<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0" xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd">
  <channel>
    <title>Museu</title>
    <description>MA - Museu Antropológico</description>
    <itunes:summary>MA - Museu Antropológico</itunes:summary>
    <link>https://museu.ufg.br/news</link>
    <item>
      <title>Museu sedia a 15ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos no mês de Junho</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Mostra Direitos Humanos" title="Mostra Direitos Humanos" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/Mostra_Direitos_Humanos.jpg?1781875023" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;A mostra será realizada entre 23 e 26 de junho no miniauditório do MA/UFG&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Texto: João Lúcio&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os dias 23 e 26 de junho, o Museu Antropológico da UFG sedia a 15ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos (MCDH), um evento que busca democratizar o acesso ao cinema brasileiro e fomentar debates sobre questões sociais. As exibições acontecem no Miniauditório do Museu, espaço que será oficialmente reinaugurado durante a mostra após passar por reformas estruturais.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/Mostra_de_Direitos_Humanos_1.jpg" alt="Mostra de Direitos Humanos 1" width="400" height="500" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Cartaz&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Nesta edição, o tema central é “Direitos humanos e emergência climática: rumo a um futuro sustentável”, reunindo obras de realizadores indígenas, quilombolas e ribeirinhos que convidam o público a refletir sobre a preservação do meio ambiente, patrimônio e a diversidade cultural. A iniciativa é uma realização do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania em parceria com o Ministério da Cultura, alcançando mais de 660 municípios em todo o país como parte da Mostra Difusão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Programação Diversificada e Inclusiva&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A programação foi pensada para atender a diferentes públicos, desde estudantes até o público em geral, com todas as sessões gratuitas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/Mostra_de_Direitos_Humanos_2.jpg" alt="Mostra de Direitos Humanos 2" width="400" height="500" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Programação Terça&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sessão de Abertura e Curtas Temáticos&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;A mostra começa oficialmente na terça-feira (23/06), às 19h, com a exibição do documentário Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá, uma produção mineira de 2024 com 90 minutos de duração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/Mostra_de_Direitos_Humanos_3.jpg" alt=" Mostra de Direitos Humanos 3" width="400" height="500" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Programação Quarta&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Na quarta-feira (24/06), às 14h, a "Sessão Nego Bispo (Terra)" apresenta o documentário paraense Pau D’Arco, de 2025, que aborda a luta pela terra e justiça social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/DIA_26062026_%284320_x_1350_px%29.svg" alt=" Mostra de Direitos Humanos 4" width="1000" height="313" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Programação Quinta&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Programação para o público escolar&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;A educação é um pilar central desta edição. De quarta a sexta-feira, sempre às 09h, ocorrem as "Sessões com Escolas", exibindo os filmes Eu sou Raiz e Cerrado, Coração das Águas: Conexão Caatinga, este último uma produção de 2025 que envolve os biomas de Goiás, Tocantins, Distrito Federal e Mato Grosso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/Mostra_de_Direitos_Humanos_12.jpg" alt=" Mostra de Direitos Humanos 6" width="400" height="500" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Programação Sessão nas Escolas&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Programação para o público infantil&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Na quinta-feira (25/06), às 14h, a "Sessão Infantil" traz quatro animações que utilizam a linguagem lúdica para discutir temas como ancestralidade e ecologia:&lt;br /&gt;Ga vī: a voz do barro (PR).&lt;br /&gt;Òsányìn: O segredo das folhas (AL/BA/RJ).&lt;br /&gt;No início do Mundo (CE).&lt;br /&gt;Amazônia sem garimpo (RJ).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/DIA_26062026_%284320_x_1350_px%29_%281%29.jpg" alt=" Mostra de Direitos Humanos 5" width="1000" height="313" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Programação Sexta&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Encerramento e Crise Climática&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;O último dia da mostra, sexta-feira (26/06), conta com duas sessões temáticas a partir das 14h. A "Sessão de Raoni (Floresta)" exibe o documentário Grão. Logo após, a "Sessão Antônia Melo (Água)" apresenta os curtas Kutala e Volta Grande, reforçando a urgência da proteção dos nossos recursos hídricos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Interseccionalidade e Parcerias Locais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A realização da mostra no Museu Antropológico da UFG não ocorre de forma isolada. O evento integra a programação simultânea da 2ª Semana de Migrantes, Refugiados e Apátridas de Goiás, organizada pela AMIRA, que acontece no mesmo local entre 25 e 28 de junho, oferecendo serviços de cidadania.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/Mostra_de_Direitos_Humanos_13.jpg" alt=" Mostra de Direitos Humanos 7" width="400" height="500" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Realização e Parcerias&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Localmente, a mostra é coordenada pela Secretaria de Arte e Cultura da UFG (SEACULT) e conta com o apoio de diversos coletivos e núcleos de pesquisa, incluindo o Cineclube Cuca Maluca, o Coletivo Magnífica Mundi de educomunicação, o Núcleo de Direitos Humanos da UFG (NDH), o Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Direitos Humanos (PPGIDH), a Associação Brasileira de Geógrafos (AGB-Goiânia), o &lt;span&gt;Grupo de Pesquisa Dona Alzira (IESA/UFG) e a Associação de Migrantes, Refugiados e Apátridas de Goiás - AMIRA.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 19 Jun 2026 10:48:24 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/202009-museu-sedia-a-15-mostra-de-cinema-e-direitos-humanos-no-mes-de-junho</link>
