hadori Karajá&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1566" data-end="1875"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1877" data-end="2178"&gt;A edição deste ano também enfatizou denúncias sobre impactos de grandes empreendimentos, como desmatamento, exploração mineral e expansão de monoculturas, além de alertas sobre novas formas de ameaça, incluindo o uso de tecnologias que podem afetar a comunicação e a representação dos povos indígenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-04-12_at_13.39.27_%282%29.jpeg" alt="ATL 2026" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Passeata. &lt;br /&gt;Fotografia: Hadori Karajá &lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1877" data-end="2178"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Glauber Iesoru Masion Karaja (Yebis Karajá) integrou a mobilização acompanhando o ônibus da Secretaria de Inclusão (SIN) da Universidade Federal de Goiás, contribuindo no deslocamento e na articulação dos participantes até a capital federal, onde ocorreram as atividades do acampamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-04-12_at_21.02.51.jpeg" alt="Passeata ATL 2026 4" width="400" height="225" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Delegação do ônibus da SIN. &lt;br /&gt;Fotografia: Teytxiwa Karajá&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1877" data-end="2178"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="2180" data-end="2454" data-is-last-node="" data-is-only-node=""&gt;Considerado um marco anual de mobilização, o Acampamento Terra Livre segue como um dos principais espaços de articulação política indígena no país, reunindo lideranças, organizações e apoiadores na construção de estratégias coletivas para a defesa de direitos e territórios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-04-12_at_13.35.58.jpeg" alt="ATL 2026 - fotografia" width="400" height="225" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Passeata. Fotografia: Cleiton Itxeó Karajá &lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="2180" data-end="2454" data-is-last-node="" data-is-only-node=""&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 13 Apr 2026 10:39:14 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/200108-bolsista-do-opig-ma-ufg-participa-do-atl-2026</link>
      <guid>https://museu.ufg.br/n/200108-bolsista-do-opig-ma-ufg-participa-do-atl-2026</guid>
    </item>
  </channel>
</rss>
