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Mais de 12 mil pessoas visitam o Museu Antropológico em 2018

Atualizada em 11/01/19 14:47.

MA estabelece ação educativa como mote de trabalho e realiza 46 atividades pedagógicas ao longo do ano.

Fotos: Ana Cristina Santoro e Adelino de Carvalho

Texto: Ênya Morais

 

Foto de Ana Cristina Santoro.

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Visitantes durante a abertura da Exposição "Topos: Espaços de Ewald Janssen" em 6 de novembro de 2018. 

 

Mais de 12 mil pessoas passaram pelo Museu Antropológico entre exposições, sessões de cinema, palestras e oficinas realizadas no ano de 2018.  No total foram 46 atividades  desenvolvidas durante o  ano.  O objetivo é dialogar com os diversos públicos da sociedade através das ações educativas. Formas de trabalho que transformam o Museu Antropológico num local de divertimento, apropriação de saberes e, ainda, reformula a maneira como o patrimônio museal interage com os visitantes.

Para pensar o fazer teórico e melhor desenvolver a prática dessas ações educativas, os servidores do Museu Antropológico participaram de um curso intitulado “Museus e ação educativa – do planejamento à avaliação”, nos dias 10 e 11 de dezembro.  A atividade foi conduzida pela Professora Camila Moraes Wichers, arqueóloga, museóloga e  vice-coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da UFG.  Segundo Diego Mendes, vice-diretor do MA,  Wichers  apresentou um panorama a respeito dessa temática complexa e rica da ação educativa em museus: “foram abordados desde questões gerais como teorias educacionais, interculturalidade, políticas pública até elementos mais específicos como estratégias de avaliação dessas ações”, conta.

 

Foto de Adelino de Carvalho.

Camila

Professora Camila Moraes Wichers durante o curso "Museus e ação educativa - do planejamento à avaliação" durante os dias 10 e 11 de dezembro no miniauditório do MA. 

 

Tatyana Beltrão, técnica administrativa do MA, que participou do curso destacou a importância da capacitação porque pôde reconhecer a educação não formal nas instituições museais.  A técnica  relata, também, como é fundamental  compreender que os museus são espaços em que diversos públicos e saberes dialogam.  Ela acrescenta  que há sempre espaço para o novo: “percebemos que as ações educativas culturais, nos museus, colaboram para que a visitação seja  um momento de diversão, diálogo, reflexão e construção  de novas aprendizagens”, pontua.

O vice-diretor  afirma que este curso teve uma boa participação dos servidores e estagiários do MA e visualiza que este  é o início da retomada do Museu Antropológico como instituição de ensino e extensão.  Um dos objetivos é resgatar a tradição do MA de ofertar cursos, palestras, workshops que contribuam para a formação da comunidade universitária, mas também ampliem o acesso dos importantes debates acadêmicos e políticos para a sociedade em geral, segundo ele. Diego Mendes revela, ainda, planos para 2019: “estamos organizando dois cursos, um sobre coleções etnográficas e representações museais e outro sobre etnologia indígena”, conclui.

Fonte: Secretaria do Museu Antropológico