      <guid>https://museu.ufg.br/n/202009-museu-sedia-a-15-mostra-de-cinema-e-direitos-humanos-no-mes-de-junho</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Espetáculo "Invisibilidade" ocupa o Teatro Goiânia com narrativas de mulheres idosas</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Senhoras do Cerrado 10" title="Senhoras do Cerrado 10" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/nota_de_pesar_%28400_x_240_px%29_%285%29.jpg?1781728300" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Montagem de projeto de extensão do Museu se apresenta em sessões gratuitas nos dias 18 e 19 de junho&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;Texto e fotos: João Lúcio&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;Nos dias 18 e 19 de junho, o Teatro Goiânia recebe o espetáculo &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span&gt;Invisibilidade&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span&gt;, produção da Companhia de Teatro Senhoras do Cerrado que transforma em linguagem cênica as memórias, experiências e trajetórias de mulheres idosas. As apresentações acontecem no dia 18, às 18h, e no dia 19, às 19h, com entrada gratuita.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/Invisibilidade_2.jpg" alt="Invisibilidade 2" width="400" height="500" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Cartaz&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;A montagem integra o Projeto de Extensão Viver em Cena, desenvolvido pelo Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás (UFG) e coordenado por Adelino Carvalho. O trabalho foi concebido em alusão ao mês de conscientização e combate à violência contra a pessoa idosa e reafirma o papel da arte como instrumento de reflexão, cidadania e valorização da memória social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-06-15_at_11.32.43_%282%29.jpeg" alt="Senhoras do Cerrado 1 " width="400" height="500" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Cia de Teatro Senhoras do Cerrado&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;Inspirado em relatos de mulheres residentes em Instituições de Longa Permanência, o espetáculo reúne histórias marcadas por afetos, desafios, conquistas e resistência. Em cena, personagens simbólicos conduzem o público por diferentes tempos e experiências, evidenciando a riqueza de vidas que frequentemente permanecem à margem da narrativa social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5544.JPG" alt="FE no museu 3" width="400" height="600" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Adelino Carvalho&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;Com direção geral e roteiro de Wadson Gama, &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span&gt;Invisibilidade&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span&gt; apresenta um conjunto de personagens que representam distintas vivências do envelhecimento feminino. Entre elas estão Aurora, que aos 97 anos transforma sua própria história em celebração da vida; Inácia, que carrega a força de quem enfrentou barreiras impostas pelo racismo e pela desigualdade; além de figuras como Alícia Corelli e Quitéria das Dores, cujas trajetórias refletem questões relacionadas ao pertencimento, reconhecimento e dignidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/senhoras_7.jpg" alt="Wadson Gama" width="400" height="266" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Professor Wadson Arantes Gama&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;A encenação articula teatro, música e movimento em uma construção estética marcada por sete coreografias que acompanham o percurso dramático da obra. A proposta valoriza a memória como patrimônio coletivo e reconhece as mulheres idosas como protagonistas de histórias fundamentais para a compreensão da sociedade contemporânea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-06-15_at_11.32.42_%282%29.jpeg" alt="Senhoras do Cerrado 2" width="400" height="500" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Ensaio&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;Para Adelino Carvalho, coordenador do projeto, a iniciativa reforça a aproximação entre universidade, cultura e comunidade. Já para Wadson Gama, a montagem representa um espaço de escuta e valorização de experiências que merecem visibilidade e reconhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-06-15_at_11.32.43_%281%29.jpeg" alt="Senhoras do Cerrado 3" width="400" height="500" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Senhoras de 60 a 97 anos&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;Realizado pela Companhia de Teatro Senhoras do Cerrado e pelo Projeto de Extensão Viver em Cena, do Museu Antropológico da UFG, o espetáculo conta com apoio do Teatro Goiânia, da Secretaria de Estado da Cultura de Goiás (Secult Goiás) e do Governo de Goiás.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 17 Jun 2026 13:54:22 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/201935-espetaculo-invisibilidade-ocupa-o-teatro-goiania-com-narrativas-de-mulheres-idosas</link>
      <guid>https://museu.ufg.br/n/201935-espetaculo-invisibilidade-ocupa-o-teatro-goiania-com-narrativas-de-mulheres-idosas</guid>
      <enclosure url="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/Invisibilidade_2.jpg?1781727086" length="153378" type="image/jpeg"/>
    </item>
    <item>
      <title>Memória do Césio-137 é tema de exposição do curso de Museologia da UFG</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Cesio 137 4" title="Cesio 137 4" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/Cesio_137_5.jpg?1781209966" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;A mostra analisa como a imprensa de 1987 moldou a memória coletiva sobre o maior acidente radiológico do Brasil&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Texto: João Lúcio&lt;br /&gt;Artes: Museologia (FCS/UFG)&lt;br /&gt;Fotos: João Lúcio e Museologia (FCS/UFG)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/Cesio_137_5.jpg" alt="Cesio 137 4" width="500" height="625" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Cartaz da exposição&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás (MA/UFG) apresenta, a partir do dia &lt;strong&gt;12 de junho (sexta-feira)&lt;/strong&gt;, a exposição "&lt;strong&gt;Manchetes do Invisível: O Césio-137 sob o olhar da imprensa de Goiânia em 1987&lt;/strong&gt;".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A programação de abertura terá início às 19h, com a palestra "Reminiscências: anotações curatoriais sobre a exposição 'e o desastre radioativo de Goiânia se revela'", ministrada pela &lt;strong&gt;Profa. Dra. Telma Camargo da Silva&lt;/strong&gt; (Doutora em Antropologia pela &lt;em&gt;City University of New York&lt;/em&gt;). Às 20h, ocorrerá a inauguração oficial do espaço expográfico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/Telma_Camargo.png" alt="Telma Camargo" width="500" height="421" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Profa. Dra. Telma Camargo. Foto: estudantes do curso de Museologia (FCS)&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;A exposição é fruto do trabalho coletivo de estudantes do curso de &lt;strong&gt;Museologia&lt;/strong&gt;, vinculado à &lt;strong&gt;Faculdade de Ciências Sociais (FCS/UFG)&lt;/strong&gt;, desenvolvido dentro da disciplina &lt;strong&gt;Comunicação Patrimonial IV - Projeto e Montagem de Exposição&lt;/strong&gt;, sob a supervisão do &lt;strong&gt;Prof. Dr. Rubens Ramos&lt;/strong&gt;. A escolha do tema partiu do desejo genuíno de dialogar com a comunidade local sobre um marco histórico e social profundamente enraizado na história de Goiânia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_7675.jpg" alt="Cesio 137 3" width="500" height="333" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Projeto expográfico apresentado durante a 24ª Semana Nacional de Museus&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Diálogo com a Comunidade e Preservação da Memória&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Segundo o Prof. Rubens Ramos, a escolha do tema foi estratégica e social: “Escolhemos o Césio-137 por entender que o museu deve ser um espaço de diálogo com a sua própria comunidade, e o acidente é um marco histórico e social profundamente enraizado em Goiânia”. O docente ressalta que a iniciativa partiu de um “desejo genuíno de olhar para a nossa história local sob a ótica da preservação da memória".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_7608.jpg" alt="Cesio 137 1" width="500" height="334" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Prof. Dr. Rubens Ramos Ferreira&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;O Desafio de Expor o Sensível&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A curadoria enfrentou a complexa tarefa de lidar com o trauma histórico sem reproduzi-lo de forma vazia. O professor destaca que o maior desafio foi “encontrar o tom certo para expor um tema tão sensível, transformando dados e notícias da época em uma experiência sensível, ética e acessível, que gerasse reflexão e não apenas a reprodução do trauma”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em vez de focar em julgamentos históricos, a exposição analisa como a informação foi construída. A mostra explora a “linha tênue entre o direito de informar, a banalização e o sensacionalismo que, em momentos de crise e sem protocolos definidos, gerou estigmas profundos na sociedade goiana”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_7577.jpg" alt="Cesio 137 2" width="500" height="334" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Projeto expográfico apresentado durante a 24ª Semana Nacional de Museus&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Formação e Responsabilidade Social&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Para os futuros museólogos, a montagem foi o ponto de encontro entre a teoria e a prática. "Colocar uma exposição de pé nos mostrou, na pele, a responsabilidade social da nossa profissão", afirma o supervisor. O projeto demonstrou que gerenciar a memória envolve lidar com “dinâmicas humanas, afetos e o impacto que aquilo que expomos causa no presente de uma comunidade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Ao final da visita, a expectativa é que o público desenvolva um olhar mais crítico sobre a responsabilidade da informação. “Desejamos que o público compreenda o valor de preservarmos as nossas memórias sem os filtros do sensacionalismo”, conclui Rubens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/Cesio_137_8.jpg" alt="Cesio 137 9" width="500" height="625" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Ficha Técnica da Exposição&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;A equipe de curadoria e montagem é composta pelos discentes: Ademar Palhano de Oliveira Junior, Ana Luisa Xavier da Silva, Carmem Lucia Ribeiro da Costa Soares, Cauê de Santana Santos, Cristiano Barbosa de Lima, Erick Vasconcelos Mesquita, Evelyn Jenifer Pereira Alves de Melo, Gabrielly Dourado Souza Lima, Marianne Silva Araújo, Morgana da Silva Santos, Raí Santana, Talia Sousa Gomes e Thaynara Celina Alves Miranda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/Cesio_137_9.jpg" alt="Cesio 137 10" width="500" height="625" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Instituições realizadoras&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 17:28:10 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/201784-memoria-do-cesio-137-e-tema-de-exposicao-do-curso-de-museologia-da-ufg</link>
      <guid>https://museu.ufg.br/n/201784-memoria-do-cesio-137-e-tema-de-exposicao-do-curso-de-museologia-da-ufg</guid>
      <enclosure url="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/Cesio_137_5.jpg?1781209966" length="225498" type="image/jpeg"/>
    </item>
    <item>
      <title>Oficina de Fanzine promove criatividade e expressão artística no Museu Antropológico da UFG</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Oficina de fanzine 01" title="Oficina de fanzine 01" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_7991.JPG?1780169887" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Atividade dos projetos de extensão Ateliê da Palavra e Flore-Ser foi mediada pela artista Ilda Santa Fé&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Texto e fotos: João Lúcio&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_7991.JPG" alt="Oficina de fanzine 01" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Público oficineiro&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na tarde deste sábado (30 de maio), o Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás (UFG) recebeu uma Oficina de Fanzine promovida pelos projetos de extensão Ateliê da Palavra e Flore-Ser, ambos vinculados à Faculdade de Ciências Sociais (FCS) da UFG. A atividade reuniu participantes interessadas em explorar formas de expressão artística e produção editorial independente.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_8040.JPG" alt="Oficina de fanzine 02" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Recorte para uso em fanzine&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O Ateliê da Palavra é coordenado pela professora Danielle Tega, da FCS, enquanto o projeto Flore-Ser é coordenado pela professora Elis Veloso, também pedagoga na Biblioteca Central da UFG. A oficina contou ainda com a presença de Lorena Flores, vice-coordenadora de ambos os projetos, reforçando a integração entre as iniciativas extensionistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_7988.JPG" alt="Oficina de fanzine 03" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Ilda Santa Fé e público oficineiro&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;As participantes foram recebidas pelo coordenador de Intercâmbio Cultural do Museu Antropológico, João Lúcio. A mediação da oficina ficou a cargo da artista Ilda Santa Fé, que apresentou a história, os conceitos e as múltiplas possibilidades de criação dos fanzines.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_7995.JPG" alt="Oficina de fanzine 04" width="700" height="1050" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Ilda Santa Fé&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Durante a atividade, Ilda explicou que o fanzine é uma publicação independente e artesanal que pode assumir diferentes formatos e conteúdos. “Um fanzine pode receber um livro de artista, um manual de como plantar suculentas ou até mesmo um manual de como fazer fanzines”, destacou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_8025.JPG" alt="Oficina de fanzine 05" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Coleção de fanzines da artista Ilda Santa Fé&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O termo “fanzine” resulta da junção das palavras inglesas fan e magazine e refere-se a publicações produzidas por admiradores de temas específicos, como música, cinema, literatura, quadrinhos e outras expressões culturais ou de movimentos sociais. Surgidos como uma forma alternativa de comunicação, os fanzines se consolidaram como espaços de liberdade criativa, permitindo que indivíduos e pequenos grupos compartilhassem ideias, experiências e produções artísticas sem as limitações dos meios editoriais convencionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_8016.JPG" alt="Oficina de fanzine 06" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Produção das fanzines&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Caracterizados pela produção artesanal, pelas pequenas tiragens e pela circulação independente, os fanzines historicamente funcionam como laboratórios de experimentação estética e literária. Em suas páginas, convivem poemas, contos, desenhos, colagens, quadrinhos, críticas culturais, manifestos e reflexões sobre temas diversos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_8021.JPG" alt="oficina de zine 7" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Produção de fanzines&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ao longo da oficina, as participantes tiveram contato com técnicas de composição visual, colagem, escrita criativa e diagramação manual. O encontro estimulou a produção autoral e o compartilhamento de experiências, valorizando a criatividade como ferramenta de expressão individual e coletiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_8037.JPG" alt="oficina de zine 8" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Oficineira&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Como culminância da atividade, as oficineiras apresentaram seus trabalhos ao grupo, compartilhando os processos de criação e os temas explorados em seus fanzines. As produções revelaram a diversidade de olhares e abordagens presentes no encontro, reafirmando o potencial do fanzine como instrumento de experimentação artística, comunicação e construção de narrativas próprias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira todos os registros fotográficos em: &lt;a href="/a/oficina-de-fanzine-30-de-maio-tarde"&gt;Museu&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 30 May 2026 16:33:46 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/201420-oficina-de-fanzine-promove-criatividade-e-expressao-artistica-no-museu-antropologico-da-ufg</link>
      <guid>https://museu.ufg.br/n/201420-oficina-de-fanzine-promove-criatividade-e-expressao-artistica-no-museu-antropologico-da-ufg</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Nota de pesar - Nilsa Caetano Tapuia</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Nota de pesar 2" title="Nota de pesar 2" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/nota_de_pesar_%28400_x_240_px%29_%283%29.jpg?1779996142" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;O Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás manifesta, com profundo pesar, o falecimento &lt;/span&gt;&lt;span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none"&gt;de Nilsa Caetano Tapuia, mãe de nossa querida colega, a professora Dra. Eunice Pirkodi Tapuia, na madrugada de hoje.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none"&gt;O velório está sendo realizado na residência da família e o sepultamento ocorrerá a partir das 17 horas no cemitério da aldeia Tapuia do Carretão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none"&gt;O Museu Antropológico expressa seus sentimentos e solidariedade à professora Pirkodi, à sua familia e à comunidade Tapuia do Carretão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/nota_de_pesar_%28400_x_240_px%29.svg" alt="Nota de pesar 3" width="800" height="480" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 28 May 2026 16:25:14 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/201371-nota-de-pesar-nilsa-caetano-tapuia</link>
      <guid>https://museu.ufg.br/n/201371-nota-de-pesar-nilsa-caetano-tapuia</guid>
    </item>
    <item>
      <title>CEPI Cultura e Cooperativismo visita Museu Antropológico da UFG durante a 24ª Semana Nacional de Museus</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Visita SNM 2026" title="Visita SNM 2026" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_7078.jpg?1779288486" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Visita mediada aproximou estudantes do patrimônio cultural e das reflexões sobre identidade e preservação da cultura&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Texto e Fotografias: João Lúcio&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na manhã desta quarta-feira, 20 de maio de 2026, estudantes do CEPI Cultura e Cooperativismo participaram de uma visita mediada ao Museu Antropológico (MA) da Universidade Federal de Goiás (UFG), em Goiânia. A atividade integrou a programação da 24ª Semana Nacional de Museus, que ocorre entre os dias 18 e 22 de maio, com o tema “Museus: unindo um mundo dividido”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_7078.jpg" alt="Visita SNM 2026" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Estudantes visitam a exposição Lavras e Louvores&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A visita foi conduzida pelo vice-diretor do Museu Antropológico, Adelino Carvalho, pelo historiador Leandro Guimarães e pelo estudante de Administração da UFG, Yebis Karajá, indígena do povo Iny-Karajá que realiza estágio no museu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_7025.jpg" alt="Visita SNM 2026 2" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Yebis Karajá e Adelino Carvalho&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O encontro teve início em um momento formativo em sala de aula, no qual os mediadores apresentaram informações sobre o Museu Antropológico e suas exposições. A atividade também proporcionou aos estudantes o contato e o manuseio de materiais educativos relacionados aos povos indígenas, como as Ritxòkò, e à cultura popular, ampliando o diálogo sobre memória, identidade e patrimônio cultural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_7129.jpg" alt="Visita SNM 2026 3" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Estudante e Leandro Guimarães&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em seguida, o grupo visitou a exposição de longa duração “Lavras e Louvores”. A mostra promove reflexões sobre a formação cultural regional e evidencia diferentes experiências e modos de vida presentes na história de Goiás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_7095.jpg" alt="Visita SNM 2026 4" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Estudantes com professora Rokcxana Ribeiro&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Para a professora Rokcxana Ribeiro, do CEPI Cultura e Cooperativismo, a experiência representou um importante momento de aprendizado e reflexão. “A importância da visita de hoje ao Museu Antropólogo da UFG provocou o debate e o entendimento das nossas raízes e a importância de preservarmos a nossa Cultura”, destacou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_7048.jpg" alt="Visita SNM 2026 6" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Estudantes manuseiam Ritxòkò&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O Museu Antropológico da UFG participa da 24ª Semana Nacional de Museus com uma programação gratuita e aberta ao público, em parceria com o IBRAM/Ministério da Cultura. A edição deste ano convida à reflexão sobre o papel dos museus na construção de uma sociedade mais justa, democrática e plural, reforçando esses espaços como territórios de diálogo, memória, diversidade e participação social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_7039.jpg" alt="Visita SNM 2026 7" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Ritxòkò&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ao longo da semana, o MA/UFG promove palestras, oficinas, visitas mediadas, rodas de conversa, cine-fórum, lançamento de livro e ações voltadas à saúde mental, culturas indígenas, patrimônio e memória, fortalecendo os vínculos entre museu e sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_7146.jpg" alt="Visita SNM 2026 8" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;CEPI Cultura e Cooperativismo&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A programação conta com financiamento do SINT-IFESGO e apoio do Grupo La Folie – Pesquisa em História da Loucura e do Coletivo Desencuca.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Confira os registros fotográficos da visita em: &lt;a href="/a/24-semana-nacional-de-museus-20-de-maio-manha"&gt;https://museu.ufg.br/a/24-semana-nacional-de-museus-20-de-maio-manha&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 20 May 2026 11:51:34 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/201124-cepi-cultura-e-cooperativismo-visita-museu-antropologico-da-ufg-durante-a-24-semana-nacional-de-museus</link>
      <guid>https://museu.ufg.br/n/201124-cepi-cultura-e-cooperativismo-visita-museu-antropologico-da-ufg-durante-a-24-semana-nacional-de-museus</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Ingressantes de Pedagogia da UFG realizam visita ao Museu Antropológico</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Visita FE sexta" title="Visita FE sexta" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/visita_FE_sexta.jpg?1778527479" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Atividade integrou conteúdos da disciplina de Sociologia da Educação&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;" data-start="127" data-end="559"&gt;&lt;em&gt;Texto: João Lúcio&lt;br /&gt;Foto: Adelino Carvalho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/visita_FE_sexta.jpg" alt="Visita FE sexta" width="400" height="240" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Ingressantes de Pedagogia (UFG)&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="127" data-end="559"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na manhã da última sexta-feira, 08 de maio de 2026, estudantes ingressantes do curso de Pedagogia da &lt;span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"&gt;&lt;span class="whitespace-normal"&gt;Universidade Federal de Goiás&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; participaram de uma visita acadêmica ao &lt;span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"&gt;&lt;span class="whitespace-normal"&gt;Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;. A atividade integrou o conteúdo programático da disciplina Sociologia da Educação, ministrada pelo professor Dr. &lt;span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"&gt;&lt;span class="whitespace-normal"&gt;José Paulo Pietrafesa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE/UFG).&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="561" data-end="846"&gt;Os estudantes foram recebidos pelo vice-diretor do Museu Antropológico, &lt;span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"&gt;&lt;span class="whitespace-normal"&gt;Adelino Carvalho&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, que realizou uma apresentação histórica e institucional do espaço, contextualizando o papel do museu na preservação da memória, da cultura e da diversidade social brasileira.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="848" data-end="1226"&gt;Durante o percurso, os acadêmicos conheceram a exposição de longa duração Lavras e Louvores, relacionada às culturas indígenas e às manifestações sociais e transformações sociais do Centro-Oeste do país. A atividade teve como objetivo ampliar os debates desenvolvidos em sala de aula, promovendo uma aproximação entre teoria e prática no processo formativo dos futuros educadores.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1228" data-end="1373"&gt;Ao avaliar a experiência, o professor José Paulo Pietrafesa destacou a relevância da acolhida e da mediação realizada pelo vice-diretor do museu.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1375" data-end="1745"&gt;“Adelino, a turma gostou muito. Mesmo tendo vários estudantes que já passaram pelo museu, seu trabalho de introdução histórica do espaço foi muito relevante, pois estes estudantes perceberam como a organização de um espaço de visitação vai muito além da exposição aberta. Os estudantes que estiveram aí pela primeira vez falaram que a experiência foi marcante”, afirmou.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1747" data-end="1871"&gt;O docente também ressaltou a importância pedagógica da atividade para a compreensão dos conteúdos trabalhados na disciplina.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1873" data-end="2135"&gt;“De minha parte, também gostei muito. A visita me ajuda a demonstrar que os estudos dos teóricos têm muita relação com a realidade concreta. Visualizar situações do mundo real potencializa as reflexões abstratas apresentadas pelos autores”, destacou o professor.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="2137" data-end="2371" data-is-last-node="" data-is-only-node=""&gt;A iniciativa também possibilitou maior integração acadêmica entre os ingressantes e os espaços de produção de conhecimento da universidade, reforçando o papel do Museu Antropológico como ambiente de ensino, pesquisa e extensão da UFG.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 11 May 2026 16:25:16 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/200884-ingressantes-de-pedagogia-da-ufg-realizam-visita-ao-museu-antropologico</link>
      <guid>https://museu.ufg.br/n/200884-ingressantes-de-pedagogia-da-ufg-realizam-visita-ao-museu-antropologico</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Homenagem na Câmara Municipal celebra a presença e a resistência dos povos indígenas em Goiânia</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="OPIG Câmara Municipal Goiânia Notícia" title="OPIG Câmara Municipal Goiânia Notícia" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1687/o/museu_brincante_-_capa_de_not%C3%ADcia_%286%29.jpg?1778175671" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Cerimônia valorizou instituições e lideranças que atuam na defesa dos povos indígenas&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Texto: Epitácio Santos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1687/o/OPIG_C%C3%A2mara_Municipal.jpeg" alt="OPIG Câmara Municipal" width="400" height="456" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Manoel Ferreira, Rosani Leitão, Pedro Wilson e José Machado&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Goiânia – Sob o tema “A cidade também é nosso território — a resposta somos nós”, a Câmara Municipal de Goiânia sediou, na noite da última segunda-feira (05/05), uma solenidade em homenagem aos povos indígenas. Realizado no Auditório Carlos Eurico, o evento reuniu lideranças, autoridades e representantes da sociedade civil para um momento de reconhecimento das trajetórias de luta e da presença indígena no contexto urbano.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A iniciativa, promovida pelo gabinete do vereador Fabrício Rosa, teve como objetivo central valorizar aqueles que contribuem de forma concreta para a garantia dos direitos e a preservação da memória desses povos. Durante a cerimônia, destacou-se que a ocupação dos espaços institucionais e o desenvolvimento de ações afirmativas são extensões fundamentais da resistência que ocorre nos territórios originários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1687/o/WhatsApp_Image_2026-05-06_at_13.19.33.jpeg" alt="OPIG Câmara Municipal Goiânia" width="400" height="559" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Rosani Leitão, Rosa Kambeba e Fabrício Rosa&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos pontos altos da solenidade foi o reconhecimento público de instituições que atuam diretamente na causa. Membros do Observatório dos Povos Indígenas em Goiás (OPIG) e do Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás (UFG) foram homenageados pelas ações positivas desenvolvidas junto às comunidades indígenas. O trabalho dessas entidades foi citado como essencial para o fortalecimento do respeito, da memória e da luta por direitos em todo o estado.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O encontro foi marcado por relatos de resistência e pela reafirmação de compromissos com a causa. Para os organizadores, a homenagem não apenas celebrou o passado, mas serviu como um chamado para o fortalecimento de redes de apoio que combatam a invisibilidade dos povos originários, especialmente no ambiente acadêmico e institucional.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Com o auditório ocupado por apoiadores e representantes de diversas etnias, a noite encerrou-se como um marco de diálogo entre o poder público, a universidade e as comunidades, reafirmando que o reconhecimento de trajetórias concretas é um passo fundamental para que esses povos sigam sendo respeitados em seus direitos e territórios.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 07 May 2026 12:03:37 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/200783-homenagem-na-camara-municipal-celebra-a-presenca-e-a-resistencia-dos-povos-indigenas-em-goiania</link>
      <guid>https://museu.ufg.br/n/200783-homenagem-na-camara-municipal-celebra-a-presenca-e-a-resistencia-dos-povos-indigenas-em-goiania</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Museu Antropológico da UFG recebe doação de obra sobre história Apinajé</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="livro doação" title="livro doação" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-04-30_at_16.53.08.jpeg?1777578966" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Obra passa a integrar o acervo da Biblioteca Seccional Edna Luísa de Melo Taveira&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;" data-start="148" data-end="478"&gt;&lt;em&gt;Texto e foto: João Lúcio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-04-30_at_16.53.08.jpeg" alt="livro doação" width="400" height="533" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Biblioteca Seccional do Museu Antropológico (BSMA) da Universidade Federal de Goiás (UFG), batizada com o nome da professora Edna Luísa de Melo Taveira,  recebeu a doação do livro &lt;em data-start="262" data-end="346"&gt;“Fragmentos de uma História Panhi: História e Território Apinajé na Longa Duração”&lt;/em&gt;, de autoria do professor &lt;span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"&gt;&lt;span class="whitespace-normal"&gt;Marcelo Gonzalez Fagundes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, da &lt;span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"&gt;&lt;span class="whitespace-normal"&gt;Universidade Federal do Tocantins&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, Campus de Porto Nacional.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="480" data-end="708"&gt;Docente do curso de História e vinculado à pós-graduação em História das Populações Amazônicas, o autor destinou a obra à biblioteca do museu com o objetivo de ampliar a circulação e a visibilidade da pesquisa acadêmica na área.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="710" data-end="1125"&gt;Publicado pela editora Cancioneiro, o livro é resultado de sua tese de doutorado defendida na &lt;span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"&gt;&lt;span class="whitespace-normal"&gt;Universidade Federal de Santa Catarina&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, junto ao programa de pós-graduação em História. O trabalho recebeu menção honrosa no Prêmio CAPES de Tese 2023, concedido pela &lt;span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"&gt;&lt;span class="whitespace-normal"&gt;CAPES&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, e a obra foi semifinalista do &lt;span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"&gt;&lt;span class="whitespace-normal"&gt;Prêmio Jabuti Acadêmico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;. A publicação contou com financiamento da CAPES.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1127" data-end="1287"&gt;Segundo o autor, “a doação ao museu se deve à importância da instituição como centro de referência em pesquisas arqueológicas e etnográficas no Brasil Central”.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1289" data-end="1525"&gt;A iniciativa reforça o papel da BSMA como espaço de preservação, difusão e acesso ao conhecimento científico, especialmente nas áreas de arqueologia e antropologia.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 30 Apr 2026 16:57:08 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/200604-museu-antropologico-da-ufg-recebe-doacao-de-obra-sobre-historia-apinaje</link>
      <guid>https://museu.ufg.br/n/200604-museu-antropologico-da-ufg-recebe-doacao-de-obra-sobre-historia-apinaje</guid>
    </item>
    <item>
      <title>IBRAM realiza oficina e vistoria no Museu Antropológico da UFG</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Oficina IBRAM 2" title="Oficina IBRAM 2" src="http://museu.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5841.jpg?1777413769" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Atividades entre IBRAM/MinC, SESU/MEC e MA/UFG ampliam abordagem educativa, com foco em gestão de riscos&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Texto e Fotos: João Lúcio&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5841.jpg" alt="Oficina IBRAM 2" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Equipe IBRAM/MinC e SESU/MEC&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1186" data-end="1564"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O Museu Antropológico (MA) da Universidade Federal de Goiás sediou, nesta terça-feira (28), uma oficina promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM) voltada à qualificação das práticas de gestão e fiscalização em instituições museológicas. A atividade integra o Plano Anual de Fiscalização de 2026 e terá continuidade nesta quarta-feira (29), com a realização de uma vistoria técnica presencial, aberta à participação de outros espaços museológicos da UFG.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5916.jpg" alt="Oficina IBRAM 7" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Apresentação&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="802" data-end="1184"&gt;A iniciativa reuniu profissionais de diferentes unidades da universidade, como o Centro Cultural UFG, o Planetário, o Museu de Ciências e o Museu dos Solos, além de representantes da Secretaria de Arte e Cultura (Seacult). O encontro buscou ampliar o conhecimento sobre a legislação museal, incentivar ações preventivas e fortalecer a articulação entre museus e coleções acadêmicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5913.jpg" alt="Oficina IBRAM 8" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Público&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="802" data-end="1184"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1186" data-end="1564"&gt;Vinculado ao Ministério da Cultura (MinC), o IBRAM é responsável pela implementação da Política Nacional de Museus e pela fiscalização dos museus públicos federais, conforme previsto na legislação vigente. Nesse contexto, os museus universitários são considerados estratégicos, recebendo atenção especial para prevenção de riscos, identificação de irregularidades e orientação técnica.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1566" data-end="1975"&gt;A programação foi dividida em dois momentos. No primeiro dia, a oficina abordou temas como base legal da fiscalização museal, infrações administrativas, gestão de riscos e o Inventário Nacional de Bens Culturais Musealizados (INBCM), além de promover a troca de experiências entre os participantes. Já no segundo dia, será realizada a vistoria técnica no Museu Antropológico, marcando a etapa prática da ação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_6007.jpeg" alt="Oficina IBRAM 9" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Oficineiros(as)&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1566" data-end="1975"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1977" data-end="2614"&gt;Participaram da atividade os fiscais do IBRAM Suelen Garcia Soares, Leonardo Neves Balista e Ricardo Alfredo Carvalho Rosa, além de Damiane dos Santos, representante da Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação (SESU/MEC). Segundo Damiane, a iniciativa reforça a importância da atuação integrada entre os órgãos: “Acreditamos que uma atuação conjunta e coordenada pode potencializar a eficácia da fiscalização, com um caráter mais educativo e adaptado às realidades institucionais, ao mesmo tempo que fortalece a gestão e a preservação do patrimônio museológico sob a guarda das instituições federais de ensino superior”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela também destacou que a parceria entre o IBRAM/MinC e a SESU/MEC se fundamenta em fatores estratégicos, legais e operacionais, que evidenciam a necessidade de uma abordagem colaborativa e especializada na fiscalização dos museus vinculados ao MEC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5846.jpg" alt="Oficina IBRAM 1" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Equipe IBRAM e SESU/MEC&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="2616" data-end="2871"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="2873" data-end="3472"&gt;Representantes do IBRAM ressaltaram o caráter formativo da ação: “Essa atividade educativa de caráter híbrido (oficina + fiscalização) tem como finalidade difundir conhecimento sobre a legislação que fundamenta a Fiscalização Museal, disseminar informações sobre elementos de Gestão de Riscos para Museus e criar condições para que os próprios museus participantes avaliem suas práticas de gestão e preservação, incentivando a implementação de medidas preventivas pelo setor museal da Universidade. Simultaneamente, objetiva reforçar a articulação entre o IBRAM, o MEC e a rede de Museus da UFG”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5909.jpg" alt="Oficina IBRAM 4" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Ana Santoro&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="2873" data-end="3472"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="3474" data-end="3835"&gt;Durante a programação, a restauradora-conservadora Ana Santoro apresentou a trajetória institucional do Museu Antropológico, enquanto a museóloga Mayara Monteiro detalhou as reservas técnicas e laboratórios da unidade. A diretora do museu, Rosani Moreira Leitão, participou da abertura e destacou a relevância da iniciativa para o fortalecimento institucional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5862.jpg" alt="Oficina IBRAM 5" width="400" height="600" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Mayara Monteiro&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="3474" data-end="3835"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="3837" data-end="4054"&gt;A mesa contou ainda com a presença da pró-reitora adjunta de Pesquisa e Inovação da UFG, Natália Aredes, representando a reitoria. A condução cerimonial ficou a cargo de Tatyana Beltrão, integrante da equipe do museu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5881.jpg" alt="Oficina IBRAM 6" width="400" height="600" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Tatyana Beltrão&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="3837" data-end="4054"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="4056" data-end="4321" data-is-last-node="" data-is-only-node=""&gt;A ação reforça o caráter educativo e preventivo da fiscalização museal, ao promover a qualificação técnica e o alinhamento das instituições às diretrizes do Estatuto de Museus, além de fortalecer a cooperação entre órgãos federais e a rede de museus universitários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5872.jpg" alt="Oficina IBRAM 3" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Natália Aredes e Rosani Leitão&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="4056" data-end="4321" data-is-last-node="" data-is-only-node=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira os registros fotográficos completos em: &lt;a href="/a/oficina-do-ibram-minc-e-acompanhamento-do-sesu-mec"&gt;Museu&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 28 Apr 2026 19:11:33 -0300</pubDate>
      <link>https://museu.ufg.br/n/200546-ibram-realiza-oficina-e-vistoria-no-museu-antropologico-da-ufg</link>
      <guid>https://museu.ufg.br/n/200546-ibram-realiza-oficina-e-vistoria-no-museu-antropologico-da-ufg</guid>
    </item>
  </channel>
</rss>
